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Foram encontradas 40 questões.

2529654 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A participação e implicação da família nos contextos educacionais tanto do aluno quanto da vida escolar, são reivindicadas como centrais para as mudanças que desejamos para a educação. Porém, nos dias atuais os modos de organização familiar têm mudado e os professores e os gestores educacionais precisam estar atentos a essas mudanças. Tendo como parâmetro essas mudanças nas configurações das famílias relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
FH – Família Homoparental
FM – Família Monoparental
( ) Conta com a presença de um só adulto responsável de qualquer um dos sexos.
( ) Abolição e ausência da ordem paterna, sob a qual se instituiu a família monogâmica.
( ) Família com filhos adotivos ou através de procriação medicamente assistida.
( ) Família que conta com a ausência de um dos pais biológicos, assumindo o papel de pai/mãe adultos parentes.
A sequência CORRETA é:
 

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2529368 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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No estágio de desenvolvimento cognitivo descrito por PIAGET como pré-operacional, a criança ainda se caracteriza por ser egocêntrica apresentando dificuldade de se colocar no ponto de vista do outros. Isto permite definir a inteligência da criança entre os 2 e 7 anos como intuitiva, que significa:
 

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2529233 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) apesar de dificuldades para sua implantação na prática, representou avanços importantes no campo da educação inclusiva. Assinale a alternativa que NÃO representa uma premissa desta política.
 

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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
A temática predominante do fragmento do texto é:
 

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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
Do texto “Feridas do esquecimento”, pode-se afirmar que:
I- Proporciona uma reflexão, por meio de um discurso personalizado, conferindo ao tema um certo juízo de valor.
II- É uma narrativa com opiniões estereotipadas, pois apresenta uma percepção da realidade, por meio de fórmulas prontas.
III- Confere originalidade e um modo de sentir e pensar próprios, usando um nível de linguagem simples e acessível.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s) apenas:
 

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2527783 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A Teoria Piagetiana tem sido importante abordagem no meio educacional para discussões sobre desenvolvimento infantil e os processos de ensino e aprendizagem. Há conceitos fundamentais nesta abordagem. Assim, assinale a alternativa que NÃO se enquadra dentro desta abordagem, tendo como pano de fundo a assimilação e acomodação.
 

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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
A expressão “Certa vez” no primeiro parágrafo funciona como:
 

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Considere a seguinte tabela- verdade:
p q p !$ \wedge !$ q p !$ \vee !$ q P !$ \vee !$ q ( p !$ \wedge !$ q) !$ \rightarrow !$ (p !$ \vee !$ q)
V
V
F
F
V
F
V
F
V
F
F
F
V
F
F
F
V
V
V
F
?
Qual das alternativas corresponde ao resultado da operação lógica?
 

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2526606 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Gado Bravo-PB
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB.) foi criada em 1996 significando um marco legal importante para a educação brasileira. Desde este momento até hoje ela passou por algumas alterações que significaram a regularização de dispositivos já presentes na Lei de 1996. Através da Lei 12.796 de 04 de abril de 2013, uma dessas alterações foi confirmada. Assinale a alternativa em que o conteúdo desta alteração está corretamente indicado.
 

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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
No texto, predomina a função Emotiva porque a autora:
 

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