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Foram encontradas 40 questões.

Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
A afirmativa que NÃO está de acordo com o texto é:
 

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“Não há docência sem discência”. Em seu texto, Freire (2000) discute a importância de uma reflexão envolvendo a formação docente e a prática educativo-crítica em favor da autonomia dos educandos. Avalie as afirmativas abaixo:
I. A temática abordada incorpora a análise de saberes fundamentais, apresentando elementos constitutivos para a compreensão da prática docente enquanto dimensão social da formação humana.
II. A tarefa do educador não se resume apenas em ensinar os conteúdos, mas ensinar a pensar certo, exigindo rigorosidade metódica. Ensinar, aprender e pesquisar envolvem dois momentos do ciclo gnosiológico.
III. O ato de ensinar exige a corporeificação das palavras através do exemplo. Uma vez que, não há pensar certo fora de uma prática testemunhal que o re-diz em lugar de desdizê-lo.
IV. Na formação permanente dos professores, ensinar exige reflexão crítica a respeito da prática, é pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática.
Verifica-se que estão CORRETAS as afirmativas:
 

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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
O título “Você se Considera um Empreendedor?” tem o objetivo de:
 

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1411037 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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READ THE FOLLOWING TEXTS AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THE TEXTS:
TEXT 01
Does good teaching equal good learning?
Submitted by Alan Maley on 13 December, 2009 - 12:11
Once we start to consider what good teachers need to do, we come up with enormously long lists, and come to realize just how complex the job of teaching is. They need to plan, to control, to present, to monitor, to react to feedback, to offer a model, to motivate, and so on. And these labels are also over-simplifications. For example, the teacher needs to simultaneously control what happens while empowering learners, leaving space for them to learn. Teachers need to provide input yet also to promote learner discovery. They need to motivate in the short term ('keeping them awake') while keeping them interested in the long term ('keeping them alive'). They need to plan but not to become the slaves of their plans but to remain receptive to what is happening 'in the moment'.
Above all, they need to offer engaging, varied, non-trivial input in the form of content and activities. This implies finding things that learners will find both interesting and relevant.
But what teachers do is contingent on how learners respond to it. There are some obvious but nonetheless important differences between teaching and learning. Whereas teaching is a public, observable act, learning is private and largely unobservable. Teaching is intentional - the teacher has in mind what he/she wants to teach, but learning is largely unconscious. Teaching is an intermittent activity (so many minutes per lesson, so many lessons per week, etc.) but learning is a process which goes on outside these time frames. The teacher must assume that there is a degree of predictability in the teaching whereas unpredictability is the only certainty.
This reminds me of Norman Whitney's wise observation: that any classroom event is unpredictable, unrepeatable, unobservable (in every detail) and has unforeseen, long-term consequences.
So teaching is very much a process of seeing 'through a glass darkly'. Perhaps the best teachers are those who, while well-informed and well-trained, are also those best able to live with the unexpected.
(Adapted from: http://www.teachingenglish.org.uk/blogs)
The pronoun This in: “This reminds me of …” (paragraph 4), refers to the fact that the teaching process is
 

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1407991 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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READ THE FOLLOWING TEXTS AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THE TEXTS:
TEXT 01
Does good teaching equal good learning?
Submitted by Alan Maley on 13 December, 2009 - 12:11
Once we start to consider what good teachers need to do, we come up with enormously long lists, and come to realize just how complex the job of teaching is. They need to plan, to control, to present, to monitor, to react to feedback, to offer a model, to motivate, and so on. And these labels are also over-simplifications. For example, the teacher needs to simultaneously control what happens while empowering learners, leaving space for them to learn. Teachers need to provide input yet also to promote learner discovery. They need to motivate in the short term ('keeping them awake') while keeping them interested in the long term ('keeping them alive'). They need to plan but not to become the slaves of their plans but to remain receptive to what is happening 'in the moment'.
Above all, they need to offer engaging, varied, non-trivial input in the form of content and activities. This implies finding things that learners will find both interesting and relevant.
But what teachers do is contingent on how learners respond to it. There are some obvious but nonetheless important differences between teaching and learning. Whereas teaching is a public, observable act, learning is private and largely unobservable. Teaching is intentional - the teacher has in mind what he/she wants to teach, but learning is largely unconscious. Teaching is an intermittent activity (so many minutes per lesson, so many lessons per week, etc.) but learning is a process which goes on outside these time frames. The teacher must assume that there is a degree of predictability in the teaching whereas unpredictability is the only certainty.
This reminds me of Norman Whitney's wise observation: that any classroom event is unpredictable, unrepeatable, unobservable (in every detail) and has unforeseen, long-term consequences.
So teaching is very much a process of seeing 'through a glass darkly'. Perhaps the best teachers are those who, while well-informed and well-trained, are also those best able to live with the unexpected.
(Adapted from: http://www.teachingenglish.org.uk/blogs)
The prefixes “over” in the word “over-simplifications” (paragraph 1) and ”un” in the word unpredictability “ (paragraph 3) convey respectively an idea of
 

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Zabala (1998) propõe a aprendizagem dos conteúdos segundo a tipologia descrita abaixo,ao invés da classificação dos tradicionais conteúdos por disciplina.
1. Conteúdos factuais e conceituais
2. Conteúdos procedimentais
3. Conteúdos atitudinais
Partindo dessa tipologia, numere as sentenças abaixo de acordo com a definição dos conteúdos acima:
( ) É um conjunto de ações ordenadas e com um fim, dirigidas para a realização de um objetivo. Incluem entre outras coisas as regras, as técnicas, os métodos, as destrezas ou habilidades, as estratégias.
( ) Sua singularidade e seu caráter descritivo e concreto são um traço definidor. O ensino está repleto desses conteúdos, que na maioria das vezes reproduzem e se produzem de forma literal.
( ) São termos abstratos, os conceitos se referem ao conjunto de fatos, objetos ou símbolos que possuem características comuns.
( ) As características diferenciadas da aprendizagem destes conteúdos encontram-se relacionados com a distinta importância dos componentes cognitivos, afetivos ou condutuais que contém cada um deles.
A sequência numérica CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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1407515 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Com o ensino da língua estrangeira espera-se que o aluno seja capaz de, sobretudo,
 

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1406652 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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TEXT 02
Learning from students via teaching
Submitted on 13 December, 2009 - 16:54
Dear Alan
I liked the way you're describing teaching and learning. It's fantastic!
You have raised a very important question I am asked very often by young teachers: How do we learn from our learners? Is it really possible? Aren't we teachers who teach them? You managed to do it in a very simple way :-). Thanks for this!
I would like you to give an answer to this other question:
What is necessary for a teacher (a specific quality or anything else) to be able to learn from students/learners while teaching?
Thank you in advance. Warmest wishes from Ukraine,
Zira
(Adapted from: http://www.teachingenglish.org.uk/blogs)
In the excerpts “You have raised a very important question” and “How do we learn…? the underlined verbs are respectively in the
 

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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
Releia a seguinte passagem texto:
“Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade...”
O uso do termo “realmente” demonstra uma:
 

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A perspectiva multicultural na abordagem da dinâmica pedagógica constitui uma preocupação recente e crescente a nível internacional. Nesta direção, Candau (2002) ressalta a importância do reconhecimento da pluralidade de experiências culturais que moldam a sociedade contemporânea e suas relações. Sobre o multiculturalismo, política e educação multicultural é INCORRETO afirmar:
 

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