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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a análise sintática do trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Provas
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando o termo destacado, de acordo com a análise das classes de palavras envolvidas em sua constituição, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
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Assinale a alternativa CORRETA em relação ao sinal indicativo de crase:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Provas
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
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