Foram encontradas 40 questões.
Texto I
Rede de ONGs ensina a deter corrupção enquanto é tempo. (Por: Daniel Jelin, 02/11/2013 às 16h27 - Atualizado em 02/11/2013 às 16h27).
Há dois caminhos para combater a corrupção. Um deles é o de punir os malfeitos - e todos sabem como é difícil obter condenações no Brasil, e mais ainda reaver os valores desviados. O outro caminho é o da prevenção, o de se antecipar aos corruptos. É a isso que se dedica o Observatório Social do Brasil (OSB.), uma rede de ONGs que se alastrou por 14 estados. O ponto de partida é a constatação de que boa parte das fraudes pode ser adivinhada nas entrelinhas das licitações. Basta ter acesso à papelada, o olho treinado e (muita.) paciência para desenredar suas tramas. O mesmo método evita que erros que não envolvem má fé, mas saem caro para o contribuinte, sejam cometidos. Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.
A ideia nasceu em Maringá, no Paraná, na esteira de um escândalo de corrupção que estourou na gestão do prefeito Jairo de Moraes Gianoto, tendo por pivô seu secretário de Fazenda, Luiz Antonio Paolicchi. Gianoto se afastou do cargo em 2000, perdeu a reeleição e se retirou da política - e da cidade. Em 2006, foi condenado a 14 anos de prisão por desvio de verbas públicas, sonegação e formação de quadrilha. Em 2010, em nova sentença condenatória, a Justiça cobrou o ressarcimento de estratosféricos 500 milhões de reais em ação por improbidade administrativa. Gianoto recorre em liberdade. Paolicchi foi assassinado em 2011.
Enquanto os processos se arrastavam na Justiça, um grupo de moradores indignados resolveu, em vez de vandalizar as lojas da cidade ou incendiar caminhões, organizar um sistema de fiscalização do poder público que prevenisse futuras tramoias. O marco zero é 2005. Naquele ano, a prefeitura lançou um edital para a compra de 2.918.000 comprimidos para dor de cabeça. Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, "esqueceram" um zero, e o preço saiu por 0,09. Esse singelo "descuido" teria então o efeito de multiplicar por dez o gasto total (de 26.262 mil reais para 262.620 mil reais). Revelada a trapalhada, o processo foi suspenso.
A experiência em Maringá deu tão certo que começou a ser reproduzida por outras cidades. Com o tempo, ganhou um amplo leque de apoios institucionais: Ministério Público, OAB, Federações da Indústria e do Comércio, Receita Federal, Tribunais de Contas, universidades e, principalmente, as Associações Comerciais, que abrigam 70% dos Observatórios Sociais (OS). Atualmente, 77 municípios contam com seus próprios observatórios. Na próxima segunda-feira, Curitiba sedia o quarto encontro nacional, para que as boas práticas de cada unidade sejam compartilhadas pelas demais.
(Disponível em: >http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rede-de-ongs-ensina-a-deter-corrupcao-enquanto-e-tempo/<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Texto II

(Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+a+corrup%C3%A7%C3%A3o+no+brasil&espv=2&biw=1366 bih=667&tbm=isch&imgil=0lVLZaosqyiZNM% 253A%253BdT<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Atente às sentenças abaixo e responda o que se pede:
I- Todos os filhos de seu Manoel, que estudaram, foram bem sucedidos na vida.
II- Todos os filhos de seu Manoel que estudaram foram bem sucedidos na vida.
II- Todos os filhos de seu Manoel que estudaram foram bem sucedidos na vida.
Com relação ao efeito de sentido gerado pela mudança de pontuação entre I e II, é CORRETO se afirmar que:
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Para Crianças recém-nascidas (O a28 dias),o ACS deve verificar, EXCETO:
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Atente ao fragmento abaixo, extraído da internet, e responda o que se pede:

Assinale a alternativa CORRETA considerando-se a regência verbal no enunciado acima:
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Partindo da premissa de que a saúde é um fenômeno eminentemente humano e não um fato biológico- natural, assinale a alternativa CORRETA:
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Texto I
Rede de ONGs ensina a deter corrupção enquanto é tempo. (Por: Daniel Jelin, 02/11/2013 às 16h27 - Atualizado em 02/11/2013 às 16h27).
