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Leia o Texto 7 para responder às questões de 47 a 50.
Texto 7

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020
Os elementos apresentados no Texto 7 confirmam que o gênero discursivo charge
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Leia o texto a seguir para responder às questões 41 e 42.
One of the objectives of the project, Re-imagining Multilingualisms, was to reimagine. The term ‘reimagining’ is something extremely important because imagining and being creative are not things we are used to doing in the academy, not in Linguistics at least! We believe that we are empiricists, that we only look at facts and we make conclusions. We are pseudo-scientists. We make conclusions about what we observe, and we think that what we observe has got nothing to do with what we imagine. On the contrary, it has everything to do with what we imagine.
So, when we analyse things ideologically, what is ideology? It’s exactly an imagination which has been naturalised and institutionalised. And so, whenever we look at the world, we’re looking at it from the eyes of a particular learned knowledge, an ideology. When we are asked to be able to imagine things, it’s a point of being able to break out of our established learning and looking for something new. Imagining is extremely important in the learning process. If it doesn’t happen, there is no learning. This is one of the important things of Freirean pedagogy. For example, he made the distinction between what he called ‘banking pedagogies’ or ‘transmission pedagogies’ where there’s just reproduction and repetition, and ‘transformative pedagogies’, what he called ‘liberatory pedagogies’, which is where creativity is involved, where you break the simple linearity of repetition and transmission. So how does this work? How do you promote creativity? It is by breaking what previously seemed natural and normal. (MENEZES DE SOUZA, 2019, p. 9, ênfase no original)
MENEZES DE SOUZA, L. M. Decolonial pedagogies, multilingualism and literacies. Multilingual Margins, vol. 6 (1), 2019. p. 9-13.
Considering the linguistic elements in the text,
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Texto 7

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020
No Texto 7, a ressalva feita no segundo balão de fala relaciona-se ao seguinte provérbio:
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Texto 7

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020
O contexto do Texto 7 indica que
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Texto 7

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020
Considerando os estudos sobre os letramentos, a finalidade do Texto 7 é
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Uma professora de língua inglesa do ensino fundamental, segunda fase, quando segue as orientações sobre avaliação constantes nos PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental - língua estrangeira, seguindo a visão de avaliação presente no documento, deve
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.
Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
No trecho “Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução”, o valor da locução conjuntiva é de
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Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
O Texto 6 caracteriza-se como um artigo de opinião porque
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- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.
Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
A argumentação desenvolvida no quarto parágrafo tem como característica ser
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em seu componente sobre a língua inglesa, destaca uma problemática referente ao status do inglês na contemporaneidade e traz conceitos atuais que abordam, entre outros aspectos, as relações entre língua, território e cultura. Priorizando o foco da função social e política da língua inglesa, o documento passa a tratá-la em seu status de
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