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Acerca da origem da Didática, marque a opção que apresenta corretamente o autor da obra clássica, Didacta Magna.
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As discussões sobre Didática estão relacionadas ao que se pensa, ao que se reflete e se investiga sobre o processo de ensino. Nesse sentido, leia os itens abaixo e assinale aquele que apresenta, corretamente, o entendimento acerca de um ensino bem-sucedido, de acordo com Libâneo (1994).
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Leia os itens abaixo:
I. “O processo didático efetiva a mediação escolar de objetivos, conteúdos e métodos das matérias de ensino.” (LIBÂNEO, 1994, p. 28)
II. “A didática descreve e explica os nexos, relações e ligações entre o ensino e a aprendizagem; investiga os fatores co-determinantes desse processo [...].” (LIBÂNEO, 1994, p. 28)
Assinale a opção correta.
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De acordo com Libâneo, a Didática é o principal ramo de estudos da Pedagogia. Para esse autor, a Didática investiga:
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No estudo sobre a Didática, José Carlos Libâneo fala sobre a educação intencional e a não intencional. A educação com objetivos definidos conscientemente é considerada:
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O QI médio da população mundial, que sempre aumentou desde o pós-guerra até ao final dos anos 90, diminuiu nos últimos vinte anos. É a inversão do efeito Flynn1.
Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos. Pode haver muitas causas para este fenômeno; uma delas pode ser o empobrecimento da linguagem. Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem; não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as sutilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.
[...] Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento. Estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada decorre diretamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.
[...] Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.
A história está cheia de exemplos, e os textos são vários, de George Orwell, em 1984, à Ray Bradbury, em Fahrenheit 451, que contaram como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.
Não há pensamento crítico sem pensamento. E não há pensamento sem palavras. Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o futuro do pretérito? Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro? Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distingue entre o que teria podido ser, o que foi, o que é, o que poderia vir a ser e o que será, depois de o que poderia ter acontecido haver acontecido? Se um grito de guerra fosse dado hoje, ele deveria ser destinado aos pais e aos professores: Façam os seus filhos, os seus alunos falarem, lerem e escreverem. Ensinem e pratiquem o idioma nas suas mais diversas formas, mesmo que pareça complicado, principalmente se for complicado, porque, nesse esforço, está a liberdade.
Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a grafia, de depurar a linguagem dos seus "defeitos", de abolir os gêneros, os tempos, as nuanças, tudo que cria complexidade são os coveiros do espírito humano. Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza.
CLAVÉ, Christophe. Disponível em: https://dasculturas.com/2020/12/20/o-qi-medio-da-populacao-mundial-diminuiu-nos-ultimos-vinte-anos- christophe-clave/ (acesso em 28/04/2022).
1“Em 1982, James Flynn, um filósofo e psicólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, analisou os manuais americanos para testes de QI e percebeu que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais – assim, os organizadores conseguiram observar um cenário que colocasse lado a lado os testes antigos e os novos”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150304_testes_qi_inteligencia_rm; acesso em 28/04/2022 (nota da banca elaboradora).
No tocante aos pronomes empregados no último parágrafo, qual é a proposição cujo teor apresenta correção quanto à classificação de tais pronomes?
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O QI médio da população mundial, que sempre aumentou desde o pós-guerra até ao final dos anos 90, diminuiu nos últimos vinte anos. É a inversão do efeito Flynn1.
Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos. Pode haver muitas causas para este fenômeno; uma delas pode ser o empobrecimento da linguagem. Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem; não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as sutilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.
[...] Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento. Estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada decorre diretamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.
[...] Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.
A história está cheia de exemplos, e os textos são vários, de George Orwell, em 1984, à Ray Bradbury, em Fahrenheit 451, que contaram como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.
Não há pensamento crítico sem pensamento. E não há pensamento sem palavras. Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o futuro do pretérito? Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro? Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distingue entre o que teria podido ser, o que foi, o que é, o que poderia vir a ser e o que será, depois de o que poderia ter acontecido haver acontecido? Se um grito de guerra fosse dado hoje, ele deveria ser destinado aos pais e aos professores: Façam os seus filhos, os seus alunos falarem, lerem e escreverem. Ensinem e pratiquem o idioma nas suas mais diversas formas, mesmo que pareça complicado, principalmente se for complicado, porque, nesse esforço, está a liberdade.
Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a grafia, de depurar a linguagem dos seus "defeitos", de abolir os gêneros, os tempos, as nuanças, tudo que cria complexidade são os coveiros do espírito humano. Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza.
CLAVÉ, Christophe. Disponível em: https://dasculturas.com/2020/12/20/o-qi-medio-da-populacao-mundial-diminuiu-nos-ultimos-vinte-anos- christophe-clave/ (acesso em 28/04/2022).
1“Em 1982, James Flynn, um filósofo e psicólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, analisou os manuais americanos para testes de QI e percebeu que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais – assim, os organizadores conseguiram observar um cenário que colocasse lado a lado os testes antigos e os novos”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150304_testes_qi_inteligencia_rm; acesso em 28/04/2022 (nota da banca elaboradora).
Com relação às regras de acentuação gráfica e ao trecho “Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos”, qual é a assertiva INCORRETA?
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O QI médio da população mundial, que sempre aumentou desde o pós-guerra até ao final dos anos 90, diminuiu nos últimos vinte anos. É a inversão do efeito Flynn1.
Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos. Pode haver muitas causas para este fenômeno; uma delas pode ser o empobrecimento da linguagem. Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem; não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as sutilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.
[...] Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento. Estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada decorre diretamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.
[...] Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.
A história está cheia de exemplos, e os textos são vários, de George Orwell, em 1984, à Ray Bradbury, em Fahrenheit 451, que contaram como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.
