Foram encontradas 40 questões.
Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 20 a 22.
Paciente do sexo feminino, 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica em uso de valsartana e clortalidona, hipercolesterolemia isolada sem tratamento atual, sedentarismo e obesidade grau 1. Apresenta histórico familiar de doença aterosclerótica precoce com mãe falecida aos 48 anos de infarto agudo do miocárdio. Em acompanhamento com o ginecologista, realizou a angiotomografia de artérias coronárias, apresentada a seguir, após queixa de dor torácica aos esforços maiores há 6 meses.
Sistema coronariano de dominância direita.
Tronco da Coronária Esquerda (TCE):
O TCE origina-se do seio coronariano esquerdo e trifurca.
Lesão não calcificada com estenose superior a 80% no terço distal, englobando origem da DA, Cx e ramo intermédio.
Artéria Descendente Anterior (DA):
A DA origina dois ramos diagonais e cruza o ápice do VE.
DA ocluída no óstio, englobando origem do primeiro ramo diagonal.
Artéria Circunflexa (Cx):
Cx ocluída no óstio, englobando a origem do primeiro ramo marginal.
Segundo ramo marginal apresenta lesão não calcificada com estenose superior a 80% no óstio.
Artéria Coronária Direita (CD):
A CD origina-se do seio coronariano direito e é dominante.
CD apresenta lesões parcialmente calcificadas com estenoses inferiores a 20% nos terços proximal e médio.
Ramo DP apresenta calcificações parietais sem estenoses significativas.
Ramo VP afilado e livre de lesões.
Informações Complementares:
Ausência de ateromatose nos segmentos aórticos parcialmente visualizados.
Aorta ascendente mede 25 mm ao nível do tronco pulmonar.
Pericárdio sem alterações.
CONCLUSÃO:
O escore de cálcio é superior ao percentil 75 para idade e sexo.
A angiotomografia coronariana destaca aterosclerose obstrutiva importante, multiarterial.
Assinale a alternativa que, segundo as diretrizes, apresenta qual critério de alto risco é encontrado no exame complementar.
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 16 e 17.
Paciente 69 anos, sexo feminino, encaminhada para a cardiologia por histórico de hipertensão de difícil controle e de intolerância gastrointestinal a várias medicações anti-hipertensivas, por náuseas, vômitos, sudorese e lipotimia.
Solicitado a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA), com resultado a seguir:
Parâmetros | PAS | PAD |
Média (mmHg) | 117 | 60 |
FC Média (bpm) | 66 | |
Pressão de pulso (mmHg) | 57 | |
Carga Pressórica (%) | 29% | 0% |
PA – Clínica | 204 | 85 |
Reação de Alarme | 87 | 25 |
Médias – Manhã | 127 | 62 |
Médias – Noite | 107 | 58 |
Diferença MN | 20 | 5 |
PA máx da manhã | 158 | 77 |
Variabilidade | 19.3 | 6.3 |
VPA Manhã | 19.7 | 6.6 |
VPA noite | 12.5 | 5.0 |
Primeira menos segunda | 7 | –3 |
Medidas Válidas: 24 (100% de sucesso)
Todas as medidas | ||||||
Data | Hora | PAS | PAD | PP | PAM | FC |
07/12 | 16:24 | 206 | 86 | 166 | 120 | 63 |
16:25 | 202 | 83 | 162 | 119 | 61 | |
08/12 | 08:15 | 119 | 58 | 99 | 61 | 64 |
08:32 | 104 | 57 | 88 | 47 | 62 | |
08:35 | 102 | 72 | 92 | 30 | 94 | |
19:06 | 111 | 57 | 93 | 54 | 71 | |
19:07 | 106 | 71 | 94 | 35 | 98 | |
19:14 | 113 | 58 | 95 | 55 | 68 | |
09/12 | 07:54 | 120 | 60 | 100 | 60 | 62 |
08:06 | 105 | 53 | 88 | 53 | 60 | |
08:09 | 104 | 58 | 89 | 46 | 59 | |
20:02 | 132 | 61 | 108 | 71 | 63 | |
20:12 | 115 | 53 | 94 | 62 | 61 | |
20:19 | 121 | 60 | 101 | 61 | 60 | |
10/12 | 08:13 | 158 | 63 | 126 | 95 | 64 |
08:17 | 147 | 65 | 120 | 82 | 63 | |
08:22 | 148 | 66 | 121 | 82 | 63 | |
20:00 | 108 | 53 | 90 | 55 | 65 | |
20:06 | 109 | 53 | 90 | 56 | 64 | |
20:12 | 103 | 52 | 86 | 51 | 63 | |
11/12 | 01:45 | 139 | 56 | 111 | 83 | 58 |
02:01 | 149 | 77 | 125 | 72 | 57 | |
02:05 | 130 | 62 | 107 | 68 | 69 | |
19:46 | 91 | 56 | 79 | 35 | 69 | |
19:50 | 90 | 57 | 79 | 33 | 68 | |
19:51 | 88 | 60 | 79 | 28 | 68 | |
Assinale a alternativa que, diante da suspeita diagnóstica, apresenta quais são as orientações das diretrizes nacionais e internacionais para melhor abordagem terapêutica.
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 16 e 17.
Paciente 69 anos, sexo feminino, encaminhada para a cardiologia por histórico de hipertensão de difícil controle e de intolerância gastrointestinal a várias medicações anti-hipertensivas, por náuseas, vômitos, sudorese e lipotimia.
