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De acordo com Teixeira e Valle (1996), o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde dos homens e dos animais, à preservação do meio ambiente e à qualidade dos resultados, refere-se ao conceito de:
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O Programa Nacional de Segurança do Paciente foi instituído por meio da Portaria nº 529/2013 com o objetivo geral de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Assinale a alternativa que apresenta os objetivos específicos do referido programa.
I - Promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, da organização e da gestão de serviços de saúde, por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde.
II - Envolver os pacientes e os familiares nas ações de segurança do paciente.
III - Ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente.
IV - Produzir, sistematizar e difundir conhecimentos sobre segurança do paciente.
V - Fomentar a inclusão do tema segurança do paciente no ensino técnico, na graduação e na pós-graduação na área da saúde.
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Criada em 2003, a Política Nacional de Humanização apresenta como uma de suas diretrizes a defesa dos direitos dos usuários. Portanto, isso significa que:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
A Lei Federal nº 8080/1990 dispõe sobre as condições para a promoção, a proteção, a recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. De acordo com o artigo 7º da referida lei, assinale a alternativa que apresenta um princípio do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
As palavras “cemitério” (l. 06) e “imobiliária” (l. 07) são acentuadas graficamente, uma vez que:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
O advogado, quando disse ao agente imobiliário que “'Estão no cemitério, junto com a mamãe deles'" (l. 10), queria que o agente acreditasse que sua mulher e seus outros filhos:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Em “ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa” (l. 03), a conjunção “porque” exprime a relação semântica de:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
No fragmento textual “e o agente perguntou quantos filhos ele tinha” (l. 07 e 08), os verbos “perguntar” e “ter” estão flexionados, respectivamente, nos pretéritos:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
O numeral “doze” (l. 01) é classificado como:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Com relação à posição do acento tônico, no trecho “'Estão no cemitério, junto com a mamãe deles'” (l. 10), assinale a opção INCORRETA.
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