Foram encontradas 30 questões.
Nas afirmativas abaixo, indique a alternativa em que o verbo em destaque não está na voz passiva:
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TEXTO
O MEDO DO MENINO
Que barulho estranho
vem lá de fora
vem lá de dentro
Que barulho medonho
no forro,
no porão,
na cozinha,
ou na despensa!...
Será fantasma
ou alma penada?
Será bicho furioso
ou barulhinho de nada? (...)
E o menino encolhido,
fica todo enroladinho.
E se embrulha nas cobertas,
enfia a cabeça no travesseiro
e devagar, devagarinho,
sem segredo,
vem o sono
e some o medo.
Elias José. Segredinho do amor. São Paulo, Modrna1996.
Na 2ª estrofe do poema, há adjuntos adverbiais. Marque V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações:
( ) No forro
( ) Que barulho
( ) Na cozinha
( ) Na despensa
( ) No porão
( ) Barulho medonho
Nessas condições indique a alternativa correta:
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Nas alternativas abaixo, indique a que está com a concordância incorreta:
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Nas afirmativas a seguir, marque V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas:
( ) Acreditam em tudo o que o fulano diz ou sicrano escreve. As palavras em destaque são pronomes indefinidos substantivos.
( ) Os próprios sábios podem enganar-se. A palavra em destaque é pronome demonstrativo.
( ) Fiquei bastante tempo à sua espera. A palavra em destaque é pronome possessivo.
( ) Vossa Santidade acredita que aquilo que o homem está levando não é seu. As palavras destacadas são respectivamente pronomes de tratamento, demonstrativo e possessivo.
( ) O operário feriu-se ao subir no muro. O pronome em destaque se refere ao sujeito da oração. É um pronome com função subjetiva.
Nessas condições assinale a alternativa correta:
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TEXTO:
O BRILHANTE E O OPACO
O vaga-lume, de vago lume esverdeado, fazia voltas e voltas em torno de si mesmo, no encanto indisfarçável de seu próprio brilho. E enquanto revoava pela escuridão da mata, de galho em galho dos arbustos, pensava com seus botões (luminosos):
- Sou todo uma esmeralda só, brilhante e viva. Deus, Todo-Poderoso, ao me fazer um inseto noturno e me dar essa luz, evidentemente quis que eu fosse superior a todos o outros insetos, guia e orientador da mata.
E voava e voava e brilhava e brilhava e pensava e pensava:
- Haverá em toda a mata, outro como eu? Pois dentro do verde que pisco ainda há outro mistério: ninguém sabe se apago e acendo ou se acendo e apago.
Voava mais e, descrevendo parábolas de luz por entre as flores, mais envaidecia na comparação com os outros habitantes da floresta:
- Pobres irmãos inferiores, eu vim para protegelos das trevas. Vocês, grilos de asas cinzentas e sem brilho, formigas que trabalham e suam sem um instante de luz e fulgor, mariposas que por serem opacas, qualquer luz liquido, míseras lagartas imitadoras de acordeões sem som. Aranhas destinadas a serem feias tecelãs de sedas que jamais verão pontas, cupins que perdem as asas e ficam tontos até morrer, oh! Para vocês todos, aqui está minha luz verde. Imitem-me os que puderem, sigam o meu brilho maravilhoso os que estiverem perdidos nos caminhos.
E voou mais alto e se comparou às estrelas:
- Sou uma de vocês, irmãs! Pisco no céu como vocês! Sou a Vésper, a estrela da noite, sou Alba, a estrela da manhã. Faço parte da constelação da selva, vivo, vivo!
Foi descendo de novo, quando, súbito, sentiu uma lufada de ar que o envolvia, algo pegajoso que o segurava e logo estava fechado numa atmosfera nojenta e escorregadia. Sua luz iluminou um pouco a escuridão intensa e ele viu, em volta, centenas de insetos, apertados uns contra os outros, num cubículo úmido e sujo. (...) uma lesma sonolenta, levantou a cabeça e gritou com voz rouca e irritada:
- Idiota, idiota, se não fosse você, com essa mania de iluminação noturna, o sapo-boi jamais terá nos engolido no escuro. Vamos, idiota, apaga essa luz que eu quero dormir!
