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De qualquer modo, os historiadores são tradutores entre
o passado e o presente, e nesse livro eu tentava fazer o
Renascimento inteligível aos leitores do século XXI. Já
está sendo traduzido em quatro línguas – francês, alemão, italiano e espanhol.
(“Entrevista com Peter Burke”, In: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador alude, na entrevista,
(“Entrevista com Peter Burke”, In: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador alude, na entrevista,
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Tinha a ideia de ler os processos [da Inquisição] nas entrelinhas e também a contrapelo, desvirtuando, por assim
dizer, as intenções das evidências; indo contra ou além
das razões pelas quais elas foram construídas. É o que
Marc Bloch sugeriu quando falou sobre a estratégia de
leitura tortuosa, lendo, por exemplo, a hagiografia medieval não para conhecer a vida dos santos, mas como evidência da história da agricultura medieval.
(“Entrevista de Carlo Ginsburg”. In: Maria Lúcia Garcia Pallares – Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador refere-se
(“Entrevista de Carlo Ginsburg”. In: Maria Lúcia Garcia Pallares – Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador refere-se
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- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- Teoria em HistóriaRevolução Industrial
- História Geral
Analise o excerto, que aproxima a especialização do trabalho industrial ao filme Tempos Modernos, lançado em
1936, dirigido e protagonizado por Charles Chaplin.
A manufatura, diz Marx, “estropia o trabalhador e faz dele uma espécie de monstro, favorecendo, como numa estufa, o desenvolvimento de habilidades parciais, suprimindo todo um mundo de instintos e capacidades”. [...] Em Tempos Modernos são excelentes as cenas em que o corpo alcança uma condição automatizada, com movimentos precisos e ritmo regular. Procurando mostrá-lo como mais uma peça da engrenagem, o personagem de Chaplin perde o controle, tornando-se puro movimento automático das mãos. [...] Carlitos, enlouquecido, puro movimento automático, [persegue] uma mulher pela rua, ao confundir botões de seu vestido com os parafusos que deve apertar.
(Carlos Alberto Vesentini, “História e ensino: o tema do sistema de fábrica visto através de filmes”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
A comparação, veiculada pelo excerto,
A manufatura, diz Marx, “estropia o trabalhador e faz dele uma espécie de monstro, favorecendo, como numa estufa, o desenvolvimento de habilidades parciais, suprimindo todo um mundo de instintos e capacidades”. [...] Em Tempos Modernos são excelentes as cenas em que o corpo alcança uma condição automatizada, com movimentos precisos e ritmo regular. Procurando mostrá-lo como mais uma peça da engrenagem, o personagem de Chaplin perde o controle, tornando-se puro movimento automático das mãos. [...] Carlitos, enlouquecido, puro movimento automático, [persegue] uma mulher pela rua, ao confundir botões de seu vestido com os parafusos que deve apertar.
(Carlos Alberto Vesentini, “História e ensino: o tema do sistema de fábrica visto através de filmes”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
A comparação, veiculada pelo excerto,
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Foi somente na década de [1920], durante a gestão do
seu segundo diretor, Afonso de Escragnole Taunay (1916
– 1946), que o Museu Paulista afirmou-se enquanto um
museu dedicado à História Nacional e especialmente à
de São Paulo. Durante a comemoração do Centenário
da Independência do país, Taunay aproveitou não só os
festejos deste fato, como também capitalizou os benefícios simbólicos da Independência, que deveriam estar
em harmonia com o projeto hegemônico de São Paulo
no período da chamada República Velha. Nessa ocasião,
Taunay inaugurou a estátua de D. Pedro I – a mesma que
é encontrada até hoje visível ao subirmos a escadaria
monumental do Museu – exaltando-o não como fundador do Império, mas enquanto autor do gesto gerador da
nacionalidade que ocorrera naquele local, numa das províncias mais republicana do país.
(Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos, “Por que visitar museus”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula, 1998)
A análise da organização do acervo do Museu Paulista demonstra a possibilidade de
(Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos, “Por que visitar museus”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula, 1998)
A análise da organização do acervo do Museu Paulista demonstra a possibilidade de
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Ensino das DisciplinasHistória
- Temas Educacionais Pedagógicos
As disciplinas que sustentavam o currículo do ensino
fundamental, nas primeiras décadas do século XX, eram
Língua Pátria, Geografia e História do Brasil, tripé de
formação do espírito nacionalista e patriótico. A partir
da Segunda Guerra Mundial, as ciências físicas, químicas e biológicas, ao lado da matemática, ganharam um
status proeminente e passaram a ser consideradas,
então, como a viga mestra do saber escolar por possibilitarem uma formação de cunho tecnológico, necessária
à vida empresarial. A empresa gera a riqueza da nação,
produz empregos, (ou desemprego), distribui dinheiro,
produz os objetos do sonho consumista [...].
