Foram encontradas 40 questões.
Considerando-se o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
I. Qual foi a real causa desse ?
II. estava chateado, não conseguiu dialogar com os demais.
III. Os lugares passei para chegar até aqui tinham muitos obstáculos.
IV. E, estranhamente, questionou: - já sabe ?
Provas
Em relação à regência nominal dos trechos em destaque, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) O paciente não deve comer com demasia.
(_) Esta advogada é denodada na luta pelos direitos humanos.
(_) Esta obra é deletéria com os costumes.
Provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Em relação ao período e sua construção, assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA da oração subordinada abaixo:
O médico, que é especializado em ginecologia, diagnosticou a doença.
Provas
- OrtografiaProblemas da Norma CultaAcerca de/Há cerca de/a cerca de
- OrtografiaProblemas da Norma CultaMal/Mau
Em relação ao uso da variedade culta da língua portuguesa, assinalar a alternativa INCORRETA:
Provas
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAposto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesVocativo
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Na frase “Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida.”, o termo sublinhado cumpre a função sintática de:
Provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Em relação à classificação das orações extraídas do texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) A oração “embora não a identifique imediatamente” exerce função de oração subordinada concessiva em relação à oração “Você conhece esta mensagem” (primeiro parágrafo).
(_) Há uma relação de coordenação do tipo sindética entre a oração “Ele nasceu em Massachusetts, em 1791” e a oração “aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura” (segundo parágrafo).
(_) A oração sublinhada em “Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional em 1851” (último parágrafo), classifica-se como uma oração subordinada adjetiva.
Provas
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Considerando-se o texto, na frase “Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.”, a expressão sublinhada indica que os sinais incluídos eram de:
Provas
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto:
Provas
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Considerando-se o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) O código Morse foi inventado pelo artista Samuel Finley Breese Morse, que tentava salvar sua esposa por meio do sistema de mensagem.
(_) O telégrafo emitia unicamente mensagens sem o uso de espaços – como SOS, por exemplo. Não era possível separar as palavras.
(_) Inicialmente, o telégrafo enviava apenas mensagens com o alfabeto do inglês; mais tarde, foi criado o código Morse internacional, para que se pudesse utilizá-lo em outras línguas.
Provas
- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosPróclise
- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosMesóclise
- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosÊnclise
Um exemplo de colocação pronominal comum na variedade brasileira oral, mas inadequada à luz da norma-padrão da Língua Portuguesa, ocorre em:
Provas
Caderno Container