Magna Concursos

Foram encontradas 30 questões.

2830455 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Enunciado 3067523-1

Disponível:em: <https://www.facebook.com/Deposito

DeTirinhas/photos/a.261740517207326/21663495234 13073/?type=3&theater>. Acesso em: 15 jul. 2020.

O texto mostra que o menino aprendeu que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830454 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Enunciado 3067522-1

Disponível:em: <https://www.facebook.com/Deposito

DeTirinhas/photos/a.261740517207326/21663495234 13073/?type=3&theater>. Acesso em: 15 jul. 2020.

O texto mostra que os seres humanos

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830453 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

O uso da vírgula em “– E como a gente consegue isso, vovó?” indica que “vovó” é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830452 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

No primeiro parágrafo, o emprego de aspas duplas no enunciado “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história” tem a função de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830451 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

No texto, os termos “velha” e “anciã” são usados com o mesmo sentido. Esse é um caso de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830450 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

No mundo da anciã, contar histórias dos animais para as crianças é uma forma de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830449 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

A anciã entende que a aprendizagem ocorre entre

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830448 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830447 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

Para contar e ouvir histórias é necessário estar com

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2830446 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A onça e raposa

Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.

– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.

A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.

– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.

– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.

No texto, o momento do dia apropriado para contar histórias é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas