Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
Durante uma manifestação nas ruas do Município, um brasileiro naturalizado, originalmente nascido no Leste Europeu, balançava bandeiras e expunha seu posicionamento político. Durante o ato, o brasileiro naturalizado fora hostilizado por brasileiros natos que afirmavam que ele não poderia se manifestar, pois havia uma lei que proibia que nascidos no estrangeiro fizessem isso. Percebendo a confusão que acontecia e que embaraçava a passagem de pedestres pelos manifestantes na região do ato, um Agente de Trânsito interveio e tomou ciência dos acontecimentos. Conhecedor dos direitos fundamentais constitucionais dos cidadãos brasileiros, o Agente solucionou a situação e viabilizou o fluxo de pedestres pelo local. A partir da concepção dos Direitos e Garantias Fundamentais, qual das alternativas abaixo apresenta o argumento correto dado pelo Agente de Trânsito?
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Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
Durante uma cavalgada tradicional, cavaleiros se reuniram em uma região central do Município, onde amarraram seus animais nos postes, árvores, grades e portas do local, embaraçando o trânsito completamente. Atendendo ao chamado de motoristas e pedestres que passaram pelo local, os Agentes de Trânsito verificaram que os cavaleiros estavam infringindo as regras de trânsito constantes no Código de Posturas do Município de Frederico Westphalen. A multa imposta, considerando exclusivamente as regras constantes na Lei Municipal nº 691/1976, corresponde a qual dos valores elencados nas alternativas abaixo?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
Considere o valor-lógico das proposições simples:
- Quatro é múltiplo de três.
- Seis é múltiplo de três.
Então, a alternativa que representa uma fórmula proposicional composta FALSA é:
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Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
No primeiro semestre de 2019, os agentes de trânsito do município registraram 392 notificações de estacionamento em local proibido. Se, no segundo semestre desse mesmo ano, ocorreu uma diminuição de 25% desse tipo de notificação, quantas notificações foram registradas?
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Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
O consumismo nunca foi tão cafona
Um micro-organismo colocou por terra, em algumas semanas, uma sequência genética capitalista, forjada em anos de lavagem cerebral. Você precisa disso! Não dá pra viver sem aquilo! Compre! Compre mais! O livro se conhece pela capa! A veste faz o monge! Eu mesma – devo reconhecer e confessar – sou bastante consumista. Já fui mais, é verdade. Houve uma época na qual comprar era mesmo uma compulsão.
Certa vez, saí de casa para trabalhar, num mês de março qualquer. Fazia quase 30 graus logo cedo. Vesti uma calça leve, calcei sandálias e uma bluzinha de seda. Na hora do almoço, o tempo virou bruscamente. Então, pensei: “Já que vou sair pra almoçar, passo no shopping e compro um casaquinho!”. A ideia em si não era ruim, nem absurda, posto que realmente estava frio. Naquele dia, eu tinha curso à noite e só voltaria pra casa depois das dez da noite. Acontece que, em vez de comprar um inocente casaquinho, voltei do almoço com três botas novas, dois pares de meia e quatro casacos. Detalhe: em vez de almoçar, engoli dois pães de queijo com um café duplo.
Eu precisava de tudo o que comprei? Claro que não! Comprei porque estava na liquidação? Também não! As vitrines estavam começando a ser abastecidas com a nova coleção outono/inverno. Usei tudo o que comprei? Pior que não! Uma das botas que comprei machucava o dedinho. Um dos casacos pinicava e o outro tinha uma gola irritante que apertava o pescoço. Eu tinha dinheiro sobrando, então? Não! Paguei tudo no cartão de crédito, cuja fatura já beirava a estratosfera. comprei tanta coisa, então? era economicamente burra! Minha mente funcionava no seguinte modo: eu me ferro tanto nesse trabalho, sofro tanto pra ganhar esse salário que mereço ter tudo que eu quiser! Eu mereço! Eu mereço! Eu mereço! Mereço o quê? Gastar meu dinheirinho suado com pilhas e mais pilhas de coisas inúteis? Encher o mundo de lixo? Abarrotar meus armários e gavetas com roupas, sapatos, bolsas e acessórios e não usar nem a metade? Servir de escrava da engrenagem do mundo neoliberal que repete sem parar o mantra: compre, compre, compre?
