Foram encontradas 120 questões.
Escola pública no interior do Ceará ganha
prêmio de melhor do mundo com projeto de
saúde mental.
Um projeto criado para dar suporte a
alunos com dificuldades emocionais em
decorrência da pandemia de Covid-19 rendeu
reconhecimento internacional a uma escola
pública do Ceará. Localizada na cidade
Carnaubal, na Serra da Ibiapaba, no interior do
Estado, a Escola de Ensino Médio em Tempo
Integral (EEMTI) Joaquim Bastos Gonçalves foi
eleita vencedora do World’s Best School Prizes
2023 (Prêmio Melhores Escolas do Mundo, em
português) na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis” com a iniciativa “Adote um
estudante”. O resultado foi anunciado na manhã
deste sábado (4).
Na unidade, o clima foi de comemoração
e entusiasmo. Para acompanhar o resultado da
premiação, a comunidade escolar se reuniu na
instituição. A premiação, criada em 2022 pela
plataforma britânica T4 Education, com apoio de
Fundação Lemann, contempla cinco categorias:
“Ação Ambiental”, “Apoiando Vidas Saudáveis”,
“Colaboração Comunitária”, “Inovação” e
“Superação de Adversidades”. Cada vencedor
recebe US$ 50 mil, o equivalente a R$ 250 mil.
Neste ano, 108 países participaram da
competição. A escola cearense concorreu com a
Cardiff Sixth Form College, de Cardiff (País de
Gales), e com a IMG Academy, de Bradenton,
Flórida (EUA), na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis”.
Ao saber do resultado, o diretor da
unidade cearense, Helton Sousa, agradeceu à
comunidade escolar e destacou como estão
felizes pessoalmente e profisionalmente. O
agradecimento especial, destacou ele, foi
direcionado ao professor Guilherme Barroso e à
professora Erivane, realizadores do projeto
agraciado. De acordo com Helton, o desejo é de
ampliação da iniciativa cujo foco é a saúde
mental. "Precisamos cuidar do nossos jovens",
enfatizou.
Além disso, as 15 escolas finalistas
participaram de uma votação pública na disputa
pelo novo prêmio “Escolha da Comunidade”. A
vencedora foi outra instituição brasileira: a Escola
Municipal (EM) Professor Edson Pisani, de Belo
Horizonte (MG), que concorreu pela categoria
“Colaboração Comunitária” com o projeto “Mais
favela, menos lixo”.
Com isso, a escola mineira passa a integrar
o novo programa da T4 Education, o Best School
to Work (Melhor Escola para Trabalhar, em
português), criado para certificar escolas por sua
cultura e ajudá-las a transformar seu ambiente de
trabalho para atrair e reter os melhores
professores.
Fonte:
Escola pública no interior do Ceará ganha prêmio de melhor
do mundo com projeto de saúde mental - Ceará - Diário do Nordeste
(verdesmares.com.br)
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Escola pública no interior do Ceará ganha
prêmio de melhor do mundo com projeto de
saúde mental.
Um projeto criado para dar suporte a
alunos com dificuldades emocionais em
decorrência da pandemia de Covid-19 rendeu
reconhecimento internacional a uma escola
pública do Ceará. Localizada na cidade
Carnaubal, na Serra da Ibiapaba, no interior do
Estado, a Escola de Ensino Médio em Tempo
Integral (EEMTI) Joaquim Bastos Gonçalves foi
eleita vencedora do World’s Best School Prizes
2023 (Prêmio Melhores Escolas do Mundo, em
português) na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis” com a iniciativa “Adote um
estudante”. O resultado foi anunciado na manhã
deste sábado (4).
Na unidade, o clima foi de comemoração
e entusiasmo. Para acompanhar o resultado da
premiação, a comunidade escolar se reuniu na
instituição. A premiação, criada em 2022 pela
plataforma britânica T4 Education, com apoio de
Fundação Lemann, contempla cinco categorias:
“Ação Ambiental”, “Apoiando Vidas Saudáveis”,
“Colaboração Comunitária”, “Inovação” e
“Superação de Adversidades”. Cada vencedor
recebe US$ 50 mil, o equivalente a R$ 250 mil.