Solicitado a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA), com resultado a seguir:
Parâmetros | PAS | PAD |
Média (mmHg) | 117 | 60 |
FC Média (bpm) | 66 | |
Pressão de pulso (mmHg) | 57 | |
Carga Pressórica (%) | 29% | 0% |
PA – Clínica | 204 | 85 |
Reação de Alarme | 87 | 25 |
Médias – Manhã | 127 | 62 |
Médias – Noite | 107 | 58 |
Diferença MN | 20 | 5 |
PA máx da manhã | 158 | 77 |
Variabilidade | 19.3 | 6.3 |
VPA Manhã | 19.7 | 6.6 |
VPA noite | 12.5 | 5.0 |
Primeira menos segunda | 7 | –3 |
Medidas Válidas: 24 (100% de sucesso)
Todas as medidas | ||||||
Data | Hora | PAS | PAD | PP | PAM | FC |
07/12 | 16:24 | 206 | 86 | 166 | 120 | 63 |
16:25 | 202 | 83 | 162 | 119 | 61 | |
08/12 | 08:15 | 119 | 58 | 99 | 61 | 64 |
08:32 | 104 | 57 | 88 | 47 | 62 | |
08:35 | 102 | 72 | 92 | 30 | 94 | |
19:06 | 111 | 57 | 93 | 54 | 71 | |
19:07 | 106 | 71 | 94 | 35 | 98 | |
19:14 | 113 | 58 | 95 | 55 | 68 | |
09/12 | 07:54 | 120 | 60 | 100 | 60 | 62 |
08:06 | 105 | 53 | 88 | 53 | 60 | |
08:09 | 104 | 58 | 89 | 46 | 59 | |
20:02 | 132 | 61 | 108 | 71 | 63 | |
20:12 | 115 | 53 | 94 | 62 | 61 | |
20:19 | 121 | 60 | 101 | 61 | 60 | |
10/12 | 08:13 | 158 | 63 | 126 | 95 | 64 |
08:17 | 147 | 65 | 120 | 82 | 63 | |
08:22 | 148 | 66 | 121 | 82 | 63 | |
20:00 | 108 | 53 | 90 | 55 | 65 | |
20:06 | 109 | 53 | 90 | 56 | 64 | |
20:12 | 103 | 52 | 86 | 51 | 63 | |
11/12 | 01:45 | 139 | 56 | 111 | 83 | 58 |
02:01 | 149 | 77 | 125 | 72 | 57 | |
02:05 | 130 | 62 | 107 | 68 | 69 | |
19:46 | 91 | 56 | 79 | 35 | 69 | |
19:50 | 90 | 57 | 79 | 33 | 68 | |
19:51 | 88 | 60 | 79 | 28 | 68 | |
Diante das medidas pressóricas observadas na MRPA, a hipótese diagnóstica compatível ao quadro clínico é:
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Segundo as diretrizes brasileiras, o implante de marcapasso provisório está indicado no(a):
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Em pacientes portadores de estenose aórtica grave sintomática com doença oncológica terminal com expectativa de vida < 12 meses, segundo as diretrizes brasileiras de valvopatias, uma opção para melhora da qualidade de vida seria
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Qual o achado eletrocardiográfico mais comum na adaptação fisiológica da síndrome do coração de atleta?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 34 e 35.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, portadora de hipercolesterolemia isolada, sem tratamento medicamentoso atual, sem história de doença cardiovascular na família, realiza atividade física diária, IMC 21, alimentação com acompanhamento nutricional. No acompanhamento cardiológico, apresenta progressivo aumento dos níveis de LDL colesterol nos últimos 3 anos.
Na estratificação de risco, qual a meta de redução de LDL colesterol para essa paciente sem hipolipemiante?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 34 e 35.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, portadora de hipercolesterolemia isolada, sem tratamento medicamentoso atual, sem história de doença cardiovascular na família, realiza atividade física diária, IMC 21, alimentação com acompanhamento nutricional. No acompanhamento cardiológico, apresenta progressivo aumento dos níveis de LDL colesterol nos últimos 3 anos.
Segundo as atuais diretrizes brasileiras de dislipidemia, qual nível de LDL colesterol isoladamente tem indicação de início de tratamento medicamentoso?
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Paciente do sexo feminino, 72 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, com história de fibrilação atrial persistente em tratamento atual com varfarina 5 mg 1 comprimido 3x/semana + 1/2 comprimido 4x/semana, metformina 1 000 mg 2x/dia, ramipril 5 mg/dia.
Uma abordagem terapêutica, preconizada em diretrizes atuais, para prevenção de eventos tromboembólicos seria:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 e 32.
Paciente do sexo masculino, 57 anos, portador de dislipidemia mista e hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana 50 mg 2x/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. Atendido no pronto atendimento com queixa de dor torácica de início há 48 horas, forte intensidade, irradiação para o ombro esquerdo, com pico de dor com duração de 5-10 minutos e melhora parcial com dor residual, com início após exercícios isométricos na academia. Realizou o eletrocardiograma sem alterações sugestivas e coleta de marcadores de necrose miocárdica com troponina ultrassensível negativa.
Durante a investigação na emergência, realizou a tomografia de tórax apresentada a seguir.

O tratamento preconizado para esse paciente é:
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