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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Governador Lindenberg-ES
“O Espírito Santo está dividido em dez Regiões Turísticas que, ricas em sua diversidade, unem lazer, negócios, eventos, gastronomia, cultura, história e belezas naturais.”
De acordo com esta divisão, o município de Governador Lindenberg faz parte da:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Governador Lindenberg-ES
Consta na lei orgânica do município de Governador Lindenberg que:
Art. 70 O Município instituirá, no âmbito de sua competência, regime jurídico e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas municipais. § 1° A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório, observará:
I - a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira;
II - os requisitos para a investidura;
III - as peculiaridades dos cargos.
A alternativa CORRETA é:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Governador Lindenberg-ES
A Lei Orgânica do município de Governador Lindenberg traz como um dos objetivos fundamentais do município:
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Sobre a frase do título do texto: “História de bem-te-vis”, marque a alternativa INCORRETA.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a figura de linguagem que constrói a frase: “E o passarinho: ‘Bem-bem-bem-te-te-tevi- vi-vi...’”.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a palavra escrita com duplo dígrafo.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a alternativa que apresenta, entre outros termos, um substantivo sobrecomum.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a alternativa cujas palavras estão escritas com encontro consonantal na mesma sílaba.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Dentre as críticas contidas no texto, marque o trecho que se pode relacionar com melhor propriedade ao som do canto dos bem-te-vis com o despreparo dos falantes da Língua Portuguesa.
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HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos
meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi
caprichoso, muito moderno, que se recusava
a articular as três sílabas tradicionais do seu
nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...”
com a maior irreverência gramatical. Como
dizem que as últimas gerações andam muito
rebeldes e novidadeiras, achei natural que
também os passarinhos estivessem
contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho –
ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com
a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se
a uma audácia maior. Não quis saber das duas
sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e
brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu
ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter
viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha
voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão
progressistas, que rompem com o canto da
família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos
fortes que agora saem do mato de repente e
disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi
cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!”
Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho
mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir:
“Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso
comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa
igual. Mas as crianças, que sabem mais do que
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram,
pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um
bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a frase que exemplifica opinião da voz do texto.
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