Millôr Fernandes. Revista Ícaro. Ano III. N. 13, 1985
Em: “ Foi descendo de novo, quando, súbito, sentiu uma lufada de ar que o envolvia, algo pegajoso que o segurava e logo estava fechado numa atmosfera nojenta e escorregadia”. Indique em qual das alternativas, o significado das palavras sublinhadas está respectivamente de forma correta:
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TEXTO:
O BRILHANTE E O OPACO
O vaga-lume, de vago lume esverdeado, fazia voltas e voltas em torno de si mesmo, no encanto indisfarçável de seu próprio brilho. E enquanto revoava pela escuridão da mata, de galho em galho dos arbustos, pensava com seus botões (luminosos):
- Sou todo uma esmeralda só, brilhante e viva. Deus, Todo-Poderoso, ao me fazer um inseto noturno e me dar essa luz, evidentemente quis que eu fosse superior a todos o outros insetos, guia e orientador da mata.
E voava e voava e brilhava e brilhava e pensava e pensava:
- Haverá em toda a mata, outro como eu? Pois dentro do verde que pisco ainda há outro mistério: ninguém sabe se apago e acendo ou se acendo e apago.
Voava mais e, descrevendo parábolas de luz por entre as flores, mais envaidecia na comparação com os outros habitantes da floresta:
- Pobres irmãos inferiores, eu vim para protegelos das trevas. Vocês, grilos de asas cinzentas e sem brilho, formigas que trabalham e suam sem um instante de luz e fulgor, mariposas que por serem opacas, qualquer luz liquido, míseras lagartas imitadoras de acordeões sem som. Aranhas destinadas a serem feias tecelãs de sedas que jamais verão pontas, cupins que perdem as asas e ficam tontos até morrer, oh! Para vocês todos, aqui está minha luz verde. Imitem-me os que puderem, sigam o meu brilho maravilhoso os que estiverem perdidos nos caminhos.
E voou mais alto e se comparou às estrelas:
- Sou uma de vocês, irmãs! Pisco no céu como vocês! Sou a Vésper, a estrela da noite, sou Alba, a estrela da manhã. Faço parte da constelação da selva, vivo, vivo!
Foi descendo de novo, quando, súbito, sentiu uma lufada de ar que o envolvia, algo pegajoso que o segurava e logo estava fechado numa atmosfera nojenta e escorregadia. Sua luz iluminou um pouco a escuridão intensa e ele viu, em volta, centenas de insetos, apertados uns contra os outros, num cubículo úmido e sujo. (...) uma lesma sonolenta, levantou a cabeça e gritou com voz rouca e irritada:
- Idiota, idiota, se não fosse você, com essa mania de iluminação noturna, o sapo-boi jamais terá nos engolido no escuro. Vamos, idiota, apaga essa luz que eu quero dormir!
Millôr Fernandes. Revista Ícaro. Ano III. N. 13, 1985
Em: “ Sou uma de vocês, irmãs! Pisco no céu como vocês! Sou a Vésper, a estrela da noite, sou Alba, a estrela da manhã”. O vaga-lume demonstra:
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TEXTO:
O BRILHANTE E O OPACO
O vaga-lume, de vago lume esverdeado, fazia voltas e voltas em torno de si mesmo, no encanto indisfarçável de seu próprio brilho. E enquanto revoava pela escuridão da mata, de galho em galho dos arbustos, pensava com seus botões (luminosos):
- Sou todo uma esmeralda só, brilhante e viva. Deus, Todo-Poderoso, ao me fazer um inseto noturno e me dar essa luz, evidentemente quis que eu fosse superior a todos o outros insetos, guia e orientador da mata.
E voava e voava e brilhava e brilhava e pensava e pensava:
- Haverá em toda a mata, outro como eu? Pois dentro do verde que pisco ainda há outro mistério: ninguém sabe se apago e acendo ou se acendo e apago.
Voava mais e, descrevendo parábolas de luz por entre as flores, mais envaidecia na comparação com os outros habitantes da floresta:
- Pobres irmãos inferiores, eu vim para protegelos das trevas. Vocês, grilos de asas cinzentas e sem brilho, formigas que trabalham e suam sem um instante de luz e fulgor, mariposas que por serem opacas, qualquer luz liquido, míseras lagartas imitadoras de acordeões sem som. Aranhas destinadas a serem feias tecelãs de sedas que jamais verão pontas, cupins que perdem as asas e ficam tontos até morrer, oh! Para vocês todos, aqui está minha luz verde. Imitem-me os que puderem, sigam o meu brilho maravilhoso os que estiverem perdidos nos caminhos.
