Foram encontradas 60 questões.
Você está de plantão na emergência de um hospital e recebe um paciente politraumatizado devido a um acidente automobilístico envolvendo colisão frontal entre dois veículos de passeio. Na avaliação neurológica, por meio da Escala de Coma de Glasgow atualizada com resposta pupilar (ECG-P), o paciente apresentava as seguintes respostas: abertura ocular ao som, resposta verbal confusa, melhor resposta motora com flexão normal, pupilas fotorreagentes. Qual a pontuação obtida?
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Paciente idoso, 65 anos, admitido em serviço de emergência com queixa súbita de fraqueza muscular de um lado do corpo, confusão mental e disfasia há cerca de 2 horas, foi avaliado pelo médico e encaminhado para tomografia de crânio, com resultado compatível de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), sendo indicado ao tratamento trombolítico intravenoso. Dentre os cuidados apresentados, qual conduta é contraindicada para esse paciente?
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O enfermeiro recebeu paciente na emergência, que, segundo relatos da sua acompanhante, apresenta sinais e sintomas que correspondem a um quadro característico de Infarto Agudo do Miocárdio. Prontamente, o enfermeiro acionou a equipe médica, realizou eletrocardiograma e implementou demais cuidados interdependentes seguindo protocolo preconizado. Com base no reconhecimento dos sinais e dos sintomas, qual das informações pode ter alertado o enfermeiro para o quadro clínico apresentado?
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De acordo com artigo 8º, do Decreto Federal n° 7508/2011, da Presidência da República Federativa do Brasil, o acesso universal, igualitário e ordenado às ações e aos serviços de saúde se inicia pelas Portas de Entrada do SUS e se completa na rede regionalizada e hierarquizada, de acordo com a complexidade do serviço. Marque a alternativa que indica os serviços considerados como Portas de Entrada conforme estabelecido no artigo 9º da referida legislação.
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A Política Nacional de Humanização (PNH) foi criada em 2003 com o objetivo de realizar mudanças nos modos de gestão e nos modos de cuidar em saúde. Para isso, estabeleceu três macro-objetivos, dentre eles o de:
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Com base no artigo 4º, da Portaria nº 1.600/2011, do Ministério da Saúde, assinale a alternativa que apresenta os componentes que constituem a Rede de Atenção às Urgências.
I. Promoção, Prevenção e Vigilância à Saúde.
II. Atenção Básica em Saúde.
III. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e suas Centrais de Regulação Médica das Urgências.
IV. Sala de Estabilização.
V. Força Nacional de Saúde do SUS.
VI. Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) e o conjunto de serviços de urgência 24 horas.
VII. Hospitalar.
VIII. Atenção Domiciliar.
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Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
De acordo com a Resolução – RDC nº 36/2013, a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde, refere-se à definição de:
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O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) tem sido implantado, no Brasil, desde 1993, com o objetivo de:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
O texto em análise apresenta os traços de um gênero textual de base:
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A geração que não consegue se colocar no lugar do outro!
Separada por uma tela, a nova sociedade virtual não alcança o outro, por isso não consegue se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.
A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e a ausência da presença física fazem que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque em seu lugar.
A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência nos faz criar um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito, exposto na mídia social, criou uma disputa na qual um pensa que o outro está melhor que ele, que não precisa dele; então, é ele que tem de correr para alcançá-lo.
[...]
O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, de verdade.
[...] Ama-se tanto a si mesmo ou promove-se tanto esse amor-próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.
Colocar-se no lugar do outro afeta alguns dos comportamentos mais comuns dessa geração: dá preguiça se colocar no lugar do outro e falta tempo para isso.
A capacidade de nos colocarmos na posição do outro advém da incapacidade que, por vezes, temos de anular a prioridade que damos a nós mesmos.
Quanto mais o indivíduo se afasta, mais prioridade dá a outros aspetos da vida, como o trabalho, por exemplo. De outra forma, quanto mais pessoas “sabem” sobre sua vida nas redes sociais, menos questão você faz de, efetivamente, estar com as pessoas, pois elas podem comprovar o contrário do que é exposto virtualmente.
Na era do virtual, temos dificuldade em admitir que somos apenas humanos. Isso nos desliga do outro, fazendo-nos viver cada um a sua realidade inventada e estagnada apenas nas fotos das redes sociais. Temos vidas fictícias, fragmentadas em momentos, e apenas nos alegra o impacto que isso causa ao outro. Um clique.
Adaptado de https://www.resilienciamag.com/a-geracao-que-nao-consegue-se-colocar-no-lugar-do-outro. Acesso em 23/02/2020.
No título do texto, inexiste a virgulação antes do conectivo “que”, porquanto:
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