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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 25 anos, sob suspeita clínica de doença desmielinizante, realiza ressonância magnética do crânio e das colunas cervical e dorsal. No relatório, são descritas lesões ovaladas com hipersinal em T2/FLAIR nas seguintes localizações: justa-corticais, periventriculares, ponte e coluna cervical, sendo que algumas delas apresentam realce pelo meio de contraste.
Considerando-se os conceitos definidos pelos critérios revisados de MacDonald (2017), conclui-se que:
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A doença vascular encefálica isquêmica pode determinar diferentes síndromes clínicas a depender do território arterial acometido. A percepção destas síndromes clínicas informadas no pedido médico pode auxiliar o radiologista na percepção de sinais precoces de isquemia intracraniana.

Com base na análise das imagens apresentadas, o território arterial acometido e as respectivas síndromes clínicas proporcionadas são, respectivamente:
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As imagens a seguir referem-se a dois pacientes diferentes, previamente hígidos, com traumatismo cranioencefálico.

Em relação às características das lesões intracranianas evidenciadas tem-se que:
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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente com antecedente de hidrocefalia não comunicante, portador de cateter para drenagem ventricular referindo cefaleia postural, com predomínio na posição ortostática. Relatório de estudo de ressonância magnética do crânio para avaliação da cefaleia descreve na conclusão os seguintes achados: “Espessamento / realce paquimeníngeo difuso, aumento nas dimensões da glândula hipofisária, migração inferior das tonsilas cerebelares e hematomas subdurais bilaterais”.
Considerando a descrição fornecida, a entidade que se encaixa nos padrões é:
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Leia o caso clínico a seguir.
Recém-nascido prematuro (30 semanas) apresentando quadro de hipotonia e rebaixamento do nível de consciência. Estudo ultrassonográfico transfontanela evidencia sinais de hemorragia da matriz germinal, com componente hemorrágico intraventricular e dilatação ventricular, sem alterações no parênquima cerebral.
Em relação à graduação dos achados, devem ser classificados como (classificação de Papile):
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Paciente do sexo feminino, de 63 anos, realiza estudo por ressonância magnética para avaliação de cefaleia, sendo diagnosticado malformação de Chiari tipo I.

A respeito das características da malformação de Chiari tipo I tem-se que:
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A espondilodiscite infecciosa é uma condição pouco frequente do compartimento ósseo, porém um importante diagnóstico a ser considerado em casos de dor não traumática. O agente mais frequente isolado e o segmento mais comumente envolvido nas espondilodiscites infecciosas são, respectivamente:
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Os métodos de imagem são de relevante importância na detecção de focos de endometriose, sendo a ultrassonografia a modalidade primária. A localização preferencial dos focos endometrióticos nos diferentes compartimentos é:
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Paciente do sexo masculino, de 70 anos, realiza estudo tomográfico contrastado para avaliação de lesão renal cística vista em exame ultrassonográfico. Durante a avaliação tomográfica, o radiologista percebe lesão cística (2,0 cm), com septações espessas (cerca de 5 mm) que apresentam realce algo irregular, sem definição de nódulos propriamente ditos de permeio aos septos internos.
Considerando as características morfológicas descritas, a classificação de Bosniak (atualizada em 2019) é:
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Paciente do sexo feminino, de 35 anos, realiza estudo ultrassonográfico de rotina do abdome, sendo detectado nódulo hepático (3,0 cm), com comportamento bastante isoecogênico ao parênquima hepático, ao modo doppler apresentando artéria nutridora central e vasos menores radiais periféricos.
Baseado nestas características, o diagnóstico a ser sugerido é de:
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