Neste ano, 108 países participaram da
competição. A escola cearense concorreu com a
Cardiff Sixth Form College, de Cardiff (País de
Gales), e com a IMG Academy, de Bradenton,
Flórida (EUA), na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis”.
Ao saber do resultado, o diretor da
unidade cearense, Helton Sousa, agradeceu à
comunidade escolar e destacou como estão
felizes pessoalmente e profisionalmente. O
agradecimento especial, destacou ele, foi
direcionado ao professor Guilherme Barroso e à
professora Erivane, realizadores do projeto
agraciado. De acordo com Helton, o desejo é de
ampliação da iniciativa cujo foco é a saúde
mental. "Precisamos cuidar do nossos jovens",
enfatizou.
Além disso, as 15 escolas finalistas
participaram de uma votação pública na disputa
pelo novo prêmio “Escolha da Comunidade”. A
vencedora foi outra instituição brasileira: a Escola
Municipal (EM) Professor Edson Pisani, de Belo
Horizonte (MG), que concorreu pela categoria
“Colaboração Comunitária” com o projeto “Mais
favela, menos lixo”.
Com isso, a escola mineira passa a integrar
o novo programa da T4 Education, o Best School
to Work (Melhor Escola para Trabalhar, em
português), criado para certificar escolas por sua
cultura e ajudá-las a transformar seu ambiente de
trabalho para atrair e reter os melhores
professores.
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Escola pública no interior do Ceará ganha prêmio de melhor
do mundo com projeto de saúde mental - Ceará - Diário do Nordeste
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saúde mental.
Um projeto criado para dar suporte a
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reconhecimento internacional a uma escola
pública do Ceará. Localizada na cidade
Carnaubal, na Serra da Ibiapaba, no interior do
Estado, a Escola de Ensino Médio em Tempo
Integral (EEMTI) Joaquim Bastos Gonçalves foi
eleita vencedora do World’s Best School Prizes
2023 (Prêmio Melhores Escolas do Mundo, em
português) na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis” com a iniciativa “Adote um
estudante”. O resultado foi anunciado na manhã
deste sábado (4).
Na unidade, o clima foi de comemoração
e entusiasmo. Para acompanhar o resultado da
premiação, a comunidade escolar se reuniu na
instituição. A premiação, criada em 2022 pela
plataforma britânica T4 Education, com apoio de
Fundação Lemann, contempla cinco categorias:
“Ação Ambiental”, “Apoiando Vidas Saudáveis”,
“Colaboração Comunitária”, “Inovação” e
“Superação de Adversidades”. Cada vencedor
recebe US$ 50 mil, o equivalente a R$ 250 mil.
Neste ano, 108 países participaram da
competição. A escola cearense concorreu com a
Cardiff Sixth Form College, de Cardiff (País de
Gales), e com a IMG Academy, de Bradenton,
Flórida (EUA), na categoria “Apoiando Vidas
Saudáveis”.
Ao saber do resultado, o diretor da
unidade cearense, Helton Sousa, agradeceu à
comunidade escolar e destacou como estão
felizes pessoalmente e profisionalmente. O
agradecimento especial, destacou ele, foi
direcionado ao professor Guilherme Barroso e à
professora Erivane, realizadores do projeto
agraciado. De acordo com Helton, o desejo é de
ampliação da iniciativa cujo foco é a saúde
mental. "Precisamos cuidar do nossos jovens",
enfatizou.
Além disso, as 15 escolas finalistas
participaram de uma votação pública na disputa
pelo novo prêmio “Escolha da Comunidade”. A
vencedora foi outra instituição brasileira: a Escola
Municipal (EM) Professor Edson Pisani, de Belo
Horizonte (MG), que concorreu pela categoria
“Colaboração Comunitária” com o projeto “Mais
favela, menos lixo”.
Com isso, a escola mineira passa a integrar
o novo programa da T4 Education, o Best School
to Work (Melhor Escola para Trabalhar, em
português), criado para certificar escolas por sua
cultura e ajudá-las a transformar seu ambiente de
trabalho para atrair e reter os melhores
professores.
