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Foram encontradas 40 questões.

230365 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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O gráfico a seguir mostra os valores das contas de telefone (custo da telefonia), em dólares, de uma empresa com filiais nas localidades indicadas.

enunciado 230365-1
Tomando como base o valor do custo da telefonia no Brasil, qual o maior número de contas referentes às outras localidades que, somadas,podem ser pagas com o valor do custo da telefonia do Brasil?
 

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230364 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Um fabricante de suco anuncia que seu produto é 100% natural. Os únicos ingredientes, em ordem da quantidade de maior para a menor, são caldos de laranja, beterraba, caju e maracujá. Na receita deste suco, a quantidade de caldo de laranja é o dobro da quantidade de caldo de beterraba, e assim sucessivamente, uma quantidade é o dobro da quantidade seguinte. Em uma embalagem de 300 mL deste suco, quantos mL são de caldo de maracujá?
 

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230352 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Na fabricação de rapaduras, um produtor no momento de colocá-las na fôrma, antes do endurecimento, tem à disposição dois tipos de fôrmas. Uma destas fôrmas, após o endurecimento, fornece rapaduras com dimensões 20x20x4, e formato de paralelepípedo reto-retângulo, cuja medida da massa é 1 000 g. A outra fôrma produz rapaduras de mesmo formato da anterior, mas com dimensões 10x15x4. Qual é a medida da massa, em gramas, de cada unidade desta outra rapadura?
 

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230349 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Ao manipular o número natural ab, com dois algarismos, uma pessoa troca os seus algarismos de posição e obtém o número ba. Sabe-se que, ao adicionar o número ab com ba, a soma é igual a 121. Qual é o valor da soma dos algarismos a e b?
 

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230344 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Lanche infeliz


"É hora do lanche!". Essa frase, que era dita quase aos gritos pelas crianças quando soava o sinal na escola anunciando o intervalo, costumava ser uma alegria. [...]

O lanche na escola faz mais do que alimentar a criança ou matar sua fome. É ao fazer aquela refeição que o aluno relaxa e se lembra, nem sempre de modo consciente, da segurança de sua casa e da presença e do afeto dos pais. E é isso que refaz a energia da crian- ça e permite que ela retome o seu período de trabalho escolar com mais coragem e mais confiança.

Eu tenho observado o tipo de lanche que os alunos tomam atualmente nas escolas.

Bem, primeiramente temos de lembrar que hoje há dois tipos de escola: aquelas que ainda preservam a tradição de a criança levar seu alimento de casa e aquelas que já oferecem o lanche para os seus alunos.

Por que tantas escolas privadas assumiram mais esse encargo em seu trabalho? Bem, pelo que sei, por dois motivos bem diferentes.

Algumas poucas dessas instituições se preocuparam com a qualidade da alimentação das crianças e assumiram a responsabilidade de educar seus alunos também nesse quesito.

Essas escolas, que atendem principalmente os menores de seis anos, preparam o lanche em seus pró- prios espaços e não se preocupam apenas com a refeição balanceada e/ou com a oferta de alimentos saudáveis para as crianças. Elas incentivam os alunos, ensinam a experimentação e oferecem uma merenda saborosa, bonita e com um aroma que dá água na boca de qualquer adulto! E as crianças se deliciam nessa hora. Dá para perceber a alegria delas na hora do lanche.

Há outras escolas que decidiram oferecer o lanche por solicitação dos pais. Elas contrataram nutricionistas ou empresas que levam os lanches para a escola e, sinto informar: as opções que conheci não pareciam muito apetitosas, não. Tampouco saudáveis do jeito que se fala.

Certamente há nutricionistas por trás desses lanches, mas pode ser que esses profissionais se preocupem mais com o aspecto nutricional dos alimentos do que com as crianças e com sua educação. [...] De vez em quando, consigo ver alguns alunos comendo frutas ou um bolo caseiro no intervalo. Mas essa cena tem sido cada vez mais rara, tanto quanto a alegria das crianças no momento de comer o lanche.

Preparar o lanche de um filho é um ato amoroso. Nestes tempos em que os pais declaram tantas vezes seu amor pelos filhos, por que é que as lancheiras que vão de casa para a escola têm sido assim tão pouco amorosas?

Não vale justificar o problema com a falta de tempo dos pais. [...] Afinal, preparar qualquer refeição para os filhos exige isso: disponibilidade e amorosidade. E dá trabalho.

Mas ter filhos pressupõe mesmo muito trabalho. Inclusive na hora de preparar o lanche que ele irá comer longe de casa [...].


SAYÃO, Rosely. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1270512-lanche-infeliz.shtml>. Acesso em: 7 abr. 2016. [Adaptado].

Na passagem “Essa frase, que era dita quase aos gritos pelas crianças quando soava o sinal na escola anunciando o intervalo, costumava ser uma alegria.”, a referência ao passado é evidenciada
 

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230337 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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enunciado 230337-1

A crítica do autor direciona-se
 

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230336 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Lanche infeliz


"É hora do lanche!". Essa frase, que era dita quase aos gritos pelas crianças quando soava o sinal na escola anunciando o intervalo, costumava ser uma alegria. [...]

O lanche na escola faz mais do que alimentar a criança ou matar sua fome. É ao fazer aquela refeição que o aluno relaxa e se lembra, nem sempre de modo consciente, da segurança de sua casa e da presença e do afeto dos pais. E é isso que refaz a energia da crian- ça e permite que ela retome o seu período de trabalho escolar com mais coragem e mais confiança.

Eu tenho observado o tipo de lanche que os alunos tomam atualmente nas escolas.

