Foram encontradas 40 questões.
No cenário hospitalar, medicina e psicologia aproximam-se, articulam-se, divergem, coexistem e tratam o mesmo paciente. Analise as assertivas abaixo, julgando-as verdadeiras ou falsas, no que se referem a fatores que dificultam a relação médicos-psicólogos:
I. Paradigmas teóricos distintos, linguagens distintas e competitividade profissional.
II. Desconhecimento ou conhecimento insuficiente por parte dos médicos a respeito dos serviços psicológicos, desconhecimento ou conhecimento insuficiente dos psicólogos acerca do setting médico e indefinição das fronteiras profissionais.
III. Falta de uma linguagem comum às duas disciplinas e dificuldade dos psicólogos em traduzir termos e conceitos psicológicos para uma linguagem compreensível aos médicos.
IV. Fixação psicossocial por parte dos psicólogos e fixação no modelo biomédico por parte dos médicos.
Estão corretos os itens:
Provas
A historiogafia realça a colonização do Brasil, dentro da ótica do mercantilismo. Em razão desse objetivo, a preocupação foi colonizar o nordeste, onde o lucro da cana de açúcar era mais latente. A visão ocupacional litorânea, ofuscou o interesse em colonizar o interior. Este descuido português, fez com que um outro país europeu, buscasse a descoberta do rio Tocantins, caminho para o conhecimento e exploração do hoje estado do Tocantins. Estamos nos referindo:
Provas
Assinale a alternativa em que NÃO há relação entre as duas colunas quanto à classificação dos substantivos:
Provas
Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Com relação aos 100 anos de libertação dos escravos e aos 100 anos de Proclamação da República, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:
Provas
Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Assinale a opção em que há ERRO na relação entre a ideia e o parágrafo indicado entre parênteses.
Provas
Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Tendo em vista o desenvolvimento do texto, assinale a alternativa que justifica o título “Cinzas da Inquisição”:
Provas
Quatro são as regiões geográficas existentes no estado do Tocantins. Aponte a alternativa em que não aparece uma dessas quatro regiões.
Provas
No contexto hospitalar, há vários fatores que dificultam o trabalho em equipe. Assinale o item que não faz parte desse quadro:
Provas
Sobre a inserção e atuação do Psicólogo em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), junto ao paciente, equipe e família, analise as afirmativas.
I. O quadro clínico considerado como grave dos pacientes de UTI faz com que esses sejam automaticamente considerados como terminais, devendo assim ser tratados pelo Psicólogo.
II. Em um serviço de UTI, o Psicólogo deve assistir os familiares permitindo que estes possam expressar seus sentimentos em relação ao doente e favorecer o contato com ele.
III. O psicólogo deve, segundo recomendam os médicos, interromper o acompanhamento psicológico caso esteja atendendo um paciente que venha a ficar Fora de Possibilidades Terapêuticas (FPT).
IV. Na comunicação com o paciente fragilizado, é tecnicamente sugerido que o Psicólogo use expressões carinhosas como “abra a boquinha”, “coma a comidinha”, “meu benzinho”, porque, embora sejam expressões infantis, favorecem o vínculo e aumentam a confiança do doente na equipe de saúde.
V. Um dos exercícios de relaxamento indicado para pacientes graves consiste na adaptação da técnica autógena de Schultz, através da qual, estimula-se a imaginação ativa, criando condições de relaxamento para os grupos musculares do corpo, pela indução da sensação de calor e do estado pesado e relaxado de músculos, tendões e órgãos, seguido de uma transposição a um lugar seguro e confortável.
Estão corretas as afirmativas:
Provas
O vocábulo ANOITECER é formado por:
Provas
Caderno Container