Fonte:
Escola pública no interior do Ceará ganha prêmio de melhor
do mundo com projeto de saúde mental - Ceará - Diário do Nordeste
(verdesmares.com.br)
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Cientistas dizem ter finalmente encontrado
restos de planeta que se chocou com a Terra.
Cientistas concordam amplamente que
um antigo planeta (Theia) colidiu com
a Terra quando esta se formava há bilhões de
anos, lançando detritos que se fundiram
na Lua que agora decora o nosso céu noturno.
Esta teoria, chamada de Hipótese do Impacto
Gigante, explica muitas características
fundamentais da Lua e da Terra.
No entanto, há um mistério óbvio no
centro desta hipótese: o que aconteceu com
Theia? Não há evidência direta de sua
existência. Nenhum vestígio do planeta foi
encontrado no sistema solar. E muitos cientistas
presumiram que tudo o que Theia deixou para
trás na Terra se misturou à caldeira de fogo
dentro do nosso planeta.
No entanto, uma nova teoria sugere que
os restos do antigo planeta permanecem
parcialmente intactos, enterrados sob os nossos
pés. As placas derretidas de Theia poderiam
ter-se incorporado no manto da Terra após o
impacto antes de se solidificarem, deixando
porções do material do antigo planeta
repousando no núcleo da Terra, cerca de 2.900
km abaixo da superfície, de acordo com um
estudo publicado na quarta-feira (1º), na revista
Nature.
Se a teoria estiver correta, não só
forneceria detalhes adicionais para completar a
Hipótese do Impacto Gigante, mas também
responderia a uma questão persistente para os
geofísicos.
Eles já sabiam que existem duas massas
diferentes incrustadas nas profundezas da Terra.
As massas, chamadas Grandes Províncias de
Baixa Velocidade ou LLVPs (na sigla em inglês),
foram detectadas pela primeira vez na década
de 1980. Uma está localizada sob a África e a
outra sob o Oceano Pacífico.
Estas manchas têm milhares de
quilômetros de largura e provavelmente têm uma
densidade de ferro superior à do manto
circundante, o que as faz sobressair quando
medidas com ondas sísmicas. Mas a origem
destas manchas, cada uma maior que a Lua,
permanece um mistério para os cientistas.
Fonte:
Cientistas dizem ter finalmente encontrado restos de planeta
que se chocou com a Terra; entenda | CNN Brasil
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Cientistas dizem ter finalmente encontrado
restos de planeta que se chocou com a Terra.
Cientistas concordam amplamente que
um antigo planeta (Theia) colidiu com
a Terra quando esta se formava há bilhões de
anos, lançando detritos que se fundiram
na Lua que agora decora o nosso céu noturno.
Esta teoria, chamada de Hipótese do Impacto
Gigante, explica muitas características
fundamentais da Lua e da Terra.
No entanto, há um mistério óbvio no
centro desta hipótese: o que aconteceu com
Theia? Não há evidência direta de sua
existência. Nenhum vestígio do planeta foi
encontrado no sistema solar. E muitos cientistas
presumiram que tudo o que Theia deixou para
trás na Terra se misturou à caldeira de fogo
dentro do nosso planeta.
No entanto, uma nova teoria sugere que
os restos do antigo planeta permanecem
parcialmente intactos, enterrados sob os nossos
pés. As placas derretidas de Theia poderiam
ter-se incorporado no manto da Terra após o
impacto antes de se solidificarem, deixando
porções do material do antigo planeta
repousando no núcleo da Terra, cerca de 2.900
km abaixo da superfície, de acordo com um
estudo publicado na quarta-feira (1º), na revista
Nature.
Se a teoria estiver correta, não só
forneceria detalhes adicionais para completar a
Hipótese do Impacto Gigante, mas também
responderia a uma questão persistente para os
geofísicos.
Eles já sabiam que existem duas massas
diferentes incrustadas nas profundezas da Terra.
