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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
No enunciado “Curiosa, perguntou à sua acompanhante: Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?”
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
O texto pode ser considerado:
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
No enunciado “A beleza e o luxo deixaram-na impressionada”, pode-se afirmar que:
I- É um período simples, com sujeito composto.
II- O termo “na” faz referência à Madre Tereza de Calcutá.
III- A expressão verbal “deixaram-na” pode ser substituída por “largaram-na” sem alterar o sentido do enunciado.
II- O termo “na” faz referência à Madre Tereza de Calcutá.
III- A expressão verbal “deixaram-na” pode ser substituída por “largaram-na” sem alterar o sentido do enunciado.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s).
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
Analise as proposições a seguir e marque a alternativa adequada, em que a autora exprime, predominantemente, uma relação de subjetividade com a criação do texto.
I- Morava uma feiticeira que tricotava freneticamente.
II- Deve ser bem melhor na maturidade ou na velhice ter uma alma adequada.
III- O tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
II- Deve ser bem melhor na maturidade ou na velhice ter uma alma adequada.
III- O tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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O Movimento intitulado de Reforma Psiquiátrica se iniciou na década de 1970 de acordo com MACIEL (2012), com o objetivo de questionar a instituição asilar e prática médica visando humanizar a assistência.
A partir deste movimento, analise as assertivas abaixo.
I. A Reforma Psiquiátrica visa romper com o paradigma que entende a loucura como sinônimo de incapacidade e periculosidade.
II. A Reforma Psiquiátrica busca criar novas formas de internação mais humanas para o doente mental do que práticas de segregação.
III. A Reforma Psiquiátrica busca romper com práticas que adotam e advogam medidas de tutela e de exclusão.
IV. A Reforma Psiquiátrica significou a desconstrução de um pensamento que aceita como natural o atendimento ao doente mental de forma asilar, carcerária, priorizando o isolamento.
Estão CORRETAS:
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Texto 01
A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones, em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal tique-taque, tique-taque tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões e observações, mais uma vez, constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude e do poder; do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre, embalsamados em seus vinte ou trinta anos. Ou ter nos sessenta “alma jovem”, o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor, ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada ou áspera [...]
(LUFT, Lya. In: Veja, 23/12/2013, p. 28).
Marque, nas alternativas a seguir, a única que apresenta intenção comunicativa da autora, em relação a fatos com marco temporal, de forma figurada.
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
No enunciado “Ela, intrigada, indagou a si mesma: por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”, pode-se afirmar que:
I- Há um discurso indireto livre, introduzido depois dos dois pontos, tendo em vista que se expressam duas vozes: a do narrador e a do personagem.
II- O termo “as” é um artigo definido plural, pois se refere a um elemento presente na situação de enunciação.
III- O termo “intrigada” exerce a função sintática de vocativo, pois vem entre virgulas.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s) apenas:
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
Leia a estrofe de Vital Farias, a seguir, e coloque V para Verdadeira e F para Falsa, nas proposições.
“Faz tempo que não te vejo,
Quero matar meu desejo
Te mando um monte de beijo
Quero matar meu desejo
Te mando um monte de beijo
Ai que saudade de ocê”.
( ) O termo “ocê” é uma variante do pronome de tratamento você, e é inadequado o seu uso na estrofe.
( ) Em qualquer domínio social, encontramos grande variação no uso da língua.
( ) Toda variedade linguística confere identidade a um grupo social.
( ) O nível culto da língua é superior às demais variantes linguísticas.
( ) O termo “ocê” é uma variante do pronome de tratamento você, e é inadequado o seu uso na estrofe.
( ) Em qualquer domínio social, encontramos grande variação no uso da língua.
( ) Toda variedade linguística confere identidade a um grupo social.
( ) O nível culto da língua é superior às demais variantes linguísticas.
Assinale a alternativa que traz a sequência CORRETA:
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O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no Brasil se caracteriza como um sistema não- contributivo, descentralizado e participativo que se destina à assistência social, integrando as ações dos entes públicos e das entidades privadas de assistência social. A partir das proteções que o sistema visa garantir, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
| PSA – Proteção Social de Alta Complexidade |
( ) Fortalecimento das ações preventivas, fortalecimento dos vínculos.
|
| PSE – Proteção Social Especial de Média Complexidade | ( ) Acompanhamento especializado, prevenção da institucionalização. |
| PSB – Proteção Social Básica | ( ) Acolhimento personalizado, resgate do convívio. |
A sequência correta é:
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Texto 02
Feridas do esquecimento
Certa vez, tomei conhecimento de um episódio impressionante, que causou um forte impacto sobre a minha vida, especialmente no que diz respeito à importância dos relacionamentos significativos da vida e de como eles se tornam periféricos em nossos dias, sobretudo, por conta do individualismo que tem marcado a nossa geração.
Quando foi receber o prêmio Nobel da Paz, em 1979, Madre Tereza de Calcutá fez menção a uma visita que fizera a um dos mais luxuosos asilos para idosos, na América. A beleza e o luxo deixaram-na impressionada. Contudo, algo a impactou mais ainda: os velhinhos ali colocados pelos próprios filhos tinham no rosto uma profunda expressão de tristeza. Ela, intrigada, indagou a si mesma: “por que tanta tristeza e expressão de dor naquelas pessoas, apesar do conforto material que as rodeava?”
De repente, percebeu que todos eles olhavam para uma grande porta. Curiosa, perguntou à sua acompanhante: “Por que todos olham para a mesma porta? E por que não conseguem sorrir?” A responsável pela visita respondeu-lhe: “Eles olham para aquela porta porque esperam ansiosamente a visita dos filhos, e este semblante triste e distante que trazem no rosto é porque se sentem feridos. Acham que foram esquecidos por seus familiares. Infelizmente, de fato, foram esquecidos pelos seus” [...].
(FERNANDES, Estevam. In: Quando vem a brisa. Rio de Janeiro: Ed.Central, 2009, p. 75).
Em relação ao primeiro parágrafo, pode- afirmar que:
I- Há três orações subordinadas adjetivas, todas introduzidas por pronome relativo.
II- As expressões “um forte impacto” e “a nossa geração” funcionam sintaticamente como objeto direto.
III- O termo “sobretudo” é uma expressão adversativa que contraria uma ideia anterior.
II- As expressões “um forte impacto” e “a nossa geração” funcionam sintaticamente como objeto direto.
III- O termo “sobretudo” é uma expressão adversativa que contraria uma ideia anterior.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s) apenas:
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