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Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.*
* Ciao foi publicada no dia 29 de setembro de 1984, no Caderno B do Jornal do Brasil. Era a despedida de Drummond do gênero crônica
(Drummond, Ciao, https://brasilescola.uol.com.br/
literatura/ciao-ultima-cronica- carlos-drummond-andrade.htm, 17.08.2021. Adaptado)
Na frase – ...desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial... –, o termo em destaque é antônimo de
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Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.*
* Ciao foi publicada no dia 29 de setembro de 1984, no Caderno B do Jornal do Brasil. Era a despedida de Drummond do gênero crônica
(Drummond, Ciao, https://brasilescola.uol.com.br/
literatura/ciao-ultima-cronica- carlos-drummond-andrade.htm, 17.08.2021. Adaptado)
A frase - Não se exige do cronista... – segue as recomendações de colocação pronominal da norma-padrão da língua portuguesa. Assinale a alternativa que também segue corretamente tais recomendações.
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Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.*
* Ciao foi publicada no dia 29 de setembro de 1984, no Caderno B do Jornal do Brasil. Era a despedida de Drummond do gênero crônica
(Drummond, Ciao, https://brasilescola.uol.com.br/
literatura/ciao-ultima-cronica- carlos-drummond-andrade.htm, 17.08.2021. Adaptado)
No trecho da crônica Ciao, o autor
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Leia a tira para responder à questão.

(GONSALES, Fernando. Níquel Náusea: vá pentear macacos! São Paulo: Devir, 1994, p.29. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função do advérbio MAIS no último quadrinho da tira.
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Leia a tira para responder à questão.

(GONSALES, Fernando. Níquel Náusea: vá pentear macacos! São Paulo: Devir, 1994, p.29. Adaptado)
A frase “As coisa fica brilhenta” não está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
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Leia a tira para responder à questão.

(GONSALES, Fernando. Níquel Náusea: vá pentear macacos! São Paulo: Devir, 1994, p.29. Adaptado)
O efeito de humor presente na tira decorre principalmente do fato de o personagem
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP
As Disposições Gerais da Lei nº 12.527/2011 elencam as instituições que devem observar os seus 47 artigos.
A lei determina que
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP
Neste ano, a Lei de Acesso à Informação (LAI) completa uma década de vigência. Politicamente tem sido muito usada, segundo muitos críticos, para impedir que determinadas situações venham a público em detrimento do conceito de algumas pessoas públicas.
A respeito da LAI, é correto afirmar que as informações
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Considere a seguinte hipótese:
A comissão encarregada de levar avante a organização do “Jaguariúna Rodeo Festival”, vetou a publicação de uma imagem fotográfica porque os cantos estavam imperfeitos. O fotógrafo concordou com a avaliação e explicou que o defeito da imagem foi resultado da incapacidade do equipamento em colocar as linhas horizontais e verticais do assunto no mesmo plano de focagem.
Esse tipo de imperfeição é chamado, no meio profissional, de
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Leia com atenção o texto a seguir:
“Jaguariúna está no meu roteiro desde que eu era menino. Meu avô materno tinha fazenda em Amparo e Jaguariúna ficava a caminho.
Íamos, minha avó Wilma e eu, de trem até Campinas, onde meu avô Orlando nos apanhava na estação. Dalí seguíamos no seu carro até a fazenda Cachoeira, passando por Jaguariúna e Pedreira, as duas então pequenas cidades, com ruas de terra logo depois da praça central”.
(pmec. Disponível em https://bit.ly/385j21A. Acesso em 21.08.2021)
É correto afirmar que o texto, escrito por um advogado morador da cidade, pelas suas características de redação, é
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