Foram encontradas 50 questões.
Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 38 a 40.
Paciente do sexo feminino, de 48 anos, procura atendimento médico para checkup pulmonar. Fuma desde os 12 anos de idade, cerca de 20 cigarros ao dia. Sabe dos males causados pelo cigarro, mas ainda não se sente preparada para cessar o tabagismo. Alega fumar imediatamente ao acordar, sendo este o cigarro que lhe dá maior satisfação. Consegue ficar sem fumar em locais proibidos, mas alega fumar mesmo quando está doente. Refere fumar principalmente à noite.
Qual terapêutica inicial é indicada para essa paciente?
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 38 a 40.
Paciente do sexo feminino, de 48 anos, procura atendimento médico para checkup pulmonar. Fuma desde os 12 anos de idade, cerca de 20 cigarros ao dia. Sabe dos males causados pelo cigarro, mas ainda não se sente preparada para cessar o tabagismo. Alega fumar imediatamente ao acordar, sendo este o cigarro que lhe dá maior satisfação. Consegue ficar sem fumar em locais proibidos, mas alega fumar mesmo quando está doente. Refere fumar principalmente à noite.
Qual grau de motivação dessa paciente de acordo com Prochaska e DiClemente?
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 38 a 40.
Paciente do sexo feminino, de 48 anos, procura atendimento médico para checkup pulmonar. Fuma desde os 12 anos de idade, cerca de 20 cigarros ao dia. Sabe dos males causados pelo cigarro, mas ainda não se sente preparada para cessar o tabagismo. Alega fumar imediatamente ao acordar, sendo este o cigarro que lhe dá maior satisfação. Consegue ficar sem fumar em locais proibidos, mas alega fumar mesmo quando está doente. Refere fumar principalmente à noite.
De acordo com teste de Fagerstrom, qual grau de dependência à nicotina dessa paciente?
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 35 a 37.
Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax.
Espirometria:

Após iniciado medicações prescritas na última consulta, paciente retorna em dois meses para reavaliação. Paciente mantém dispneia aos moderados e pequenos esforços, sem melhora após início das medicações. Qual a conduta nesse momento para o caso?
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 35 a 37.
Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax.
Espirometria:

O tratamento inicial indicado para esse paciente, conforme GOLD 2020, é o seguinte:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 35 a 37.
Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax.
Espirometria:

Após avaliação dos exames e confirmado diagnóstico de DPOC, deve ser classificado como:
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Em relação à tosse crônica, tem-se que:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 31 a 33.
Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
Esse paciente trouxe no mesmo retorno exames laboratoriais apresentados a seguir.
IGE total 1.000, eosinófilos 3% 350
Espirometria: pré-broncodilatador: CVF 3,50 (89%)-VEF1 2,20 (69%)- VEF1/CVF 62%; pós-broncodilatador: CVF 3,90 (95%)- VEF1 3,00 (82%)- VEF1/CVF 76%
Conforme avaliação do caso, o fenótipo para essa paciente é:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 31 a 33.
Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
Esse paciente retornou após 30 dias para reavaliação. Foram realizados questionários de controle da asma, e apresentou ACT e GINA 2020, respectivamente, oito pontos e dois pontos. Nesse caso, a melhor conduta nesse momento para o caso é:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de 31 a 33.
Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
De acordo com o exposto, a classificação do controle da asma, conforme GINA 2020, é:
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