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Foram encontradas 40 questões.

Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No texto, predomina a função Emotiva porque a autora:
 

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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No enunciado “Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida”, pode-se afirmar que há uma:
I- Progressão discursiva, construída pela reiteração de termos que acrescentam informações novas.
II- Circularidade discursiva, ocasionada pela repetição de ideias.
III- Redundância viciosa, pois não acrescenta nenhuma ideia nova, contrariando a coerência textual.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s), apenas:
 

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2525229 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A humanização da assistência em fisioterapia sugere a seguinte reflexão e prática:
I- Cabe ao fisioterapeuta reconhecer que as pessoas buscam nos serviços de saúde a resolução de suas necessidades de saúde como sujeitos de direito.
II- O fisioterapeuta, ao acompanhar um paciente, deve considerar a sua individualidade, em suas necessidades específicas, ampliando as possibilidades através das quais possa exercer sua autonomia no tratamento.
III- Através das suas ações, cabe ao fisioterapeuta transformar o modelo assistencial e a humanização do atendimento para que seja garantido ao usuário o direito à informação e ao cuidado em saúde.
IV- O fisioterapeuta deve realizar o trabalho em equipe multiprofissional, priorizando a troca de informações, que devem ser compartilhadas por todos os profissionais da equipe.
V- O fisioterapeuta deve conhecer e pôr em prática os aspectos relativos às políticas de humanização e acolhimento aos usuários.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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2525178 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A Fisioterapia na Saúde Coletiva extrapola a atuação em ambulatórios, clínicas e hospitais e valoriza as ações em saúde nas unidades básicas de saúde, recuperando, em alguma medida, a integralidade do cuidado nas redes de atenção à saúde.
Com base no exposto, jugue as afirmações que seguem:
I- A atuação do fisioterapeuta deve ser voltada principalmente para o estímulo aos hábitos de vida saudáveis, contribuindo para as ações que promovam a saúde integral.
II- As dificuldades de atuação da fisioterapia na atenção básica se dá devido ao déficit de profissionais que atuem no nível primário e secundário, bem como pela carência das instalações físicas e equipamentos.
III- As ações individuais podem alcançar os diversos ciclos de vida. Destaca-se, no entanto, que ambas necessitam de uma forte parceria
com os agentes comunitários de saúde e a equipe interdisciplinar.
IV- Através de ações coletivas o fisioterapeuta pode realizar atividades de educação postural, grupos temáticos com gestantes, idosos, atuando de forma preventiva e terapêutica.
V- Em um contexto histórico a fisioterapia legitima a formação dos profissionais baseada no modelo curativista e pela práxis que prioriza a reabilitação em detrimento da prevenção e promoção.
Conclui-se que são CORRETAS as afirmações:
 

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2524144 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A conduta fisioterapêutica voltada para o paciente queimado em âmbito hospitalar deve ter início o mais precocemente possível. Na fase inicial (primeiros dias) o tratamento fisoterapêutico visa prevenir ou minimizar os déficits funcionais.
Julgue as afirmações abaixo:
I- Posicionamento no leito, transferências e exercícios de amplitude de movimento.
II- Prescrição de órteses a fim de prevenir as contraturas e deformidades.
III- Técnicas manuais paras dessensibilização da pele e prevenção de cicatrizes hipertróficas.
IV- Alternância de decúbito e conduta respiratória.
V- Exercícios para ganho de ADM e uso de vestes compressivas para controlar as cicatrizes.
Dessa forma, são CORRETAS apenas:
 

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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
Analise as proposições e coloque V para verdadeira e F para falsa, em relação ao título do texto e assinale a alternativa que traz a sequência CORRETA.
( ) O título permite claramente prever sobre o que o texto fala.
( ) O início do primeiro parágrafo traz informações claras e pertinentes, em relação ao título.
( ) A leitura do texto permite formular hipóteses sobre a temática e a relação com o título.
 

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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No enunciado “Deve ser bem melhor ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera”, pode-se afirmar que:
I- Há uma sequência de qualificações para o termo “alma”.
II- A expressão “bem melhor” é uma construção adverbial comparativa, que apresenta relação de interdependência entre os termos postos em confronto.
III- Em “na maturidade ou na velhice”, o elo de coesão “ou” marca uma alternância entre termos da mesma área semântica.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s) apenas:
 

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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
No enunciado “Curiosa, perguntou à sua acompanhante: Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?”
 

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2521825 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
Provas:
A Fisioterapia Esportiva alia modalidades terapêuticas como recursos físicos e exercícios. Nas primeiras 24 horas de uma lesão aguda, as modalidades comumente adotadas para restaurar a funcionalidade dos atletas ao seu nível normal são:
 

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A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
O texto pode ser considerado:
 

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