As massas, chamadas Grandes Províncias de
Baixa Velocidade ou LLVPs (na sigla em inglês),
foram detectadas pela primeira vez na década
de 1980. Uma está localizada sob a África e a
outra sob o Oceano Pacífico.
Estas manchas têm milhares de
quilômetros de largura e provavelmente têm uma
densidade de ferro superior à do manto
circundante, o que as faz sobressair quando
medidas com ondas sísmicas. Mas a origem
destas manchas, cada uma maior que a Lua,
permanece um mistério para os cientistas.
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Cientistas dizem ter finalmente encontrado restos de planeta
que se chocou com a Terra; entenda | CNN Brasil
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Cientistas dizem ter finalmente encontrado
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Cientistas concordam amplamente que
um antigo planeta (Theia) colidiu com
a Terra quando esta se formava há bilhões de
anos, lançando detritos que se fundiram
na Lua que agora decora o nosso céu noturno.
Esta teoria, chamada de Hipótese do Impacto
Gigante, explica muitas características
fundamentais da Lua e da Terra.
No entanto, há um mistério óbvio no
centro desta hipótese: o que aconteceu com
Theia? Não há evidência direta de sua
existência. Nenhum vestígio do planeta foi
encontrado no sistema solar. E muitos cientistas
presumiram que tudo o que Theia deixou para
trás na Terra se misturou à caldeira de fogo
dentro do nosso planeta.
No entanto, uma nova teoria sugere que
os restos do antigo planeta permanecem
parcialmente intactos, enterrados sob os nossos
pés. As placas derretidas de Theia poderiam
ter-se incorporado no manto da Terra após o
impacto antes de se solidificarem, deixando
porções do material do antigo planeta
repousando no núcleo da Terra, cerca de 2.900
km abaixo da superfície, de acordo com um
estudo publicado na quarta-feira (1º), na revista
Nature.
Se a teoria estiver correta, não só
forneceria detalhes adicionais para completar a
Hipótese do Impacto Gigante, mas também
responderia a uma questão persistente para os
geofísicos.
Eles já sabiam que existem duas massas
diferentes incrustadas nas profundezas da Terra.
As massas, chamadas Grandes Províncias de
Baixa Velocidade ou LLVPs (na sigla em inglês),
foram detectadas pela primeira vez na década
de 1980. Uma está localizada sob a África e a
outra sob o Oceano Pacífico.
Estas manchas têm milhares de
quilômetros de largura e provavelmente têm uma
densidade de ferro superior à do manto
circundante, o que as faz sobressair quando
medidas com ondas sísmicas. Mas a origem
destas manchas, cada uma maior que a Lua,
permanece um mistério para os cientistas.
Fonte:
Cientistas dizem ter finalmente encontrado restos de planeta
que se chocou com a Terra; entenda | CNN Brasil
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Cientistas dizem ter finalmente encontrado
restos de planeta que se chocou com a Terra.
Cientistas concordam amplamente que
um antigo planeta (Theia) colidiu com
a Terra quando esta se formava há bilhões de
anos, lançando detritos que se fundiram
na Lua que agora decora o nosso céu noturno.
Esta teoria, chamada de Hipótese do Impacto
Gigante, explica muitas características
fundamentais da Lua e da Terra.
No entanto, há um mistério óbvio no
centro desta hipótese: o que aconteceu com
Theia? Não há evidência direta de sua
existência. Nenhum vestígio do planeta foi
encontrado no sistema solar. E muitos cientistas
presumiram que tudo o que Theia deixou para
trás na Terra se misturou à caldeira de fogo
dentro do nosso planeta.
No entanto, uma nova teoria sugere que
os restos do antigo planeta permanecem
parcialmente intactos, enterrados sob os nossos
pés. As placas derretidas de Theia poderiam
ter-se incorporado no manto da Terra após o
impacto antes de se solidificarem, deixando
porções do material do antigo planeta
repousando no núcleo da Terra, cerca de 2.900
km abaixo da superfície, de acordo com um
estudo publicado na quarta-feira (1º), na revista
Nature.
Se a teoria estiver correta, não só
forneceria detalhes adicionais para completar a
Hipótese do Impacto Gigante, mas também
responderia a uma questão persistente para os
geofísicos.
