Foram encontradas 132 questões.
Sobre sujeito, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
COLUNA I.
A- Sujeito simples.
B- Sujeito composto.
C- Sujeito oculto (ou elíptico).
D- Sujeito indeterminado.
E- Sujeito inexistente.
COLUNA II.
1- Chegaram a um acordo os patrões e empregados.
2- Assistiu-se ao assalto passivamente.
3- Ventou demais durante a noite.
4- Participamos das discussões acaloradamente.
5- Uma nova moeda foi criada pelo governo.
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O texto a seguir, se refere às próximas três questões.
Saber viver: (Cora Coralina).
Não sei…
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
No texto, a oração (...mas que seja intensa, verdadeira e pura…) exprime:
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O texto a seguir, se refere às próximas três questões.
Saber viver: (Cora Coralina).
Não sei…
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto (silêncio, alegria, sacia, muitas, respeita) são, respectivamente:
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O texto a seguir, se refere às próximas três questões.
Saber viver: (Cora Coralina).
Não sei…
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas

A oração “mas disseram que podemos beber!”, é:
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Assinale a alternativa onde temos uma oração com sujeito indeterminado.
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Sobre colocação pronominal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Ocorre a mesóclise nas orações com verbos no futuro do presente ou futuro do pretérito do indicativo. Exemplo: A cerimônia realizar-se-á no salão principal.
( ) A ênclise é o uso do pronome depois do verbo, a próclise é a colocação do pronome antes do verbo, a mesóclise é a utilização do pronome no meio do verbo.
( ) Algumas adaptações podem ser necessárias para o uso dos pronomes o, a, os, as. Após verbos terminados em -r, -s ou -z, eliminam-se essas letras, acrescentando-se -lo, -la, -los, -las e acentuam-se as formas verbais quando necessário.
( ) Nos pronomes o, a, os, as, após verbos terminados em som nasal, acrescentam-se -no, -na, -nos, -nas.
( ) Embora exerçam, predominantemente, a função de complemento verbal, os pronomes oblíquos átonos podem atuar como sujeitos após alguns verbos, como mandar, deixar, fazer, ouvir, ver e sentir.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAntítese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemSinestesia
Sobre figuras de linguagem, enumere a Coluna X com a Coluna Y e marque a alternativa correta.
COLUNA X.
A- Metáfora.
B- Comparação.
C- Eufemismo.
D- Sinestesia.
E- Antítese.
COLUNA Y.
1- É uma aproximação de ideias de maneira explícita, contando com o emprego de termos que a evidenciam: como, tal qual, assim como etc.
2- Ocorre quando se fundem na mesma percepção, elementos sensoriais diferentes.
3- Caracteriza-se por associar ideias contrárias por meio de enunciados de sentidos opostos.
4- Consiste na troca de palavras ou expressões desagradáveis ou excessivamente fortes por formulações que as atenuem.
5- Seu princípio é a relação de semelhança subentendida, exige do leitor uma operação de decifração de sentido.
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Em se tratando de predicado, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) O predicado verbal tem como núcleo um verbo. De acordo com a transitoriedade, esse verbo pode ser intransitivo, quando constitui uma informação integral, ou transitivo, quando prevê um ou mais complementos.
( ) O predicado nominal tem como núcleo uma palavra ou expressão responsável por apresentar algum atributo do sujeito; esse núcleo é chamado de predicativo do sujeito.
( ) O predicado verbo-nominal é formado por dois núcleos: um verbo e um predicativo. O predicativo do sujeito expressa o estado do sujeito durante a ação verbal. O predicativo do objeto indica uma característica do objeto atribuída a ele por meio da ação verbal.
( ) O predicado verbal associa as características dos predicados nominal e verbo-nominal, apresenta sempre um verbo de ligação.
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Leia o texto para responder às próximas duas questões.

Conversinha mineira: (Fernando Sabino).
— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
— Sei dizer não senhor: não tomo café.
— Você é dono do café, não sabe dizer?
— Ninguém tem reclamado dele não senhor.
— Então me dá café com leite, pão e manteiga.
— Café com leite só se for sem leite.
— Não tem leite?
— Hoje, não senhor.
— Por que hoje não?
— Porque hoje o leiteiro não veio.
— Ontem ele veio?
— Ontem não.
— Quando é que ele vem?
— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
— Ah, isso está, sim senhor.
— Quando é que tem leite?
— Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
— E há quanto tempo o senhor mora aqui?
— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.
— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
— E o Prefeito?
— Que é que tem o Prefeito?
— Que tal o Prefeito daqui?
— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
— Que é que falam dele?
— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
— Você, certamente, já tem candidato.
— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
— Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto (mineira, leite, manteiga, eleição, prefeito) são respectivamente:
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