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O método de classificação de materiais, segundo a curva ABC, é uma das estratégias aplicadas para o controle de gastos com estoque. Segundo esse procedimento, os materiais de consumo podem ser divididos em três classes. Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Classe C: Agrupa cerca de 20% dos itens, cuja importância em valor é grande, representando cerca de 80% do valor do estoque.
( ) Classe A: Abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um pequeno número de medicamentos, cerca de 20% dos itens, que representa cerca de 80% do valor total do estoque.
( ) Classe B: Representa um grupo de itens em situacão e valores intermediários entre a classe A e C, sendo 15% do total de itens em estoque e que consomem 15% dos recursos.
( ) Classe C: Agrupa cerca de 70% dos itens, cuja importância em valor é pequena, representando cerca de 20% do valor do estoque.
( ) Classe A: Abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um grande número de medicamentos, cerca de 80% dos itens, que representa cerca de 20% do valor total do estoque.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Um episódio doméstico foi um dos momentos que indicaram a ela que havia problemas com sua audição.
II. Paula preferiu, por um tempo, passar por situações vexatórias do que admitir sua surdez.
III. Um procedimento médico insatisfatório levou Paula a ter medo de encarar novas soluções para seu problema.
Quais estão corretas?
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Metade dos habitantes do planeta está nas redes sociais
Cerca de 45% dos habitantes de todo o planeta estão presentes nas mídias sociais. São 3,5 bilhões de pessoas conectadas em redes como Facebook, segundo o relatório Global Digital Report 2019, da empresa We Are Social.
De acordo com a empresa, apesar de controvérsias sobre privacidade, hackeamento de dados e fake news, entre outros aspectos negativos das redes sociais, o mundo continua a abraçar as mídias sociais cada vez mais, e esse crescimento não dá sinais de que vai desacelerar.
Cerca de um milhão de pessoas ganham acesso à internet por dia, no mundo, crescimento que claramente abastece as redes sociais. A única região do globo que é uma exceção a essa constatação é a África, que ainda um índice de uso de redes sociais baixo, de 7%.
Já na América do Norte (70%), América do Sul (66%) e Norte da Europa (67%), por exemplo, uma grande porcentagem dos usuários de internet estão nas redes sociais.
Segundo o relatório, dos 10 sites mais acessados do mundo, quatro são mídias sociais: Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, que é uma plataforma de vídeo, mas também é considerada uma rede social em muitas análises.
Quando analisamos apenas as mídias sociais, o Facebook aparece em primeiro lugar como rede mais utilizada, com cerca de 2,3 bilhões de usuários. Em segundo e terceiro lugar vêm YouTube (1,9 bilhão) e WhatsApp (1,5 bilhão).
Mais do que o número absoluto de usuários, o relatório destacou principalmente o crescimento sólido do Facebook nos últimos cinco anos, passando de 1,12 bilhão de usuários em 2014 para os 2,3 bilhões de 2019, um aumento de 11,5%, em média, por ano.
Outro dado impressionante trazido pelo documento é o número de usuários de celular pelo planeta: 5,1 bilhões, o que é mais ou menos equivalente a toda a população adulta do mundo.
(Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br-/ 27/04/19 – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O verbo ter, ao ser flexionado na terceira pessoal do plural do presente do indicativo assume a forma têm; cujo acento é usado por se tratar de uma palavra homófona. Essa forma – têm – completa corretamente a lacuna no texto.
( ) Os vocábulos dá, já, é são monossílabos; e, por tal razão, devem ser acentuados.
( ) A palavra continua é uma forma verbal; entretanto, caso recebesse acento gráfico sobre a letra ‘i’, em outro contexto, assumiria outra classe gramatical.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Segundo Libâneo, na elaboração de um plano de aula, deve-se levar em consideração, em primeiro lugar, que a aula é um período de tempo variável. Dificilmente completamos em uma só aula o desenvolvimento de uma unidade ou tópico de unidade, pois o processo de ensino e aprendizagem se compõe de uma sequência articulada de fases, quais sejam:
I. Preparação e apresentação de objetivos, conteúdos e tarefas.
II. Desenvolvimento da matéria nova.
III. Consolidação (fixação, exercícios, recapitulação e sistematização).
IV. Aplicação e avaliação.
Quais estão corretas?
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente no trecho “estava num abismo pessoal”, retirado do texto.
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com a mesma função que no trecho a seguir: ‘algo que se conectasse mais com sua experiência de vida”, retirado do texto.
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Se uma prova consta de 10 questões com 5 alternativas cada uma, e entre elas, apenas uma correta, então, é correto afirmar que, entre os possíveis cartões de respostas para essa prova, o número de possibilidades de cartões com exatamente 8 questões corretas é de:
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O eletrocardiograma (ECG) é a reprodução gráfica da atividade elétrica do coração durante o seu funcionamento, registrada a partir da superfície do corpo. Nesse sentido, analise o ECG abaixo e as assertivas que seguem:

I. A seta 1 representa a onda P.
II. Entre a seta 1 e 2 observa-se o intervalo Q - T.
III. As setas 2, 3 e 4 representam o complexo QRS.
IV. A seta 4 representa a onda T.
V. A seta 5 representa a onda U.
Quais estão corretas?
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Durante o atendimento a uma parada cardiorrespiratória (PCR), bem como os cuidados pós-PCR, são utilizadas várias medicações. Referente a tais medicações, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Bicarbonato de sódio.
2. Epinefrina.
3. Amiodarona.
4. Noradrenalina.
5. Dobutamina.
Coluna 2
( ) Indicado para casos de hipotensão severa.
( ) Aumenta a contratilidade do miocárdio.
( ) Antiarrítmico.
( ) Indicado para tratamento de acidose metabólica.
( ) Vasopressor e estimulante cardíaco.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno:
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