Foram encontradas 40 questões.
Considere a realidade brasileira e analise as proposições a seguir:
I. Há registros de mudanças no domínio das religiosidades. Crenças se multiplicam sob novas formas. No início do terceiro milênio, a experiência coletiva do sagrado e a imaginação religiosa tomam caminhos inéditos, colocando em xeque interpretações simplistas que associavam a modernidade ao mundo laico e racionalista.
II. O Programa Universidade para Todos (ProUni), criado em 2004, tem como finalidade conceber bolsas de estudo integrais ou parciais em instituições privadas de educação superior, garantindo o ingresso progressivo de grupos sociais excluídos em faculdade e universidades.
III. Fazendo de sua bandeira o prosseguimento do Plano Real, a eficiência administrativa e a reforma de Estado, Fernando Henrique Cardoso vence as eleições de 1994. Quatro anos mais tarde, o Congresso aprova o dispositivo da reeleição e durante os oito anos de mandato, este presidente implementou medidas econômicas voltadas à internacionalização da economia, privatização de empresas estatais, desregulamentação de mercados e controle dos gastos públicos.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
A temática predominante do fragmento do texto é:
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Analise as proposições a seguir:
I. Excetuando-se São Vicente, Porto Seguro, Ilhéus e Pernambuco, que prosperaram, todas as demais capitanias fracassaram em seus objetivos originais, e em 1548 deu-se o início do Governo-Geral, embora o sistema de Capitanias Hereditárias só tenha sido extinto no século XVIII.
II. A mandioca, base da alimentação dos nativos, foi incorporada pelos colonizadores e passou a ser cultivada para alimentar os negros, sendo consumida na forma de farinha, pirão, etc. Em alguns momentos, a Coroa, preocupada com a escassez de alimentos, impôs seu cultivo nos engenhos, obrigação esta que efetivamente nunca foi obedecida pelos grandes senhores.
III. No percurso da história religiosa brasileira, a Igreja, embora perseguisse os infiéis e heréticos através da Inquisição, transigia com determinadas práticas dos segmentos populares e étnicos que conviviam na colônia, o que facilitou a permanência de uma religiosidade popular que mesclava tradições bem distintas.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
Do texto “Feridas do esquecimento”, pode-se afirmar que:
I- Proporciona uma reflexão, por meio de um discurso personalizado, conferindo ao tema um certo juízo de valor.
II- É uma narrativa com opiniões estereotipadas, pois apresenta uma percepção da realidade, por meio de fórmulas prontas.
III- Confere originalidade e um modo de sentir e pensar próprios, usando um nível de linguagem simples e acessível.
II- É uma narrativa com opiniões estereotipadas, pois apresenta uma percepção da realidade, por meio de fórmulas prontas.
III- Confere originalidade e um modo de sentir e pensar próprios, usando um nível de linguagem simples e acessível.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s) apenas:
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
A expressão “Certa vez” no primeiro parágrafo funciona como:
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Na década de 1990, com o fim da bipolarização mundial, a OLP e o Estado de Israel assinaram “o acordo de Oslo”.
Assinale a proposição CORRETA:
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Considere a seguinte tabela- verdade:
| p | q | p !$ \wedge !$ q | p !$ \vee !$ q | P !$ \vee !$ q | ( p !$ \wedge !$ q) !$ \rightarrow !$ (p !$ \vee !$ q) |
|
V
V
F
F
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V
F
V
F
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V
F
F
F
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V
F
F
F
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V
V
V
F
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? |
Qual das alternativas corresponde ao resultado da operação lógica?
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No texto, predomina a função Emotiva porque a autora:
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No enunciado “Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida”, pode-se afirmar que há uma:
I- Progressão discursiva, construída pela reiteração de termos que acrescentam informações novas.
II- Circularidade discursiva, ocasionada pela repetição de ideias.
III- Redundância viciosa, pois não acrescenta nenhuma ideia nova, contrariando a coerência textual.
II- Circularidade discursiva, ocasionada pela repetição de ideias.
III- Redundância viciosa, pois não acrescenta nenhuma ideia nova, contrariando a coerência textual.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s), apenas:
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As novas indústrias, que se concentraram basicamente em São Paulo e Rio de Janeiro no período getulista, provocaram dois fenômenos sociais marcantes no período. São eles:
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