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Paciente de 48 anos é submetido a transplante renal de doador falecido há um ano. Ele está em investigação atual de linfonodomegalia generalizada e astenia, cuja biópsia de linfonodo suspeito revela doença linfoproliferativa. Sabendo-se que a doença linfoproliferativa pós-transplante pode estar relacionada a infecção latente por vírus, aquele que está associado a tal condição e cuja viremia deve ser monitorada é o
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Leia o caso clínico a seguir.
A.S.S., do sexo feminino, de 64 anos, tem história de diabetes mellitus tipo 1 desde os 16 anos e desenvolveu insuficiência renal estágio final por doença renal do diabetes aos 40 anos. Seu marido era compatível e ela recebeu transplante renal de doador vivo na ocasião. Apesar da estrita adesão ao regime imunossupressor, ela desenvolveu disfunção crônica do enxerto devido a complicações infecciosas e por toxicidade do inibidor de calcineurina. Tem um histórico de carcinoma de células renais em rim nativo há sete anos, curado após nefrectomia nativa. Ela atualmente tem uma taxa de filtração glomerular (TFG) estimada de 15 mL/min/1,73 m², ainda possui fistula arteriovenosa funcionante, não tem nenhum sintoma urêmico ou sinais de hipervolemia. Seu nefrologista começou a planejar nova terapia renal substitutiva. Dada a sua experiência positiva com o transplante e alta qualidade de vida durante os últimos 20 anos, a paciente deseja ser considerada para repetir o transplante renal.
Nesse caso, qual é o melhor plano de tratamento?
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A hemodiálise pode ser indicada nas intoxicações por substâncias passíveis de remoção por esse método, quando há piora clínica progressiva, apesar das medidas de suporte instituídas. São passíveis de remoção pelos métodos dialíticos as substâncias que apresentem:
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M.E.R., do sexo feminino, em diálise peritoneal automatizada há sete anos, com boa adequação dialítica, apresenta há cerca de dois meses mudança do hábito intestinal com tendência a constipação, perda de apetite, ascite e perda ponderal de 4 kg no período. O rastreio para neoplasia foi negativo. A tomografia de abdome revela ascite moderada, espessamento significativo da membrana peritoneal com áreas de calcificação e múltiplas aderências ao mesentério. A hipótese diagnóstica da equipe assistente foi de peritonite esclerosante encapsulante.
Apesar de tratar-se de uma condição rara, alguns fatores de risco já foram identificados; dentre eles, o mais relevante é:
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Paciente do sexo masculino, de 83 anos, sem comorbidades conhecidas, apresentou queda de própria altura há cerca de uma hora. Na sala de emergência, foi percebida perda súbita de força em membros superior e inferior direitos, dificuldade de articular palavras, ritmo cardíaco irregular, glicemia capilar 98 mg/dL, pressão arterial 168x105 mmHg. O paciente alegava não ter problema algum e não entendia o porquê de estar no hospital. Tomografia de crânio não contrastada foi normal.
A conduta que deve ser tomada agudamente neste caso, e que está relacionada a maiores taxas de sobrevida e de melhor desempenho funcional após o evento neurológico agudo, é a seguinte:
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F.A.S., do sexo feminino, de 25 anos, previamente hígida, apresentou proteinúria de início recente, de até 7g na urina de 24 horas e hipertensão no momento do parto, compatível com pré-eclâmpsia. No pós-parto, a proteinúria persistiu e, seis meses após o parto, a excreção urinária de proteína ainda era de 2 g em 24 horas. Os níveis séricos de albumina e perfil lipídico estavam dentro da normalidade, sorologias negativas, índice de massa corporal normal, não fumante. Foi realizada biópsia renal.
Nesse caso, qual a lesão renal mais comumente associada a uma história de pré-eclâmpsia?
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Paciente do sexo feminino, de 62 anos, previamente diabética e hipertensa, apresenta perda súbita de força em braço e perna direitas, dificuldade de se comunicar, há cerca de três horas. Estava cuidando do jardim, acompanhada de seu neto, após o café da manhã, quando os sintomas começaram. Ao exame físico, apresenta-se com escala de Glasgow de 12 pontos (abertura ocular: 4; resposta verbal: 2; resposta motora: 6), PA 177x103 mmHg, glicemia capilar de 298 mg/dL, hemiparesia direita.
Qual é a conduta inicial mais apropriada a esta situação?
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I.E.R., do sexo feminino, de 70 anos, é trazida ao pronto-socorro com confusão mental, náuseas e vômitos há um dia. Iniciou tratamento com clortalidona, 25 mg/dia, há uma semana, para tratar hipertensão recém-diagnosticada. Ao exame físico, tem mucosas secas, encontra-se desorientada no tempo e no espaço, sem edema e afebril; frequência cardíaca de 105 bpm, pressão arterial de 95/60 mm Hg, frequência respiratória de 14 rpm e saturação de oxigênio de 100% em ar ambiente. O clínico geral inicia o tratamento com solução salina a 0,9%, 1 L nas primeiras duas horas e pede avaliação da nefrologia com urgência, após checar o resultado dos exames laboratoriais: sódio sérico de 104 mmol/L, potássio sérico de 2,8 mmol/L, ureia sérica de 77 mg/dL e creatinina sérica de 1,4 mg/dL. Durante avaliação, a paciente apresenta uma crise convulsiva generalizada. Após o tratamento adequado, não ocorre mais atividade convulsiva e o [Na+] de controle é 108 mEq/L.
Nesse caso, qual conduta específica foi tomada no momento da crise e qual estratégia de seguimento é mais adequada?
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Paciente do sexo feminino, de 25 anos, queixa-se de cefaleia de moderada intensidade, pulsátil, de predomínio bitemporal. Quadro iniciado com sintomas visual sugestivos de escotomas cintilantes e cervicalgia intensa, após prática de crossfit. Comparece ao pronto atendimento com piora de sintomas, sem conseguir se manter de pé, chorosa e ansiosa.
O provável diagnóstico e a melhor conduta para este caso são, respectivamente:
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Paciente do sexo masculino, de 36 anos, passou a apresentar há algumas semanas dor hemicraniana direita, súbita, lancinante, recorrente, com cerca de 20 minutos de duração, acompanhada de hiperemia conjuntival. Há cerca de um ano, apresentou episódios semelhantes. Chegou ao pronto atendimento em busca de alívio para seus sintomas.
O diagnóstico e a conduta imediata, nesse caso, são:
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