Bem, o fato verdadeiro é que o tal trabalho que me garantia dinheiro pra essa esbórnia consumista acabou por me adoecer. Pedi demissão e minha renda caiu pela metade. Fazendo faxina nos armários, um dia eu contei 117 pares de sapato! Não, eu não me orgulho disso! Na verdade, eu morro de vergonha. Fiquei com 15 pares, o que ainda é bastante, e doei o restante pra ser vendido num bazar assistencial. A partir daí, comecei a me curar. Adotei a prática de que, pra entrar algo novo, tem de sair algo velho. Então, quando vejo que não há nada em minhas posses que eu queira descartar, não compro. Simples assim! Comecei a ser capaz de me perguntar: “eu preciso mesmo disso?”. E mais importante: aprendi a responder honestamente a esta pergunta. E, finalmente, depois de muita terapia, aprendi a reconhecer quando o impulso da compra é apenas uma estratégia estúpida para tampar um buraco emocional.
Da próxima vez que você estiver sendo abduzido(a) pelo site de compra da grife, da promoção irrecusável, da negociação a qualquer custo que sempre vai caber no seu bolso, desculpe-me, de coração mesmo, mas procure usar esse dinheiro pra ajudar quem não tem nada, quem passa fome, quem mora em zonas vulneráveis onde falta água, luz, esgoto... Falta tudo. Compre aí uma carga de papel higiênico, álcool gel, máscara e doe, né? Não vai depositar tudo aí na sua casa, certo? Compre uns respiradores e mande entregar em hospitais carentes de tudo. Deixe de ser cafona! A moda agora é ser minimalista, não produzir lixo, não jogar comida fora, respeitar a natureza, deixar a pele, as unhas e os cabelos respirarem. Até porque, caso você adoeça, não vai ser esse monte de tralha chique acumulada aí na sua casa que vai lhe salvar! Pense nisso! Porque pensar também voltou a ser chique!
(Disponível em https://www.contioutra.com/o-consumismo-nunca-foi-tao-cafona - texto adaptado especialmente para esta prova).
O termo “dedinho” é decorrente do processo de formação de palavras denominado derivação:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
A Prefeitura Municipal publicou em seu site, no dia 18 de junho de 2020, a seguinte notícia: “A obra de construção do Trevo do Serrano, no KM 35 da BR-386, em Frederico Westphalen, segue em ritmo acelerado. Os trabalhos são realizados pela Prefeitura de Frederico Westphalen em parceria com o .”
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima, sabendo que se refere ao órgão que desempenha as funções relativas à construção, manutenção e operação da infraestrutura dos segmentos do Sistema Federal de Viação sob administração direta da União, nos modais rodoviário, ferroviário e aquaviário.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
Em 13 de abril de 2020, o cantor e compositor foi encontrado morto em casa, na Gávea, no Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa do músico, ele teve um infarto agudo do miocárdio e morreu. O artista tinha 72 anos e era ex-integrante do grupo Novos Baianos, composto por Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Dadi e Luiz Galvão, entre outros. Em 1975, ele iniciou a sua carreira solo com um álbum homônimo e não parou mais, tornando-se um dos nomes mais celebrados do país com canções como “Sintonia”, “Desabafo e Desafio” e “Pombo Correio”.
(Fontes: g1.globo.com e tenhomaisdiscosqueamigos.com)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
O valor da multa por estacionamento em local proibido é de R$ 160,00, e o valor da multa por avançar em sinal vermelho é de R$ 265,00. No mês de março do corrente ano, foram emitidas, para essas duas infrações, um total de 53 multas, gerando uma arrecadação no valor de R$ 11.735,00. Assim, o número de multas por estacionar em local proibido e por avançar em sinal vermelho são de, respectivamente:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
Um Agente de Trânsito era notoriamente conhecido por utilizar o veículo de trabalho, que é patrimônio do Município, para ir até locais com cachoeiras durante o fim de semana, levando sua família e amigos. Após reiteradas denúncias, que gerou um processo administrativo, verificou-se que o Agente de Trânsito realizou o ato de improbidade administrativa de usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial do Município. Considerando a letra da Lei Federal nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), o ato acima descrito é um dos atos de improbidade que:
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Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
O consumismo nunca foi tão cafona
Um micro-organismo colocou por terra, em algumas semanas, uma sequência genética capitalista, forjada em anos de lavagem cerebral. Você precisa disso! Não dá pra viver sem aquilo! Compre! Compre mais! O livro se conhece pela capa! A veste faz o monge! Eu mesma – devo reconhecer e confessar – sou bastante consumista. Já fui mais, é verdade. Houve uma época na qual comprar era mesmo uma compulsão.
