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Menina, 3 anos de idade, apresenta, febre e vômitos há 12 horas. Não aceitou alimentação, chora com frequência e refere dor na cabeça, pernas e costas. Há 18 meses realizou cirurgia para implante coclear a direita, com boa evolução. Nega outras patologias. Ao exame está prostrada, chorosa com rigidez de nuca e Kerning-Brudzinski de difícil avaliação. Foi realizada coleta de líquor, de aspecto turvo.
No aguardo do resultado, foi iniciado tratamento empírico de acordo com o agente etiológico mais provável para quadro que são, respectivamente:
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As complicações sistêmicas do estado de mal convulsivo são:
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Menino, 6 anos de idade, está na sala de observação há 8 horas por febre, toxemia, cefaleia, tosse, e hiperemia de conjuntivas, aguardando exames. Na troca de plantão foi reavaliado e observado enantema, manchas de Koplik e início de exantema morbiliforme em região retroauricular e pescoço.
A conduta indicada para o paciente e as outras 6 crianças e acompanhantes que se encontram, também, na sala de observação é:
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Menina, 3 anos de idade, está em férias no sítio de familiares, apresenta 3 a 6 evacuações líquidas, sem sangue, há 2 dias. Quando chora com dor abdominal é medicada com Buscopan@ 15 gotas, com melhora parcial e temporária. A urina é amarela, em pouca quantidade. Não tem febre ou vômitos, recusa as refeições, aceita leite e suco de uva. Ao exame está prostrada, com saliva presente, pulsos cheios, abdome globoso, distendido, com RHA presentes, sem sinais de irritação peritoneal.
De acordo com o diagnóstico, a conduta indicada ao quadro é:
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Menino, 3 anos de idade, tem tosse há 6 dias. Iniciou picos febris por 2 dias, com coriza, tosse seca, dor de cabeça e em membros. Evoluiu afebril, com tosse com secreção. Há 2 dias voltou a ter febre, vômitos de catarro após tosse e recusa de alimentos. Ao exame, está em regular estado geral, hidratado, FR = 30 mrm, FC = 104 bpm, PA = 90/60 mmHg, Sat O2 = 93%, orofaringe e membranas timpânicas levemente hiperemiadas, roncos e estertores em todos os campos pulmonares, abdome flácido, fígado e baço não palpáveis.
O diagnóstico mais provável e a conduta indicada são, respectivamente:
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Menina, 3 anos de idade, estava em casa, brincando e perdeu a consciência, apresentou movimentos dos membros superiores e inferiores por cerca de 5 minutos. O trajeto para o hospital durou 15 minutos, apresentou novos movimentos em membros, urinou, não retomou consciência. Na sala de urgência, voltou a apresentar movimentos tônico-clônicos por 3 minutos, foi medicada com midazolam intranasal, recebeu oxigênio por máscara, enquanto se puncionava acesso venoso. Após 10 minutos voltou a apresentar convulsão generalizada.
O diagnóstico e a conduta inicial indicada ao quadro são, respectivamente:
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Menino, 7 anos de idade, reclama que sua roupa está apertada há 5 dias, hoje a mãe observou que o seu rosto está inchado. Ao exame está em bom estado geral, peso = 25 kg, não há informação sobre peso anterior. FC = 22 mrm, FC = 100 bpm, PA = 110/85 mmHg (P90 para estatura 112 cm = 105/70), Sat O2 = 95%. Apresenta edema++/4+, manchas hipocrômicas cicatriciais e algumas cicatrizes circulares antigas em membros inferiores. A mãe informa que coçam as picadas de mosquito, e, há 2 meses, inflamaram deixando as marcas. Não há outras alterações no exame físico.
A hipótese diagnóstica e conduta inicial indicada ao quadro são, respectivamente:
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Menina, 10 anos de idade, apresenta vômitos e dor abdominal intensa há 1dia. Nega febre e diarreia, não aceita a alimentação, só água. A mãe considera que emagreceu nos últimos dias. Ao exame está desidratada, FC = 124 bpm; FR = 28 mrm; PA = 90/60 mmHg, pulsos finos, Tec = 4 segundos. Não há sinal de irritação peritoneal. O restante do exame não tem alterações. Foi iniciado soro fisiológico 20 mL/kg/ em 20 minutos.
De acordo com a hipótese diagnóstica, os exames iniciais indicados ao quadro apresentado são:
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Menino, 1 ano e 6 meses de idade, iniciou frequência a creche há 15 dias, a vacinação está completa para a idade, tem coriza e tosse há 2 dias, e hoje apresentou 2 picos febris, 38,7 ºC e 39 ºC, medicados com paracetamol e está chorando muito. Ao exame há hiperemia e abaulamento bilateral das membranas timpânicas. Não há alterações no restante do exame físico.
O diagnóstico e tratamento indicados ao quadro são, respectivamente:
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Menino, 4 anos de idade, há 15 dias apresentou febre, coriza, tosse e sibilância, foi medicado com antitérmico e salbutamol spray. Outras crianças de sua classe e uma professora tiveram quadros semelhantes. Evoluiu com tosse, náuseas, fezes amolecidas. Ocorreram picos febris durante todo período. Há 2 dias, tem hiperemia conjuntival bilateral e manchas vermelhas no tórax. Ao exame está afebril, prostrado, FC = 120 bpm, FR = 25 mrm, Sat O2 = 94%, lábios secos, enantema, exantema maculopapular em tórax e abdome. Abdome flácido, fígado e baço não palpáveis.
A hipótese diagnóstica e conduta mais adequada ao quadro apresentado são, respectivamente:
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