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2353533 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) De acordo com o texto, confiamos nas pessoas quando elas são parecidas fisicamente com outras que já conhecemos.
( ) O cérebro aprende a distinguir as pessoas confiáveis das não confiáveis a partir do vínculo criado com elas.
( ) O estudo realizado para entender como o cérebro aprende a distinguir a conduta das pessoas boas e más teve como base experimentos que se valiam de jogos de azar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353532 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Na frase “Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.”, se a palavra ‘estudo’ fosse trocada por ‘pesquisas’, quantas outras alterações seriam necessárias para manter a correção do período?
 

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2353531 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais(I)).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana(II) a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício(III) podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Analise as seguintes propostas de substituição de palavras do texto:
I. ‘faciais’ por ‘do rosto’.
II. ‘grana’ por ‘dinheiro’.
III. ‘fictício’ por ‘inventado’.
Quais NÃO mantêm a semântica e a sintaxe da frase em que estão inseridas?
 

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2353530 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 a respeito da acentuação de palavras do texto.
Coluna 1
1. Proparoxítona.
2. Paroxítona.
3. Oxítona.
4. Monossílabo tônico.
Coluna 2
( ) Voluntários.
( ) Confiável.
( ) Três.
( ) Já.
( ) Concluíram.
( ) Cérebro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353529 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Considerando a relação de letras e fonemas de palavras do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:
( ) ‘assemelhava’ tem dois dígrafos.
( ) ‘honestos’ tem mais letras do que fonemas.
( ) ‘quantia’ não apresenta nenhum dígrafo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353528 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
A respeito da sintaxe das linhas, analise as seguintes propostas de alteração de expressões:
I. ‘tendemos’ por ‘não queremos’.
II. ‘desconfiar’ por ‘confiar’.
III. ‘parecem’ por ‘assemelham’.
Quais mantêm a correção da frase em que estão inseridas?
 

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2353527 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores , nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras , tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais ).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante : ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:
( ) A vírgula da linha (1ª ocorrência) é empregada pelo mesmo motivo que a da linha.
( ) Os parênteses da linha poderiam ser substituídos por vírgula sem acarretar incorreções, considerando as devidas adequações para a correção da frase.
( ) Os dois-pontos da linha poderiam ser substituídos por vírgula sem provocar nenhum tipo de incorreção.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353526 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Desconhecidos confiáveis
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras – mesmo que não conheçamos nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que compartilhasse seria multiplicado por quatro e que o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Sobre o período “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas” analise as seguintes assertivas:
I. O período é composto por três orações.
II. A palavra ‘que’ introduz uma oração subordinada adjetiva.
III. O vocábulo ‘Isso’ é o sujeito da oração principal.
Quais estão corretas?
 

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2353525 Ano: 2018
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Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
De acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que conhecemos. Em outras palavras, tendemos a desconfiar daqueles que(a) se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais – e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem confiamos.
“E isso acontece mesmo que não tenhamos consciência dessa semelhança”, explica uma das autoras, a professora Elizabeth Phelps, do departamento de psicologia da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). “Isso mostra que nossos cérebros implementam um mecanismo de aprendizado no qual informações morais codificadas de experiências passadas orientam futuras escolhas“, completa.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados testes baseados em jogos de confiança.
Neles, os voluntários deveriam decidir se compartilhariam ou não dinheiro com outros jogadores (que eram fictícios e representados por imagens faciais).
Em cada jogo, a pessoa tinha que decidir se confiaria a sua grana a três jogadores diferentes.
Na primeira rodada, ela fica sabendo que tudo o que(b) compartilhasse seria multiplicado por quatro e que(c) o outro jogador poderia retribuir essa quantia ou então manter todo o dinheiro para si.
Cada jogador fictício podia ser altamente confiável (compartilhavam a quantia 93% das vezes), mais ou menos confiável (compartilhavam 60% das vezes) ou nada confiável (compartilhavam só 7% das vezes).
Em uma segunda rodada, os voluntários deveriam selecionar novos parceiros para o jogo – desta vez, jogadores novos. Mas havia um truque secreto: os pesquisadores haviam gerado o rosto desses novos participantes a partir da imagem dos anteriores. Ou seja, eram parecidos com os outros jogadores da primeira rodada.
Na maior parte das vezes, mesmo sem se dar conta da semelhança, os voluntários acabaram escolhendo aqueles que(d) se pareciam com os jogadores mais honestos da rodada anterior e evitavam jogar com quem se assemelhava aos menos confiáveis. Quanto mais parecidos com os jogadores confiáveis de antes, maior a confiança demonstrada neles, e vice-versa.
Para completar, os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos voluntários enquanto tomavam as decisões no jogo e concluíram algo interessante: ao decidir se os desconhecidos poderiam ou não ser confiáveis, o cérebro dos voluntários ativou as mesmas regiões neurológicas de quando se aprendeu sobre o parceiro na primeira tarefa. Isso inclui a amígdala, região que(e) desempenha um papel importante na aprendizagem emocional.
(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-
confiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Todos os ‘que’ a seguir se classificam da mesma forma, EXCETO o da linha
 

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