Há dois caminhos para combater a corrupção. Um deles é o de punir os malfeitos - e todos sabem como é difícil obter condenações no Brasil, e mais ainda reaver os valores desviados. O outro caminho é o da prevenção, o de se antecipar aos corruptos. É a isso que se dedica o Observatório Social do Brasil (OSB.), uma rede de ONGs que se alastrou por 14 estados. O ponto de partida é a constatação de que boa parte das fraudes pode ser adivinhada nas entrelinhas das licitações. Basta ter acesso à papelada, o olho treinado e (muita.) paciência para desenredar suas tramas. O mesmo método evita que erros que não envolvem má fé, mas saem caro para o contribuinte, sejam cometidos. Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.
A ideia nasceu em Maringá, no Paraná, na esteira de um escândalo de corrupção que estourou na gestão do prefeito Jairo de Moraes Gianoto, tendo por pivô seu secretário de Fazenda, Luiz Antonio Paolicchi. Gianoto se afastou do cargo em 2000, perdeu a reeleição e se retirou da política - e da cidade. Em 2006, foi condenado a 14 anos de prisão por desvio de verbas públicas, sonegação e formação de quadrilha. Em 2010, em nova sentença condenatória, a Justiça cobrou o ressarcimento de estratosféricos 500 milhões de reais em ação por improbidade administrativa. Gianoto recorre em liberdade. Paolicchi foi assassinado em 2011.
Enquanto os processos se arrastavam na Justiça, um grupo de moradores indignados resolveu, em vez de vandalizar as lojas da cidade ou incendiar caminhões, organizar um sistema de fiscalização do poder público que prevenisse futuras tramoias. O marco zero é 2005. Naquele ano, a prefeitura lançou um edital para a compra de 2.918.000 comprimidos para dor de cabeça. Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, "esqueceram" um zero, e o preço saiu por 0,09. Esse singelo "descuido" teria então o efeito de multiplicar por dez o gasto total (de 26.262 mil reais para 262.620 mil reais). Revelada a trapalhada, o processo foi suspenso.
A experiência em Maringá deu tão certo que começou a ser reproduzida por outras cidades. Com o tempo, ganhou um amplo leque de apoios institucionais: Ministério Público, OAB, Federações da Indústria e do Comércio, Receita Federal, Tribunais de Contas, universidades e, principalmente, as Associações Comerciais, que abrigam 70% dos Observatórios Sociais (OS). Atualmente, 77 municípios contam com seus próprios observatórios. Na próxima segunda-feira, Curitiba sedia o quarto encontro nacional, para que as boas práticas de cada unidade sejam compartilhadas pelas demais.
(Disponível em: >http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rede-de-ongs-ensina-a-deter-corrupcao-enquanto-e-tempo/<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Texto II

(Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+a+corrup%C3%A7%C3%A3o+no+brasil&espv=2&biw=1366 bih=667&tbm=isch&imgil=0lVLZaosqyiZNM% 253A%253BdT<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Com relação ao enunciado “Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.” (Texto I, inicial), assinale a alternativa CORRETA:
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Texto I
Rede de ONGs ensina a deter corrupção enquanto é tempo. (Por: Daniel Jelin, 02/11/2013 às 16h27 - Atualizado em 02/11/2013 às 16h27).
Há dois caminhos para combater a corrupção. Um deles é o de punir os malfeitos - e todos sabem como é difícil obter condenações no Brasil, e mais ainda reaver os valores desviados. O outro caminho é o da prevenção, o de se antecipar aos corruptos. É a isso que se dedica o Observatório Social do Brasil (OSB.), uma rede de ONGs que se alastrou por 14 estados. O ponto de partida é a constatação de que boa parte das fraudes pode ser adivinhada nas entrelinhas das licitações. Basta ter acesso à papelada, o olho treinado e (muita.) paciência para desenredar suas tramas. O mesmo método evita que erros que não envolvem má fé, mas saem caro para o contribuinte, sejam cometidos. Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.
A ideia nasceu em Maringá, no Paraná, na esteira de um escândalo de corrupção que estourou na gestão do prefeito Jairo de Moraes Gianoto, tendo por pivô seu secretário de Fazenda, Luiz Antonio Paolicchi. Gianoto se afastou do cargo em 2000, perdeu a reeleição e se retirou da política - e da cidade. Em 2006, foi condenado a 14 anos de prisão por desvio de verbas públicas, sonegação e formação de quadrilha. Em 2010, em nova sentença condenatória, a Justiça cobrou o ressarcimento de estratosféricos 500 milhões de reais em ação por improbidade administrativa. Gianoto recorre em liberdade. Paolicchi foi assassinado em 2011.
