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Foram encontradas 222 questões.

4267055 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
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Para responder à questão, leia a charge abaixo. 
Enunciado 4645851-1
Fonte: Cazo
A professora que está do lado esquerdo da imagem não fala nada, mas sua linguagem corporal transmite uma mensagem clara ao leitor. Sua expressão facial e postura revelam que ela está:
 

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4267054 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
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Para responder à questão, leia a charge abaixo. 
Enunciado 4645850-1
Fonte: Cazo
No final da fala da professora, é utilizado um ponto de exclamação. No contexto da cena, o emprego desse sinal de pontuação serve para:
 

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4267053 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
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Para responder à questão, leia a charge abaixo. 
Enunciado 4645849-1
Fonte: Cazo
No balão de fala da professora, lemos a palavra engajamento. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo adequado para a palavra em destaque no contexto da educação e da participação estudantil.
 

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4267052 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
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Para responder à questão, leia a charge abaixo. 
Enunciado 4645848-1
Fonte: Cazo
A charge faz uma crítica humorística à educação escolar na atualidade. Diante disso, o assunto principal tratado na cena é:
 

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4267051 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
No texto, lê-se o seguinte trecho: Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios...

Nesse segmento, o emprego dos travessões intercalados cumpre a função gramatical de:
 

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4267050 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Para conferir robustez metodologica à tese de que os avanços reais convivem com desigualdades persistentes, o texto articula diferentes estratégias argumentativas. Diante disso, analise as assertivas sobre esses recursos:

I. Utiliza argumentos de base estatística matemática, quantificando com precisão os índices que melhoraram (71%) e os que pioraram.
II. Vale-se de argumentos de autoridade por meio da citação direta de discursos de gestores tecnicos e economistas do Pnud e do Pacto Nacional.
III. Sustenta-se no argumento de ilustração por meio de exemplos específicos de pesquisas que possuem periodicidade de atuallzação diferenciada (POF e Inaf).

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4267049 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Associe corretamente os termos retirados do texto, presentes na Coluna 1, à sua significação contextual ou função semântica correspondente, dispostas na Coluna 2: 

Coluna 1:
1. Disparidades.
2. Viés.
3. Estáveis.

Coluna 2:
( ) Elementos que não sofreram alterações ou oscilações signiÍicativas ao longo do período comparativo.
( ) Desvios ou distorções metodológicas que comprometem a precisão ou a imparcialidade de uma amostragem.
( ) Assimetrias, desigualdades marcantes ou incoerências estruturais entre diferentes grupos ou territórios.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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4267048 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
Analise a frase adaptada abaixo observando as regras oficiais de regência verbal e nominal, bem como com as normas para o uso do acento indicativo de crase:

A diretora técnica do Pacto fez referência ______ edíções passadas do relatório e conclamou as organrzações _______ apoiarem o combate _______ desígualdades estruturais.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
 

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4267047 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
As palavras tráfego (trânsito de veículos) e tráfico (comércio ilícito) assemelham-se na grafia e na pronúncia, embora possuam sentidos distintos no idioma. Considerando as relações lexicais da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE esse fenômeno e apresenta um exemplo correlato presente ou associado ao texto.
 

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4267046 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Forquetinha-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo
    O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
    Índices de saúde - como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:
• Ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; 
• Agravamento da concentração da renda;
• Tributação menor conforme a renda é maior; 
• Condições mais desfavoráveis à população negra; 
• Aumento da concentração dos piores indicadores sociais no norte e nordeste.
    Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.
    "O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades historicas de renda, gênero, raça e território", destaca o relatório. 
    O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnafl, divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
    Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as ediçóes anteriores do relatório.
    "Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios".
    No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de Índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.
    "Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026- 08/brasil- reduz-pobreza-mas-amplia -desigualdades-mostra-estudo (adaptado)
A estruturação das ideias em um texto expositivo-argumentativo organiza-se de maneira hierarquizada. Diante disso, julgue em Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as assertivas sobre as ideias secundárias que cumprem papel de sustentação ou validação metodológica no texto:

( ) A afirmação de que a indisponibilidade de certos indicadores atualizados em 2025 não invalida ou interfere no comparativo das séries históricas.
( ) A explicação detalhada de que pesquisas como a POF ocorrem a cada dois anos e o Inaf possui um intervalo de seis anos entre as edições.
( ) A constatação de que as desigualdades históricas de gênero, raça e território no Brasil foram consolidadas e aprofundadas pelo crescimento econômico recente.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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