Bem, primeiramente temos de lembrar que hoje há dois tipos de escola: aquelas que ainda preservam a tradição de a criança levar seu alimento de casa e aquelas que já oferecem o lanche para os seus alunos.

Por que tantas escolas privadas assumiram mais esse encargo em seu trabalho? Bem, pelo que sei, por dois motivos bem diferentes.

Algumas poucas dessas instituições se preocuparam com a qualidade da alimentação das crianças e assumiram a responsabilidade de educar seus alunos também nesse quesito.

Essas escolas, que atendem principalmente os menores de seis anos, preparam o lanche em seus pró- prios espaços e não se preocupam apenas com a refeição balanceada e/ou com a oferta de alimentos saudáveis para as crianças. Elas incentivam os alunos, ensinam a experimentação e oferecem uma merenda saborosa, bonita e com um aroma que dá água na boca de qualquer adulto! E as crianças se deliciam nessa hora. Dá para perceber a alegria delas na hora do lanche.

Há outras escolas que decidiram oferecer o lanche por solicitação dos pais. Elas contrataram nutricionistas ou empresas que levam os lanches para a escola e, sinto informar: as opções que conheci não pareciam muito apetitosas, não. Tampouco saudáveis do jeito que se fala.

Certamente há nutricionistas por trás desses lanches, mas pode ser que esses profissionais se preocupem mais com o aspecto nutricional dos alimentos do que com as crianças e com sua educação. [...] De vez em quando, consigo ver alguns alunos comendo frutas ou um bolo caseiro no intervalo. Mas essa cena tem sido cada vez mais rara, tanto quanto a alegria das crianças no momento de comer o lanche.

Preparar o lanche de um filho é um ato amoroso. Nestes tempos em que os pais declaram tantas vezes seu amor pelos filhos, por que é que as lancheiras que vão de casa para a escola têm sido assim tão pouco amorosas?

Não vale justificar o problema com a falta de tempo dos pais. [...] Afinal, preparar qualquer refeição para os filhos exige isso: disponibilidade e amorosidade. E dá trabalho.

Mas ter filhos pressupõe mesmo muito trabalho. Inclusive na hora de preparar o lanche que ele irá comer longe de casa [...].


SAYÃO, Rosely. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1270512-lanche-infeliz.shtml>. Acesso em: 7 abr. 2016. [Adaptado].

No trecho “as opções que conheci não pareciam muito apetitosas, não. Tampouco saudáveis”, a palavra “tampouco” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
 

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230335 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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enunciado 230335-1

No último item do texto, o vocábulo “Obs:” é:
 

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230333 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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enunciado 230333-1

Na sugestão de lanche para a segunda, o acréscimo entre parênteses significa que
 

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230329 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Lanche infeliz


"É hora do lanche!". Essa frase, que era dita quase aos gritos pelas crianças quando soava o sinal na escola anunciando o intervalo, costumava ser uma alegria. [...]

O lanche na escola faz mais do que alimentar a criança ou matar sua fome. É ao fazer aquela refeição que o aluno relaxa e se lembra, nem sempre de modo consciente, da segurança de sua casa e da presença e do afeto dos pais. E é isso que refaz a energia da crian- ça e permite que ela retome o seu período de trabalho escolar com mais coragem e mais confiança.

Eu tenho observado o tipo de lanche que os alunos tomam atualmente nas escolas.

Bem, primeiramente temos de lembrar que hoje há dois tipos de escola: aquelas que ainda preservam a tradição de a criança levar seu alimento de casa e aquelas que já oferecem o lanche para os seus alunos.

Por que tantas escolas privadas assumiram mais esse encargo em seu trabalho? Bem, pelo que sei, por dois motivos bem diferentes.

Algumas poucas dessas instituições se preocuparam com a qualidade da alimentação das crianças e assumiram a responsabilidade de educar seus alunos também nesse quesito.

Essas escolas, que atendem principalmente os menores de seis anos, preparam o lanche em seus pró- prios espaços e não se preocupam apenas com a refeição balanceada e/ou com a oferta de alimentos saudáveis para as crianças. Elas incentivam os alunos, ensinam a experimentação e oferecem uma merenda saborosa, bonita e com um aroma que dá água na boca de qualquer adulto! E as crianças se deliciam nessa hora. Dá para perceber a alegria delas na hora do lanche.

Há outras escolas que decidiram oferecer o lanche por solicitação dos pais. Elas contrataram nutricionistas ou empresas que levam os lanches para a escola e, sinto informar: as opções que conheci não pareciam muito apetitosas, não. Tampouco saudáveis do jeito que se fala.

Certamente há nutricionistas por trás desses lanches, mas pode ser que esses profissionais se preocupem mais com o aspecto nutricional dos alimentos do que com as crianças e com sua educação. [...] De vez em quando, consigo ver alguns alunos comendo frutas ou um bolo caseiro no intervalo. Mas essa cena tem sido cada vez mais rara, tanto quanto a alegria das crianças no momento de comer o lanche.

Preparar o lanche de um filho é um ato amoroso. Nestes tempos em que os pais declaram tantas vezes seu amor pelos filhos, por que é que as lancheiras que vão de casa para a escola têm sido assim tão pouco amorosas?

Não vale justificar o problema com a falta de tempo dos pais. [...] Afinal, preparar qualquer refeição para os filhos exige isso: disponibilidade e amorosidade. E dá trabalho.

Mas ter filhos pressupõe mesmo muito trabalho. Inclusive na hora de preparar o lanche que ele irá comer longe de casa [...].


SAYÃO, Rosely. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1270512-lanche-infeliz.shtml>. Acesso em: 7 abr. 2016. [Adaptado].

Na expressão “matar sua fome”, o verbo “matar” equivale a
 

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