Enquanto os processos se arrastavam na Justiça, um grupo de moradores indignados resolveu, em vez de vandalizar as lojas da cidade ou incendiar caminhões, organizar um sistema de fiscalização do poder público que prevenisse futuras tramoias. O marco zero é 2005. Naquele ano, a prefeitura lançou um edital para a compra de 2.918.000 comprimidos para dor de cabeça. Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, "esqueceram" um zero, e o preço saiu por 0,09. Esse singelo "descuido" teria então o efeito de multiplicar por dez o gasto total (de 26.262 mil reais para 262.620 mil reais). Revelada a trapalhada, o processo foi suspenso.
A experiência em Maringá deu tão certo que começou a ser reproduzida por outras cidades. Com o tempo, ganhou um amplo leque de apoios institucionais: Ministério Público, OAB, Federações da Indústria e do Comércio, Receita Federal, Tribunais de Contas, universidades e, principalmente, as Associações Comerciais, que abrigam 70% dos Observatórios Sociais (OS). Atualmente, 77 municípios contam com seus próprios observatórios. Na próxima segunda-feira, Curitiba sedia o quarto encontro nacional, para que as boas práticas de cada unidade sejam compartilhadas pelas demais.
(Disponível em: >http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rede-de-ongs-ensina-a-deter-corrupcao-enquanto-e-tempo/<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Texto II

(Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+a+corrup%C3%A7%C3%A3o+no+brasil&espv=2&biw=1366 bih=667&tbm=isch&imgil=0lVLZaosqyiZNM% 253A%253BdT<. Data da consulta: 27/11/2015.)
A melhor expressão que pode estar relacionada a “O crime nosso de cada dia” (texto II), considerando-se o caráter corriqueiro e banal como a corrupção pode estar ocorrendo em diversas instâncias no Brasil, é:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Em relação ao SUS, assinale a alternativa INCORRETA:
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Atente aos versos abaixo para responder as questões seguintes.
Texto III
Vício na fala
“Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados”.
(Oswald de Andrade.)
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados”.
(Oswald de Andrade.)
Texto IV
“Matuto no meio da pista
menino chorando nu
rolo de fumo e beiju
colchão de palha listrado
um par de bêbo agarrado
preto véo rezador
jumento, jipe e trator
lençol voando estendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior”
(Jessier Quirino)
menino chorando nu
rolo de fumo e beiju
colchão de palha listrado
um par de bêbo agarrado
preto véo rezador
jumento, jipe e trator
lençol voando estendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior”
(Jessier Quirino)
Em relação aos textos (III e IV), assinale a alternativa CORRETA:
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Assinale V(verdadeiro) ou F (falso) nas sentenças abaixo e indique a alternativa CORRETA:
( ) De acordo com a CF de 1988, nº Art. 199, a assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 3° - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.
( ) De acordo com a Lei N" 13.097, de 19 de janeiro de 2015, Capitulo xvn, Art. 142, a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar com a seguinte alteração nº "Art. 23: É permitida a participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde nos seguintes casos: I - doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas, de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos; 11 - pessoas jurídicas destinadas a instalar, operacionalizar ou explorar; li - serviços de saúde mantidos, sem finalidade lucrativa, por empresas, para atendimento de seus empregados e dependentes, sem qualquer ônus para a seguridade social; e IV - demais casos previstos em legislação especifica."
( ) De acordo com a Lei N" 13.097, de 19 de janeiro de 2015, Capítulo xvn, Art. 142, a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar com a seguinte alteração n° "Art. 53: Na qualidade de ações e serviços de saúde, as atividades de apoio à assistência à saúde são aquelas desenvolvidas pelos laboratórios de genética humana, produção e fornecimento de medicamentos e produtos para saúde, laboratórios de análises clinicas, anatomia patológica e de diagnóstico por imagem e são livres à participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros."
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Analise as afirmações abaixo com relação ao serviço de correio eletrônico (e-mail):
I- Uma mensagem de e-mail para vários destinatários não permite que mais de um arquivo imagem seja anexado.
II- CCO ou BCC é o campo de endereçamento de uma mensagem eletrônica que permite adicionar destinatários secundários ocultos aos demais.
III- O Microsoft Office Outlook é um programa aplicativo de correio eletrônico que permite ao usuário ler os e-mails baixados previamente sem estar conectado à Internet.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) alternativa(s):
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