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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
Observe o fragmento:
“É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam”.
O verbo “ver”, nesse contexto, obedece à mudança gráfica:
 

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1399104 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
A LDB Nº 9394/96, Art. 26, § 3º, estabelece que a Educação Física é uma área de conhecimento integrada à proposta pedagógica. “ Receber o mesmo tratamento dispensado aos demais componentes curriculares, como por exemplo, ter horário garantido na grade curricular do turno e não ser utilizada como moeda de troca na negociação para que os educandos se comportem durante as outras aulas.” (SEEMG, 2006, p.10)
Considerando a afirmativa acima, sua especificidade, os conhecimentos adquiridos e sua afirmação como tal, é INCORRETO afirmar que a Educação Física:
 

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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
A argumentação fundamentada entre os parágrafos 3 e 4 se dá por meio de
 

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1397004 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Na década de 80, surgiram perspectivas que apontaram para o pensar em uma Educação Física como práticas corporais de movimento e que se consolidaram a partir da década de 90.
Numere as colunas, identificando as características de cada proposta.
COLUNA I
1- Crítico-Superadora
2- Crítico-Emancipatória
3- Construtivista
4 - Desenvolvimentista
COLUNA II
( ) é importante a sua preocupação em dois níveis: na questão da garantia da especificidade da área e na valorização do conhecimento sobre as necessidades e as expectativas dos alunos nas diferentes faixas etárias.
( ) é inegável o seu valor nas transformações que temos observado na Educação Física escolar, embora, principalmente no início do seu aparecimento, tenha gerado algumas dúvidas, especialmente quanto ao papel da disciplina na escola - apêndice de outras áreas.
( ) Primeiramente a sua preocupação com a emancipação do aluno a partir das aulas de Educação Física, na busca de uma sociedade mais justa e na preocupação com a construção de propostas práticas, possíveis de serem implementadas e que possam colaborar efetivamente para o atendimento dos objetivos previamente propostos.
( ) Tem nos alertado sobre a importância de a Educação e de a Educação Física contribuírem para que as mudanças sociais possam ocorrer diminuindo as desigualdades e as injustiças sociais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

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1396664 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Os princípios que norteiam a Educação Física escolar estão nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s). Marque a alternativa em que os três aspectos fundamentais que permeiam a reflexão e discussão da prática pedagógica estejam corretamente destacados:
 

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1396241 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais, avalie as afirmações abaixo:
I. Propõem uma mudança de enfoque em relação aos conteúdos curriculares.
II. O conteúdo é visto como um fim em si mesmo.
III. Os conteúdos e o tratamento que a eles deve ser dado assumem o papel central na operacionalização dos propósitos da escola, dinamizados e transformados em ações educativas.
São CORRETAS:
 

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A questão abaixo se refere ao livro: Escola e Democracia: teorias da educação
Saviani (1989) classifica as teorias educacionais em dois grupos, as teorias não-críticas e as teorias crítico-reprodutivas. No primeiro grupo, inserem-se as teorias que entendem a educação como uma superação da marginalidade, enquanto que no segundo entendem a educação como um fator de marginalização.
Analise e complete as afirmativas abaixo:
I. A busca pela minimização das interferências subjetivas, visando à máxima eficiência da educação é um dos principais pontos desta teoria, formulada em meados do século XX. A organização racional passa a ser o elemento principal, delegando a posição secundária aos alunos e professores, que são apenas executores, de um planejamento de especialistas. Trata-se da abordagem denominada: _________________________________
II. Formulada no final século XIX, esta teoria coloca o aluno no papel principal e o professor como um estimulador da aprendizagem. A aprendizagem seria um processo espontâneo, decorrente do ambiente estimulante, que se dá pela relação entre aluno e professor, e ao agrupamento dos alunos segundo as suas próprias áreas de interesse. Trata-se da ____________________________.
III. Essa teoria foi inspirada no princípio de que a educação é um direito de todos e dever do estado. Seu papel é difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela sociedade de maneira lógica e tem como centro o professor, que transmite esse conhecimento aos alunos. Trata-se da abordagem denominada _________________________________.
A opção que identifica adequadamente as abordagens acima é:
 

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Os termos em destaque, nos fragmentos retirados da Revista Você S/A, p. 45 – 55, correspondem aos referentes entre parênteses, EXCETO:
 

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1392916 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
O esporte é um dos fenômenos mais expressivos da atualidade. Para compreender o esporte como se apresenta hoje em nossa sociedade, é fundamental apreender o seu significado, historicamente construído e culturalmente modificado, precisando ser entendido no contexto mais amplo da sociedade capitalista (BRACHT, 1997
 

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Texto 1
Segundo J. Carlos Libâneo, “educar (em latim, educare) é conduzir de um estado para outro, é modificar numa certa direção o que é suscetível de educação. O ato pedagógico pode, então, ser definido como uma atividade sistemática de interação entre os seres vivos sociais, tanto no nível do intrapessoal como no nível da influência do meio”.
Texto 2
“Cada povo tem um processo de educação pelo qual transmite a cultura, seja de maneira informal ou por meio de instituições como a escola. No entanto, nem sempre o homem reflete especificamente e de maneira rigorosa sobre o ato de educar”.
Texto 3
“A revalorização da profissão de magistério deve começar pelos cuidados com a formação do professor. Tornar os cursos de magistério momentos efetivos de reflexão sobre a educação é condição para a superação meramente burocrática em que mergulham muitos desses cursos”.
ARANHA,M. Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1994. (p. 50, 108, 152 )
Analisando os textos I, II e III, assinale as afirmativas utilizando (V) para as verdadeiras, e (F) para as falsas:
I. ( ) O texto I refere-se ao ato de educar, presumindo a interligação entre três componentes: um agente, uma mensagem transmitida e um educando. Neste sentido, a educação deve ser compreendida inserida no contexto histórico-social.
II. ( ) O segundo texto aborda a importância de uma educação flexível, na qual os direitos às diferenças, à educação e à cultura se alimentam historicamente das mesmas raízes democráticas.
III. ( ) O terceiro texto aponta para a relevância na formação de professores, podendo-se destacar três aspectos: qualificação, formação pedagógica e formação ética e política.
 

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