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Foram encontradas 140 questões.

1941341 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.

Uma parte de mimé
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
 
Uma parte de mimé
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
 
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
 
Uma parte de mimé
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
 
Uma parte de mimé
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
 
Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”

Ao afirmar que “uma parte de mim é multidão”, o poeta emprega uma figura de linguagem que envolve a noção de comparação. Marque a alternativa que indica qual é essa figura de linguagem.

 

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1941340 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.

“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
Em seu discurso, Rui Barbosa expõe alguns pares de palavras que possuem sentidos opostos. Marque a alternativa que indica um desses pares.
 

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1941339 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.

“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
Em relação à interpretação do texto, identifique a alternativa CORRETA.
 

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1941337 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.

Uma parte de mimé
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
 
Uma parte de mimé
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
 
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
 
Uma parte de mimé
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
 
Uma parte de mimé
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
 
Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”

Analise as afirmações a seguir e marque a que contém uma interpretação CORRETA sobre o sentido do poema.

 

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1941336 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder às próximas questões.

Uma parte de mimé
todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
 
Uma parte de mimé
multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
 
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
 
Uma parte de mimé
permanente:
outra parte
se sabe de repente.
 
Uma parte de mimé
só vertigem:
outra parte,
linguagem.
 
Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?”

Em relação à palavra “vertigem”, que aparece na quarta estrofe do poema, marque a alternativa que indica um de seus possíveis significados.

 

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1941333 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Leia o seguinte trecho de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, proferido perante o Supremo Tribunal Federal em 1892, para responder à próxima questão.
“Formulando para nossa pátria o pacto da reorganização nacional, sabíamos que os povos não amam as suas constituições senão pela segurança das liberdades que elas lhes prometem, mas que as constituições, entregues, como ficam, ao arbítrio dos parlamentos e à ambição dos governos, bem frágil anteparo oferecem a essas liberdades, e acabam, quase sempre, e quase sempre se desmoralizam, pelas invasões, graduais, ou violentas, do poder que representa a legislação e do poder que representa a força. Nós, os fundadores da Constituição, não queríamos que a liberdade individual pudesse ser diminuída pela força, nem mesmo pela lei”.
Analise as alternativas a seguir e marque a que apresenta uma interpretação INCORRETA sobre o sentido do texto.
 

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1941332 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão.

“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total. Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc., etc. Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Depois de tudo o que passei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: sou um ex-covarde”.

(Texto com adaptações).

Na oração “o que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo”, exerce a função sintática de núcleo do sujeito o termo:
 

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1941330 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão.

“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total. Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc., etc. Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Depois de tudo o que passei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: sou um ex-covarde”.

(Texto com adaptações).

Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor:
 

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1941329 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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Leia o seguinte trecho de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, proferido perante o Supremo Tribunal Federal em 1892, para responder à próxima questão.
“Formulando para nossa pátria o pacto da reorganização nacional, sabíamos que os povos não amam as suas constituições senão pela segurança das liberdades que elas lhes prometem, mas que as constituições, entregues, como ficam, ao arbítrio dos parlamentos e à ambição dos governos, bem frágil anteparo oferecem a essas liberdades, e acabam, quase sempre, e quase sempre se desmoralizam, pelas invasões, graduais, ou violentas, do poder que representa a legislação e do poder que representa a força. Nós, os fundadores da Constituição, não queríamos que a liberdade individual pudesse ser diminuída pela força, nem mesmo pela lei”.
Em relação à frase “os povos não amam as suas constituições senão pela segurança …”, marque a opção que NÃO indica uma expressão que poderia substituir a palavra “senão”, sem que o sentido da frase fosse alterado.
 

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1941328 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Jaguapitã-PR
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O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão.

“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total. Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc., etc. Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Depois de tudo o que passei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: sou um ex-covarde”.

(Texto com adaptações).

Marque a alternativa que NÃO contém um sentido possível para a expressão “pulhas”.
 

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