Não há pensamento crítico sem pensamento. E não há pensamento sem palavras. Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o futuro do pretérito? Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro? Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distingue entre o que teria podido ser, o que foi, o que é, o que poderia vir a ser e o que será, depois de o que poderia ter acontecido haver acontecido? Se um grito de guerra fosse dado hoje, ele deveria ser destinado aos pais e aos professores: Façam os seus filhos, os seus alunos falarem, lerem e escreverem. Ensinem e pratiquem o idioma nas suas mais diversas formas, mesmo que pareça complicado, principalmente se for complicado, porque, nesse esforço, está a liberdade.
Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a grafia, de depurar a linguagem dos seus "defeitos", de abolir os gêneros, os tempos, as nuanças, tudo que cria complexidade são os coveiros do espírito humano. Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza.
CLAVÉ, Christophe. Disponível em: https://dasculturas.com/2020/12/20/o-qi-medio-da-populacao-mundial-diminuiu-nos-ultimos-vinte-anos- christophe-clave/ (acesso em 28/04/2022).
1“Em 1982, James Flynn, um filósofo e psicólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, analisou os manuais americanos para testes de QI e percebeu que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais – assim, os organizadores conseguiram observar um cenário que colocasse lado a lado os testes antigos e os novos”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150304_testes_qi_inteligencia_rm; acesso em 28/04/2022 (nota da banca elaboradora).
Neste fragmento textual “Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem”, os dois termos sublinhados exercem a função sintática de:
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O QI médio da população mundial, que sempre aumentou desde o pós-guerra até ao final dos anos 90, diminuiu nos últimos vinte anos. É a inversão do efeito Flynn1.
Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos. Pode haver muitas causas para este fenômeno; uma delas pode ser o empobrecimento da linguagem. Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem; não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as sutilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.
[...] Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento. Estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada decorre diretamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.
[...] Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.
A história está cheia de exemplos, e os textos são vários, de George Orwell, em 1984, à Ray Bradbury, em Fahrenheit 451, que contaram como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.
Não há pensamento crítico sem pensamento. E não há pensamento sem palavras. Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o futuro do pretérito? Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro? Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distingue entre o que teria podido ser, o que foi, o que é, o que poderia vir a ser e o que será, depois de o que poderia ter acontecido haver acontecido? Se um grito de guerra fosse dado hoje, ele deveria ser destinado aos pais e aos professores: Façam os seus filhos, os seus alunos falarem, lerem e escreverem. Ensinem e pratiquem o idioma nas suas mais diversas formas, mesmo que pareça complicado, principalmente se for complicado, porque, nesse esforço, está a liberdade.
Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a grafia, de depurar a linguagem dos seus "defeitos", de abolir os gêneros, os tempos, as nuanças, tudo que cria complexidade são os coveiros do espírito humano. Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza.
CLAVÉ, Christophe. Disponível em: https://dasculturas.com/2020/12/20/o-qi-medio-da-populacao-mundial-diminuiu-nos-ultimos-vinte-anos- christophe-clave/ (acesso em 28/04/2022).
1“Em 1982, James Flynn, um filósofo e psicólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, analisou os manuais americanos para testes de QI e percebeu que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais – assim, os organizadores conseguiram observar um cenário que colocasse lado a lado os testes antigos e os novos”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150304_testes_qi_inteligencia_rm; acesso em 28/04/2022 (nota da banca elaboradora).
Considerando os preceitos da flexão nominal, assinale a opção em que o termo “pensamento hipotético-dedutivo” está pluralizado corretamente.
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O QI médio da população mundial, que sempre aumentou desde o pós-guerra até ao final dos anos 90, diminuiu nos últimos vinte anos. É a inversão do efeito Flynn1.
Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos. Pode haver muitas causas para este fenômeno; uma delas pode ser o empobrecimento da linguagem. Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem; não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as sutilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.
[...] Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento. Estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada decorre diretamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.
[...] Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.
A história está cheia de exemplos, e os textos são vários, de George Orwell, em 1984, à Ray Bradbury, em Fahrenheit 451, que contaram como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.
Não há pensamento crítico sem pensamento. E não há pensamento sem palavras. Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o futuro do pretérito? Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro? Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distingue entre o que teria podido ser, o que foi, o que é, o que poderia vir a ser e o que será, depois de o que poderia ter acontecido haver acontecido? Se um grito de guerra fosse dado hoje, ele deveria ser destinado aos pais e aos professores: Façam os seus filhos, os seus alunos falarem, lerem e escreverem. Ensinem e pratiquem o idioma nas suas mais diversas formas, mesmo que pareça complicado, principalmente se for complicado, porque, nesse esforço, está a liberdade.
Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a grafia, de depurar a linguagem dos seus "defeitos", de abolir os gêneros, os tempos, as nuanças, tudo que cria complexidade são os coveiros do espírito humano. Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza.
CLAVÉ, Christophe. Disponível em: https://dasculturas.com/2020/12/20/o-qi-medio-da-populacao-mundial-diminuiu-nos-ultimos-vinte-anos- christophe-clave/ (acesso em 28/04/2022).
1“Em 1982, James Flynn, um filósofo e psicólogo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, analisou os manuais americanos para testes de QI e percebeu que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais – assim, os organizadores conseguiram observar um cenário que colocasse lado a lado os testes antigos e os novos”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150304_testes_qi_inteligencia_rm; acesso em 28/04/2022 (nota da banca elaboradora).
O sintagma preposicionado “nas esferas pública e privada” pode ser reescrito de forma também correta de qual modo, observando-se, estritamente, as regras morfossintático-semânticas?
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