Eles já sabiam que existem duas massas
diferentes incrustadas nas profundezas da Terra.
As massas, chamadas Grandes Províncias de
Baixa Velocidade ou LLVPs (na sigla em inglês),
foram detectadas pela primeira vez na década
de 1980. Uma está localizada sob a África e a
outra sob o Oceano Pacífico.
Estas manchas têm milhares de
quilômetros de largura e provavelmente têm uma
densidade de ferro superior à do manto
circundante, o que as faz sobressair quando
medidas com ondas sísmicas. Mas a origem
destas manchas, cada uma maior que a Lua,
permanece um mistério para os cientistas.
Fonte:
Cientistas dizem ter finalmente encontrado restos de planeta
que se chocou com a Terra; entenda | CNN Brasil
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Questão presente nas seguintes provas
Cientistas dizem ter finalmente encontrado
restos de planeta que se chocou com a Terra.
Cientistas concordam amplamente que
um antigo planeta (Theia) colidiu com
a Terra quando esta se formava há bilhões de
anos, lançando detritos que se fundiram
na Lua que agora decora o nosso céu noturno.
Esta teoria, chamada de Hipótese do Impacto
Gigante, explica muitas características
fundamentais da Lua e da Terra.
No entanto, há um mistério óbvio no
centro desta hipótese: o que aconteceu com
Theia? Não há evidência direta de sua
existência. Nenhum vestígio do planeta foi
encontrado no sistema solar. E muitos cientistas
presumiram que tudo o que Theia deixou para
trás na Terra se misturou à caldeira de fogo
dentro do nosso planeta.
No entanto, uma nova teoria sugere que
os restos do antigo planeta permanecem
parcialmente intactos, enterrados sob os nossos
pés. As placas derretidas de Theia poderiam
ter-se incorporado no manto da Terra após o
impacto antes de se solidificarem, deixando
porções do material do antigo planeta
repousando no núcleo da Terra, cerca de 2.900
km abaixo da superfície, de acordo com um
estudo publicado na quarta-feira (1º), na revista
Nature.
Se a teoria estiver correta, não só
forneceria detalhes adicionais para completar a
Hipótese do Impacto Gigante, mas também
responderia a uma questão persistente para os
geofísicos.
Eles já sabiam que existem duas massas
diferentes incrustadas nas profundezas da Terra.
As massas, chamadas Grandes Províncias de
Baixa Velocidade ou LLVPs (na sigla em inglês),
foram detectadas pela primeira vez na década
de 1980. Uma está localizada sob a África e a
outra sob o Oceano Pacífico.
Estas manchas têm milhares de
quilômetros de largura e provavelmente têm uma
densidade de ferro superior à do manto
circundante, o que as faz sobressair quando
medidas com ondas sísmicas. Mas a origem
destas manchas, cada uma maior que a Lua,
permanece um mistério para os cientistas.
Fonte:
Cientistas dizem ter finalmente encontrado restos de planeta
que se chocou com a Terra; entenda | CNN Brasil
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3016741
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Imbituva-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Imbituva-PR
Provas:
Após a redemocratização brasileira, várias
eleições presidenciais pareciam se restringir a
uma disputa entre os chamados petistas e os
tucanos. Porém, na última década houve uma
reconfiguração da cena partidária.
Observamos transformações que foram desde
a mudança de alguns nomes e lideranças de
partidos antigos até a criação de partidos
completamente novos. Atualmente, qual das
opções abaixo se refere ao partido que tem a
maior bancada na Câmara dos Deputados e
no Senado?
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3016740
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Imbituva-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Imbituva-PR
Provas:
No início de outubro foi deflagrado um
conflito entre Hamas, um grupo
fundamentalista islâmico que representa a
parte de uma população sitiada na Faixa de
Gaza, e o Estado de Israel. Nos diferentes
polos do espectro político, essa ação foi
nomeada numa escala que vai desde
retaliação até terrorismo. Qual das
alternativas abaixo se refere ao povo sitiado
em Gaza que está no epicentro deste conflito
entre Hamas e Israel?
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