Foram encontradas 50 questões.
Em uma editora de livros de arte, são utilizados 18 rolos de papel especial para imprimir 45
exemplares de uma edição de luxo. Para o lançamento de uma nova coleção com o mesmo padrão
gráfico, a editora planeja imprimir 120 exemplares. Mantendo o mesmo consumo por livro, quantos
rolos de papel especial serão necessários para realizar essa nova impressão?
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4207710
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Foz Iguaçu-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Foz Iguaçu-PR
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Uma loja de eletrodomésticos vende uma geladeira por R$ 3.000,00 à vista. Para vender a prazo, a loja
cobra uma taxa de juros simples de 3% ao mês. Um cliente decide comprar o produto e pagar o valor
total após 5 meses. Nessa condição, o comprador não dará nenhuma entrada no ato da compra. Qual
será o valor dos juros pagos por esse cliente ao final desse período?
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Um arquiteto desenhou um pedestal de vidro no formato de um prisma reto de base quadrada. Cada
lado da base mede exatamente 4 metros e a altura do objeto é de 12 metros. Com base nesses dados,
qual é o volume total do pedestal?
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Um fazendeiro construiu um cercado circular de raio igual a 6 metros para suas ovelhas. Ele decidiu
dobrar o raio desse cercado para acomodar novos animais de sua criação. Qual é o aumento exato da
área disponível após a expansão do cercado circular?
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Uma rede de farmácias possuía 80 unidades e planejou um aumento de 25% no número de lojas para
este ano. Entretanto, devido a uma crise no setor, a empresa conseguiu inaugurar apenas 10% das
novas unidades que haviam sido planejadas inicialmente. Qual é o número total de lojas que a rede
passou a ter após essas inaugurações?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual a pior fase da vida para ganhar peso, segundo este estudo.
A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da
vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde
O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida,
mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por
pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período
mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura
no futuro.
A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com
múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança
corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.
"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a
um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das
autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."
Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram
cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com
aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.
Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram
ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual a pior fase da vida para ganhar peso, segundo este estudo.
A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da
vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde
O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida,
mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por
pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período
mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura
no futuro.
A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com
múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança
corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.
"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a
um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das
autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."
Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram
cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com
aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.
Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram
ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual a pior fase da vida para ganhar peso, segundo este estudo.
A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da
vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde
O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida,
mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por
pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período
mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura
no futuro.
A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com
múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança
corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.
"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a
um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das
autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."
Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram
cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com
aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.
Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram
ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
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A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da
vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde
O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida,
mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por
pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período
mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura
no futuro.
A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com
múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança
corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.
"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a
um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das
autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."
Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram
cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com
aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.
Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram
ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual a pior fase da vida para ganhar peso, segundo este estudo.
A partir da análise de dados de mais de 600 mil pessoas, os cientistas conseguiram identificar a janela da
vida em que as alterações no corpo elevam mais os riscos à saúde
O impacto do ganho de peso sobre a saúde não depende apenas de quanto se engorda ao longo da vida,
mas também do momento em que isso acontece. Um estudo de larga escala conduzido por
pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, aponta que o início da idade adulta é o período
mais crítico: ganhar peso cedo está associado a um risco significativamente maior de morte prematura
no futuro.
A análise reuniu dados de mais de 600 mil pessoas, acompanhados entre os 17 e os 60 anos, com
múltiplas medições de peso ao longo do tempo, de forma a observar trajetórias reais de mudança
corporal ao longo de décadas, em vez de depender de relatos retrospectivos dos participantes.
"Nossa descoberta mais consistente é que o ganho de peso em uma idade mais jovem está associado a
um risco maior de morte prematura na velhice", afirma Tanja Stocks, epidemiologista e uma das
autoras do estudo, em comunicado. "Isso em comparação com pessoas que ganham menos peso."
Os resultados mostram que indivíduos que desenvolveram obesidade entre os 17 e os 29 anos tiveram
cerca de 70% mais chances de morrer durante o período de acompanhamento, em comparação com
aqueles que não se tornaram obesos antes dos 60 anos.
Em termos práticos, isso significa que, se 10 em cada 1.000 pessoas sem obesidade precoce morreram
ao longo do estudo, esse número sobe para cerca de 17 entre aqueles que ganharam peso mais cedo.
( ) O texto sugere que a cronologia do ganho de peso é um fator tão relevante para a saúde quanto o volume de peso adquirido em si.
( ) A expressão "janela da vida" é utilizada para reforçar a ideia de que existe um período específico em que o corpo humano é mais vulnerável a mudanças de peso.
( ) O estudo é classificado como de "larga escala" devido ao fato de ter sido realizado com um número grande de participantes (600 mil pessoas) em um curto período de tempo.
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