(Circe Bittencourt, “Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de história”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
O excerto menciona a
(Circe Bittencourt, “Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de história”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
O excerto menciona a
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Entre os constituintes da disciplina escolar, acham-se as
atividades de avaliação, essenciais para se ter o controle sobre o que é ensinado ou apreendido pelo aluno. A
avaliação está relacionada a conceitos de aprendizagem
e articula-se com um tipo determinado de compreensão
de disciplina escolar: tem certas características se a disciplina escolar é entendida apenas como transmissora de
conteúdos, e outras se a disciplina escolar é concebida
como produtora de conhecimento.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de história: fundamentos e métodos, 2008)
O excerto refere-se a dois objetivos básicos e constitutivos dos procedimentos de avaliação, que
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de história: fundamentos e métodos, 2008)
O excerto refere-se a dois objetivos básicos e constitutivos dos procedimentos de avaliação, que
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A divisão da História em grandes períodos é a que prevalece nos cursos de História tanto do bacharelado quanto
da licenciatura e que se tem mantido desde a reformulação decorrente da lei brasileira de Diretrizes e Bases
de 1962, quando foi estabelecido o currículo mínimo
pelo Conselho Federal de Educação, composto de História Antiga, História Medieval, História Moderna, História
Contemporânea, História da América e História do Brasil.
Essa divisão das disciplinas do nível superior, como se
vê, corresponde à maioria das propostas curriculares do
ensino fundamental e médio e é a que está presente nos
livros didáticos.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de história: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
O excerto alude à
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de história: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
O excerto alude à
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- História da Educação BrasileiraEducação como Processo de Construção Histórica
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- LegislaçãoLei 10.639/2003: Obrigatoriedade Temática - História e Cultura Afro-Brasileira
Analise a seguir a lei decretada pelo Congresso Nacional, que foi sancionada pelo Presidente da República do
Brasil em 9 de janeiro de 2003:
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos. 26-A, 79-A e 79-B:
“Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
§ 1º O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
§ 2º Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro -Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
§ 3º (VETADO)”
“Art. 79-A. (VETADO)”
“Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182º da Independência e 115º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
(Disponível em: https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_ 03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1)
A Lei que torna obrigatória no currículo da rede de ensino nacional a temática história e cultura afro-brasileira
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos. 26-A, 79-A e 79-B:
“Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
§ 1º O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
§ 2º Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro -Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
§ 3º (VETADO)”
“Art. 79-A. (VETADO)”
“Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182º da Independência e 115º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
(Disponível em: https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_ 03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1)
A Lei que torna obrigatória no currículo da rede de ensino nacional a temática história e cultura afro-brasileira
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- Ensino das DisciplinasHistória
- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Temas Educacionais Pedagógicos
O componente curricular História, tal como foi concebido
na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), tem como
um de seus principais objetivos [...] estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que
os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar em
que vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas.
(Itatiba (SP). Prefeitura. Secretaria de Educação. Currículo do Ensino Fundamental 2: 6º ao 9º ano/Secretaria de Educação. Itatiba: Secretaria de Educação, 2020. Disponível em: https://www.itatiba.sp.gov.br/templates/midia/secretarias/educacao/ publicacoes/curriculo_ensino_fundamental_ii_6o_ao_9o_ano.pdf)
O excerto refere-se a um dos objetivos da BNCC, cuja aplicação no processo de ensino e aprendizado consiste em desenvolver nos estudantes
(Itatiba (SP). Prefeitura. Secretaria de Educação. Currículo do Ensino Fundamental 2: 6º ao 9º ano/Secretaria de Educação. Itatiba: Secretaria de Educação, 2020. Disponível em: https://www.itatiba.sp.gov.br/templates/midia/secretarias/educacao/ publicacoes/curriculo_ensino_fundamental_ii_6o_ao_9o_ano.pdf)
O excerto refere-se a um dos objetivos da BNCC, cuja aplicação no processo de ensino e aprendizado consiste em desenvolver nos estudantes
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A Secretaria de Educação do Município de Itatiba
elaborou o Currículo de História para o Ensino Fundamental 2 ao longo de um processo de discussão e
de reflexão, que se estendeu de 2015 a 2020. O presente currículo é o resultado de um duplo movimento de elaboração. Entre 2015 e 2016, a Secretaria de
Educação do município, juntamente com os professores e as professoras da disciplina, empreendeu uma
ampla reformulação do documento curricular. A partir
de 2018, os encontros de formação com os docentes
tematizaram a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o que conduziu o processo
já existente de construção curricular a uma nova fase.
Esse segundo movimento de elaboração incorporou
as novas diretrizes trazidas pela BNCC às discussões
anteriores, procurando compatibilizar o currículo comum nacional com a realidade educacional do município. Neste processo, o Currículo Paulista, finalizado
em 2019, também constituiu uma fonte de referência
importante.
(Itatiba (SP). Prefeitura. Secretaria de Educação. Currículo do Ensino Fundamental 2: 6º ao 9º ano/Secretaria de Educação. Itatiba: Secretaria de Educação, 2020. Disponível em: https://www.itatiba.sp.gov.br/templates/midia/secretarias/ educacao/publicacoes/curriculo_ensino_fundamental_ii_ 6o_ao_9o_ano.pdf)
O processo de elaboração curricular, exposto pelo excerto,
(Itatiba (SP). Prefeitura. Secretaria de Educação. Currículo do Ensino Fundamental 2: 6º ao 9º ano/Secretaria de Educação. Itatiba: Secretaria de Educação, 2020. Disponível em: https://www.itatiba.sp.gov.br/templates/midia/secretarias/ educacao/publicacoes/curriculo_ensino_fundamental_ii_ 6o_ao_9o_ano.pdf)
O processo de elaboração curricular, exposto pelo excerto,
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