Certa vez, saí de casa para trabalhar, num mês de março qualquer. Fazia quase 30 graus logo cedo. Vesti uma calça leve, calcei sandálias e uma bluzinha de seda. Na hora do almoço, o tempo virou bruscamente. Então, pensei: “Já que vou sair pra almoçar, passo no shopping e compro um casaquinho!”. A ideia em si não era ruim, nem absurda, posto que realmente estava frio. Naquele dia, eu tinha curso à noite e só voltaria pra casa depois das dez da noite. Acontece que, em vez de comprar um inocente casaquinho, voltei do almoço com três botas novas, dois pares de meia e quatro casacos. Detalhe: em vez de almoçar, engoli dois pães de queijo com um café duplo.
Eu precisava de tudo o que comprei? Claro que não! Comprei porque estava na liquidação? Também não! As vitrines estavam começando a ser abastecidas com a nova coleção outono/inverno. Usei tudo o que comprei? Pior que não! Uma das botas que comprei machucava o dedinho. Um dos casacos pinicava e o outro tinha uma gola irritante que apertava o pescoço. Eu tinha dinheiro sobrando, então? Não! Paguei tudo no cartão de crédito, cuja fatura já beirava a estratosfera. comprei tanta coisa, então? era economicamente burra! Minha mente funcionava no seguinte modo: eu me ferro tanto nesse trabalho, sofro tanto pra ganhar esse salário que mereço ter tudo que eu quiser! Eu mereço! Eu mereço! Eu mereço! Mereço o quê? Gastar meu dinheirinho suado com pilhas e mais pilhas de coisas inúteis? Encher o mundo de lixo? Abarrotar meus armários e gavetas com roupas, sapatos, bolsas e acessórios e não usar nem a metade? Servir de escrava da engrenagem do mundo neoliberal que repete sem parar o mantra: compre, compre, compre?
Bem, o fato verdadeiro é que o tal trabalho que me garantia dinheiro pra essa esbórnia consumista acabou por me adoecer. Pedi demissão e minha renda caiu pela metade. Fazendo faxina nos armários, um dia eu contei 117 pares de sapato! Não, eu não me orgulho disso! Na verdade, eu morro de vergonha. Fiquei com 15 pares, o que ainda é bastante, e doei o restante pra ser vendido num bazar assistencial. A partir daí, comecei a me curar. Adotei a prática de que, pra entrar algo novo, tem de sair algo velho. Então, quando vejo que não há nada em minhas posses que eu queira descartar, não compro. Simples assim! Comecei a ser capaz de me perguntar: “eu preciso mesmo disso?”. E mais importante: aprendi a responder honestamente a esta pergunta. E, finalmente, depois de muita terapia, aprendi a reconhecer quando o impulso da compra é apenas uma estratégia estúpida para tampar um buraco emocional.
Da próxima vez que você estiver sendo abduzido(a) pelo site de compra da grife, da promoção irrecusável, da negociação a qualquer custo que sempre vai caber no seu bolso, desculpe-me, de coração mesmo, mas procure usar esse dinheiro pra ajudar quem não tem nada, quem passa fome, quem mora em zonas vulneráveis onde falta água, luz, esgoto... Falta tudo. Compre aí uma carga de papel higiênico, álcool gel, máscara e doe, né? Não vai depositar tudo aí na sua casa, certo? Compre uns respiradores e mande entregar em hospitais carentes de tudo. Deixe de ser cafona! A moda agora é ser minimalista, não produzir lixo, não jogar comida fora, respeitar a natureza, deixar a pele, as unhas e os cabelos respirarem. Até porque, caso você adoeça, não vai ser esse monte de tralha chique acumulada aí na sua casa que vai lhe salvar! Pense nisso! Porque pensar também voltou a ser chique!
(Disponível em https://www.contioutra.com/o-consumismo-nunca-foi-tao-cafona - texto adaptado especialmente para esta prova).
Quanto à sua predicação, o verbo da oração “vesti uma calça leve” é classificado como:
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