E voou mais alto e se comparou às estrelas:
- Sou uma de vocês, irmãs! Pisco no céu como vocês! Sou a Vésper, a estrela da noite, sou Alba, a estrela da manhã. Faço parte da constelação da selva, vivo, vivo!
Foi descendo de novo, quando, súbito, sentiu uma lufada de ar que o envolvia, algo pegajoso que o segurava e logo estava fechado numa atmosfera nojenta e escorregadia. Sua luz iluminou um pouco a escuridão intensa e ele viu, em volta, centenas de insetos, apertados uns contra os outros, num cubículo úmido e sujo. (...) uma lesma sonolenta, levantou a cabeça e gritou com voz rouca e irritada:
- Idiota, idiota, se não fosse você, com essa mania de iluminação noturna, o sapo-boi jamais terá nos engolido no escuro. Vamos, idiota, apaga essa luz que eu quero dormir!
Millôr Fernandes. Revista Ícaro. Ano III. N. 13, 1985
Quando o vaga-lume pede que o imitem os que puderem, em seu pedido há:
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TEXTO:
O BRILHANTE E O OPACO
O vaga-lume, de vago lume esverdeado, fazia voltas e voltas em torno de si mesmo, no encanto indisfarçável de seu próprio brilho. E enquanto revoava pela escuridão da mata, de galho em galho dos arbustos, pensava com seus botões (luminosos):
- Sou todo uma esmeralda só, brilhante e viva. Deus, Todo-Poderoso, ao me fazer um inseto noturno e me dar essa luz, evidentemente quis que eu fosse superior a todos o outros insetos, guia e orientador da mata.
E voava e voava e brilhava e brilhava e pensava e pensava:
- Haverá em toda a mata, outro como eu? Pois dentro do verde que pisco ainda há outro mistério: ninguém sabe se apago e acendo ou se acendo e apago.
Voava mais e, descrevendo parábolas de luz por entre as flores, mais envaidecia na comparação com os outros habitantes da floresta:
- Pobres irmãos inferiores, eu vim para protegelos das trevas. Vocês, grilos de asas cinzentas e sem brilho, formigas que trabalham e suam sem um instante de luz e fulgor, mariposas que por serem opacas, qualquer luz liquido, míseras lagartas imitadoras de acordeões sem som. Aranhas destinadas a serem feias tecelãs de sedas que jamais verão pontas, cupins que perdem as asas e ficam tontos até morrer, oh! Para vocês todos, aqui está minha luz verde. Imitem-me os que puderem, sigam o meu brilho maravilhoso os que estiverem perdidos nos caminhos.
E voou mais alto e se comparou às estrelas:
- Sou uma de vocês, irmãs! Pisco no céu como vocês! Sou a Vésper, a estrela da noite, sou Alba, a estrela da manhã. Faço parte da constelação da selva, vivo, vivo!
Foi descendo de novo, quando, súbito, sentiu uma lufada de ar que o envolvia, algo pegajoso que o segurava e logo estava fechado numa atmosfera nojenta e escorregadia. Sua luz iluminou um pouco a escuridão intensa e ele viu, em volta, centenas de insetos, apertados uns contra os outros, num cubículo úmido e sujo. (...) uma lesma sonolenta, levantou a cabeça e gritou com voz rouca e irritada:
- Idiota, idiota, se não fosse você, com essa mania de iluminação noturna, o sapo-boi jamais terá nos engolido no escuro. Vamos, idiota, apaga essa luz que eu quero dormir!
Millôr Fernandes. Revista Ícaro. Ano III. N. 13, 1985
O vaga-lume se considera guia e orientador da mata. Identifique a alternativa que não está de acordo com a afirmação:
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A Epidemiologia é uma ciência com condições de contribuir com a capacidade dos serviços de saúde para transformar as condições de vida e a situação de saúde da população. Principais usos da epidemiologia são, exceto:
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“A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Princípios finalísticos e diretrizes estratégicas do SUS estão exemplificados exceto na alternativa:
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