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Acerca da economia brasileira nos séculos XVIII e XIX, é CORRETO afirmar que
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O mercantilismo pode ser entendido como um conjunto de práticas e medidas econômicas dos Estados nacionais no período da transição do feudalismo para o capitalismo. Entre as características da política mercantilista, é INCORRETO elencar:
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Marque com C (correta) ou com I (incorreta) cada uma das afirmativas acerca da história chinesa nos séculos XIX e XX.
I - Como consequência do massacre da Praça da Paz Celestial (1988), a China optou pela abertura política e implementação da economia de mercado.
II - A Guerra dos Boxers (1899-1902), promovida por nacionalistas radicais contra a exploração imperialista, atraiu a fúria do Japão, Estados Unidos, Rússia, França, Inglaterra e Alemanha.
III - A incapacidade do governo do Kuomitang em superar os problemas chineses favoreceu a ascensão de Mao-Tsé-Tung (1943).
IV - A imposição do Tratado de Nanquim (1842) determinou a criação de zonas de influência em cinco dos principais portos chineses e a aplicação de legislação inglesa para julgar cidadãos ingleses em território chinês.
Assinale a sequência CORRETA.
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere a grafia do verbo ter no trecho: “Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm ‘batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam.”
Que aspecto gramatical abaixo explica a acentuação do ter no trecho?
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O período que se inicia com a queda de Napoleão Bonaparte, na França, em 1814 e vai até 1848, foi marcado pela Restauração sob os governos de Luiz XVIII e Carlos X, seguido pela Revolução Liberal de 1830, que afastou definitivamente os Bourbons do trono. NÃO faz parte desse período:
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“O período do chamado ‘milagre’ estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação”.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000, p. 485.
Pode-se falar que o “milagre brasileiro” possuía vários pontos vulneráveis. Entre eles, destaca-se
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Os movimentos camponeses ocorridos na Alemanha, iniciados em 1524, NÃO estão associados à/ao
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
O autor NÃO menciona ou relaciona o ato de perdoar com
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “... têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam.”
Assinale a alternativa que explica o emprego do sinal indicativo de crase na palavra negritada.
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A Revolução iraniana, em 1979, derrubou a dinastia Pahlevi que governava o Irã em sintonia com o Ocidente e estabeleceu um governo fortemente influenciado pela religião no país, cuja maioria da população é muçulmana xiita. A partir dessa época, o Irã foi liderado pelos Aiatolás que adotaram uma postura mais antiocidental e sofreram certo isolamento. O xiismo foi associado cada vez mais com posturas radicais e a palavra passou a designar fanatismo e radicalismo. Uma associação muito frequente é relacionar o islã xiita ao muçulmano radical enquanto o islã sunita é associado ao muçulmano moderado. Contudo, tais associações são equivocadas e grupos radicais e conservadores são observados nos dois universos islâmicos dominantes.
Marque com C (correta) ou com I (incorreta) cada uma das afirmativas acerca da divisão no universo religioso islâmico.
( ) O grupo tribal Taleban, que governava o Afeganistão por ocasião dos atentados terroristas do dia 11 de setembro de 2001, é de perspectiva xiita.
( ) Os xiitas representam a força religiosa dominante no Irã e no Iraque.
( ) Osama Bin Laden, líder do grupo radical terrorista Al qaeda atacou os Estados Unidos em nome do “radicalismo xiita”.
( ) A monarquia saudita, ancorada em sua extensa renda proveniente do petróleo, tem patrocinado instituições de ensino religioso pelo mundo, exportando, assim, o islã sunita.
Assinale a sequência CORRETA.
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