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Foram encontradas 50 questões.

Galvão (em Arantes, 2003) discute elementos para uma reflexão sobre a prática pedagógica a partir da perspectiva de Wallon sobre a expressividade e as emoções.

De acordo com a autora,
 

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Verônica é secretária de atendimento aos alunos em uma escola municipal. Em uma manhã, ela presenciou uma situação de agressão entre duas crianças e, rapidamente, saiu de sua sala e interveio na situação, separando os alunos envolvidos. Decidiu, então, conversar com um deles, que parecia mais exaltado. Joana, professora da turma a que pertenciam os alunos, abordou Verônica, explicando que ela fez bem em separar as crianças, mas que não deveria ter ficado conversando com uma delas. Joana explicou: “a responsabilidade formativa das crianças é da equipe pedagógica, que tem esse preparo”.

Considerando o que argumentam Libâneo, Oliveira e Toschi (2003), a atitude de Joana é
 

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Falkembach (em Veiga, 1996) defende a ideia de um planejamento participativo com base na escola.
Assinale a alternativa que contém uma afirmação verdadeira acerca da perspectiva apresentada pela autora.
 

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A participação da criança na vida social recebeu, a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), um grau de proteção inédito.

De acordo com Castro e Regattieri (2009), a escola ocupa um lugar importante na garantia dos direitos abrangidos nessa proteção porque
 

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Aguiar et al. (2006), refletindo sobre a importância da educação no combate à exclusão, afirmam haver diversas concepções do que seja o desenvolvimento sustentável. Uma dessas concepções é assim descrita: “supõe uma mudança na orientação do desenvolvimento econômico, contemplando a justiça social e a superação da desigualdade socioeconômica. [...] Nesta perspectiva, o mercado e a visão economicista deixam de ter a centralidade” e cedem lugar a um desenvolvimento que “se realiza na partição da riqueza social e na distribuição do controle sobre os recursos, inclusive os provenientes da natureza”.

Trata-se, especificamente, da perspectiva
 

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Leia o texto a seguir:

Nas redações de jornais, para se preencher uma vaga de emprego, geralmente se recorria __________ indicação de alguém da própria equipe. Até porque nos currículos se podiam ler ________ vezes pérolas como _________ que pesquei um dia: “Conhece, de perto, Elizabeth Taylor”. Em certos momentos penso que deveríamos ter contratado aquele camarada.

(Humberto Werneck, Esse inferno vai acabar. Adaptado)

As lacunas devem ser, correta e respectivamente, preenchidas por:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.
Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.
Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.
(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
No trecho “… não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos…” (3º parágrafo), a palavra destacada foi empregada para
 

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Leia a tira a seguir para responder à questão.

Enunciado 4461634-1

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Em “… mas a Sra. acha mesmo que eles vão querer?” (3º quadro), a palavra destacada pertence à mesma classe da destacada em:
 

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Leia a tira a seguir para responder à questão.

Enunciado 4461633-1

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Na fala do 3º quadro, a expressão “vão querer” pode ser corretamente substituída, sem alteração do sentido original, por:
 

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Leia a tira a seguir para responder à questão.

Enunciado 4461632-1

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Em “Você tem chiclete que chegue para dividir com seus colegas?” (2º quadro), a palavra destacada tem sentido de
 

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