Foram encontradas 40 questões.
Certa pizzaria oferece dez sabores diferentes de pizza e o cliente pode montar a sua pizza com até quatro sabores distintos.
Dessa forma, qual é o total de possíveis combinações de sabores que um cliente pode comprar nessa pizzaria?
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Determinado restaurante oferece três tipos de rodízios:
• Rodízio de churrasco – R$ 85,00 por pessoa;
• Rodízio de petiscos – R$ 45,00 por pessoa;
• Rodízio de pizzas – R$ 60,00 por pessoa.
Em determinada noite, 21 pessoas foram a este restaurante e todos pediram algum dos três tipos de rodízio. Sabendo-se que o valor total recebido pelos rodízios foi R$ 1.470,00. Pode-se concluir que, no mínimo, quantas pessoas pediram o rodízio de churrasco nessa noite?
• Rodízio de churrasco – R$ 85,00 por pessoa;
• Rodízio de petiscos – R$ 45,00 por pessoa;
• Rodízio de pizzas – R$ 60,00 por pessoa.
Em determinada noite, 21 pessoas foram a este restaurante e todos pediram algum dos três tipos de rodízio. Sabendo-se que o valor total recebido pelos rodízios foi R$ 1.470,00. Pode-se concluir que, no mínimo, quantas pessoas pediram o rodízio de churrasco nessa noite?
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
A quem interessa a monetização da misoginia?
E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de
igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento
virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados.
A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse
resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência
Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas
redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição
efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e
páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas
judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor
das mulheres e o ódio contra elas.
Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar
que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas
pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio
misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e,
portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer
punição ou sem responsabilização?
As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis
que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura
e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar
sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.
(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
A quem interessa a monetização da misoginia?
E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de
igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento
virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados.
A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse
resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência
Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas
redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição
efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e
páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas
judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor
das mulheres e o ódio contra elas.
Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar
que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas
pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio
misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e,
portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer
punição ou sem responsabilização?
As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis
que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura
e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar
sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.
(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
A quem interessa a monetização da misoginia?
E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de
igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento
virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados.
A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse
resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência
Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas
redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição
efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e
páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas
judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor
das mulheres e o ódio contra elas.
Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar
que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas
pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio
misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e,
portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer
punição ou sem responsabilização?
As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis
que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura
e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar
sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.
(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?
Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos
após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.
Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da
escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a
chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo
deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As
pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por
homens.
(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?
Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos
após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.
Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da
escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a
chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo
deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As
pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por
homens.
(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
I. A expressão “um deles” e o vocábulo “outro” da expressão “enquanto outro” foram usados anaforicamente. Ambos retomam a informação “usuário”.
II. A expressão “um deles” foi usada anaforicamente, retomando a informação “comentário” e as expressões “outro termo” e “enquanto outro” foram usados cataforicamente, ambos antecipando a informação “termo”.
III. As expressões “um deles” e “outro termo” foram usados, ambos, anaforicamente, retomando a informação “comentário” e a expressão “enquanto outro” foi usada cataforicamente, antecipando a informação “usuário”.
IV. O termo “outro” da expressão “outro termo” foi usado cataforicamente, antecipando a informação “termo”.
Está correto o que se afirma apenas em
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?
Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos
após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.
Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da
escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a
chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo
deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As
pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por
homens.
(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
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O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?
Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos
após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.
Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da
escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a
chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo
deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As
pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por
homens.
(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
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Leia a tira a seguir:

Considerando a regra de acentuação do Novo Acordo Ortográfico que justifica a grafia da palavra “História” no primeiro quadrinho, assinale a alternativa que contém duas palavras obedecendo a mesma regra de acentuação.

Considerando a regra de acentuação do Novo Acordo Ortográfico que justifica a grafia da palavra “História” no primeiro quadrinho, assinale a alternativa que contém duas palavras obedecendo a mesma regra de acentuação.
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