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Foram encontradas 150 questões.

3760941 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

A figura de linguagem predominante no verso Barco indelével pelo espaço da alma (l.13) é:

 

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3760940 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Chama-se proposição ou sentença lógica toda oração declarativa que pode ser classificada em _______ ou em _______.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

 

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3760939 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

O verso Que, se quer, e, se veio, se desconhece (l.17) transmite a ideia de que:

 

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3760938 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

Nos versos Uma ilusão de sonho, em cuja esteira / À minha vida jaz (l.11-12), 0 verbo jaz indica:

 

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3760937 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

No primeiro verso do poema, Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa (l. 1), o poeta utiliza elementos que contribuem para a construção de uma atmosfera

 

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3760936 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

Com base nas ideias do poema, analise as assertivas abaixo, e julgue-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O eu lírico encontra na chuva um símbolo de renovação, expressando um alívio ao final do poema,

( ) O poema apresenta um tom narrativo, relatando acontecimentos concretos sem subjetividade.

( ) A ideia de ilusão está presente no poema, ilustrando a visão do eu lírico de que a vida é efêmera.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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3760935 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.

Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa

1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,

2 Substitui o calor.

3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.

4 Este luzir é melhor.

5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.

6 Sonhando sou eu só.

7 A luzir, em quem não tem fim

8 E, sem querer, tem dó.

9 Extensa, leve, inútil, passageira,

10 Ao roçar por mim traz

11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira

12 A minha vida jaz.

13 Barco indelével pelo espaço da alma,

14 Luz da candeia além

15 Da eterna ausência da ansiada calma,

16 Final do inútil bem.

17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece

18 Que, se for, seria

19 O tédio de o haver... E a chuva cresce

20 Na noite agora fria.

Autor: Fernando Pessoa,

A partir da interpretação do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas que seguem:


I. Através de uma linguagem poética e simbólica, o autor explora temas como a efemeridade da existência, a solidão do indivíduo e a incerteza do ser.

II. A indagação sobre o que é a vida é central para a temática existencial do poema.

III. O poema sugere uma visão de que a felicidade pode ser alcançada com facilidade.


Está(ão) CORRETA(S);

 

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3760934 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar

Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava

em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde

Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos

intervalos, os bordões criados pela equipe de

Washington Olivetto nos induziam ______ escolher

determinada marca de geladeira ou de lingerie, e

depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal

Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que

também devem ter lido as crônicas, contos e poemas

de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.

E um baque chegar nesta fase da vida sabendo

que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma

baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa

história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,

eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é

perder-se também.

O paradoxo é que, mesmo abalados por esta

"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes

designava o processo de nascimento e morte), ainda

assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de

sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus

ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco

que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os

craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos

Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam

inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um

poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.

Quem primeiro me alcançou um livro de Marina

Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir

daí Marina também assumiu, para mim, um papel

maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora

em contato indireto − foram os faróis que me

conduziram na vida: Martha, é por aqui

Hoje sei que de nada vale o empenho diário −

trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,

sofrer, resistir − se não formos compensados por

momentos de plenitude, em que nos conectamos com

as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam

um diálogo secreto conosco e fazem nossa

consciência se expandir.

Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que

o mundo está tomando, me pergunto ___________

estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo

horários e compromissos repetitivos a fim de manter a

ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em

simbiose com a natureza, livre das agendas e das

expectativas dos outros?

Não ______ resposta certa, todo cotidiano é

imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%

às nossas necessidades. Então passamos a vida

tentando nos adequar, até que chega o dia em que o

esforço não é mais preciso. Fim.

Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos

seres domesticados que cumprem o script universal e

que precisam desesperadamente de transcendência,

portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos

salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida

àqueles que ainda vivem para nos inspirar.

Autora: Martha Medeiros

Analise as orações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a classificação CORRETA do sujeito de cada uma delas:

I. Eles adoecem (l. 14).

II. Somos seres domesticados (l. 53-54)

 

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3760933 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar

Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava

em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde

Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos

intervalos, os bordões criados pela equipe de

Washington Olivetto nos induziam ______ escolher

determinada marca de geladeira ou de lingerie, e

depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal

Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que

também devem ter lido as crônicas, contos e poemas

de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.

E um baque chegar nesta fase da vida sabendo

que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma

baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa

história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,

eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é

perder-se também.

O paradoxo é que, mesmo abalados por esta

"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes

designava o processo de nascimento e morte), ainda

assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de

sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus

ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco

que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os

craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos

Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam

inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um

poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.

Quem primeiro me alcançou um livro de Marina

Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir

daí Marina também assumiu, para mim, um papel

maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora

em contato indireto − foram os faróis que me

conduziram na vida: Martha, é por aqui

Hoje sei que de nada vale o empenho diário −

trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,

sofrer, resistir − se não formos compensados por

momentos de plenitude, em que nos conectamos com

as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam

um diálogo secreto conosco e fazem nossa

consciência se expandir.

Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que

o mundo está tomando, me pergunto ___________

estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo

horários e compromissos repetitivos a fim de manter a

ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em

simbiose com a natureza, livre das agendas e das

expectativas dos outros?

Não ______ resposta certa, todo cotidiano é

imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%

às nossas necessidades. Então passamos a vida

tentando nos adequar, até que chega o dia em que o

esforço não é mais preciso. Fim.

Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos

seres domesticados que cumprem o script universal e

que precisam desesperadamente de transcendência,

portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos

salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida

àqueles que ainda vivem para nos inspirar.

Autora: Martha Medeiros

A palavra estoque (l. 18), presente no texto, é composta por seis fonemas. Qual das alternativas abaixo contém uma palavra com esse mesmo número de fonemas?

 

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3760932 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Igrejinha-RS
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Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar

Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava

em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde

Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos

intervalos, os bordões criados pela equipe de

Washington Olivetto nos induziam ______ escolher

determinada marca de geladeira ou de lingerie, e

depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal

Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que

também devem ter lido as crônicas, contos e poemas

de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.

E um baque chegar nesta fase da vida sabendo

que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma

baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa

história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,

eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é

perder-se também.

O paradoxo é que, mesmo abalados por esta

"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes

designava o processo de nascimento e morte), ainda

assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de

sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus

ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco

que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os

craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos

Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam

inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um

poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.

Quem primeiro me alcançou um livro de Marina

Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir

daí Marina também assumiu, para mim, um papel

maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora

em contato indireto − foram os faróis que me

conduziram na vida: Martha, é por aqui

Hoje sei que de nada vale o empenho diário −

trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,

sofrer, resistir − se não formos compensados por

momentos de plenitude, em que nos conectamos com

as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam

um diálogo secreto conosco e fazem nossa

consciência se expandir.

Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que

o mundo está tomando, me pergunto ___________

estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo

horários e compromissos repetitivos a fim de manter a

ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em

simbiose com a natureza, livre das agendas e das

expectativas dos outros?

Não ______ resposta certa, todo cotidiano é

imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%

às nossas necessidades. Então passamos a vida

tentando nos adequar, até que chega o dia em que o

esforço não é mais preciso. Fim.

Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos

seres domesticados que cumprem o script universal e

que precisam desesperadamente de transcendência,

portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos

salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida

àqueles que ainda vivem para nos inspirar.

Autora: Martha Medeiros

Analise o seguinte trecho do texto: mulheres modernas que também devem ter lido as crônicas, contos e poemas de Marina Colasanti (l. 8-10). A partir da análise citada, e considerando os aspectos gramaticais, é CORRETO afirmar o que consta na seguinte alternativa:

 

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