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A primeira finalidade do ensino foi formulada por Montaigne: mais vale uma cabeça bem-feita que bem cheia. Segundo MORIN, o significado de uma cabeça bem-cheia é óbvio, já “uma cabeça bem-feita” é aquela em que o indivíduo:
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De acordo com a Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar, analisar a sentença abaixo:
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos sistemas de ensino. É realizado, de preferência, nas escolas comuns, em um espaço físico denominado Sala de Recursos Multifuncionais. Portanto, é parte integrante do projeto político pedagógico da escola (1ª parte). O motivo principal de o AEE ser realizado na própria escola do aluno está na possibilidade de que suas necessidades educacionais específicas possam ser atendidas e discutidas no dia a dia escolar e com todos os que atuam no ensino regular e/ou na educação especial, aproximando esses alunos dos ambientes de formação comum a todos (2ª parte).
A sentença está:
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Incêndios destroem um patrimônio cultural por ano no Brasil
As imagens que tomaram o Brasil em setembro, do Museu Nacional do Rio de Janeiro consumido pelas chamas, infelizmente, não são uma exceção. Incêndios são os grandes vilões do patrimônio cultural brasileiro, como aponta José Luiz Pedersoli Júnior, especialista em gestão de risco do Centro Internacional para o Estudo da Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural, na Itália.
“Os incêndios são um grande fator de risco para museus não só no Brasil, mas em todo o mundo, pela combinação de fatores como grande quantidade de materiais orgânicos inflamáveis e prédios históricos antigos com falta de estrutura e de manutenção, além da legislação inadequada, gestores com curto período de mandato e descaso com a cultura. A soma final resulta em desastres incalculáveis como este.” diz.
Segundo levantamento apresentado por Perdersoli, pelo menos uma instituição cultural brasileira é destruída pelo fogo anualmente. Analisando a década atual, em 2010, foi a vez do Instituto Butantan, tragédia científica que destruiu 70.000 espécies de cobras conservadas no local. Em 2011, o fogo consumiu a Capela São Pedro Alcântara, outro prédio tombado sob administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a mesma instituição responsável pelo Museu Nacional.
“Essas tragédias poderiam ter sido evitadas”, afirma o especialista. E muitos outros acervos continuam em risco. “A maioria dos museus brasileiros não têm sistema de prevenção de incêndio. É a regra”, diz.
Na maioria dos casos, a dificuldade está na mudança da estrutura das construções, que têm parte elétrica obsoleta e revestimentos de madeira, que são rapidamente consumidos pelo fogo, além da falta de mecanismos de supressão automática do fogo – como os sprinklers, sistema ativado pelo calor que solta água a partir de dutos no teto, ou o combate com gases limpos, que impedem que o fogo se propague, resfriando o ambiente. Outra solução é a compartimentação corta-fogo, que isola o incêndio na área em que ele começa, dando tempo para que os bombeiros se preparem antes que ele se espalhe. “A legislação brasileira não exige essas medidas em prédios históricos, ao contrário dos Estados Unidos e Canadá”, diz Perdersoli.
“O que aconteceu com o Museu Nacional é um caso de negligência. Só depois da tragédia é que aparece a verba para a reconstrução. Por que, então, não usaram o dinheiro antes? É o barato que sai caro. E é nosso patrimônio que se perde”, finaliza Perdersoli.
https://veja.abril.com.br/brasil/incendios - adaptado.
A palavra “vilão” (primeiro parágrafo) pode ser pluralizada de três formas: “vilãos”, “vilões” e “vilães”. Aceita também mais de uma forma de plural a palavra:
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Os Bonecos Gigantes de Olinda
Os Bonecos Gigantes surgem na Europa, provavelmente na Idade Média, sob a influência dos mitos pagãos escondidos pelos temores da inquisição. Chegam a Pernambuco através da pequena cidade de Belém do São Francisco, no sertão do estado.
Em 2008, o empresário e produtor cultural Leandro Castro criou uma nova geração dos Bonecos Gigantes. Uma equipe montada com diversos artistas, como Antônio Bernardo, Aluísio de Nazaré da Mata e a estilista Sineide Castro, responsável pelos figurinos dos bonecos, materializou grandes ícones da história e cultura brasileira e personalidades mundiais como: Maurício de Nassau, D. Pedro I, Lampião, Michael Jackson, Luiz Gonzaga, Ariano Suassuna, Dominguinhos, Chacrinha, Alceu Valença, Chico Science, Elba Ramalho, Pelé, Jô Soares, Neymar, Os Beatles, Rita Lee, Roberto Carlos, David Bowie, Elvis Presley, entre outros.
A nova geração dos bonecos tem impressionado bastante a todos pelo grande realismo das expressões faciais e pelos figurinos, o que originou o título de museu de cera popular itinerante. Este maior realismo foi obtido na inovação dos materiais utilizados, a matriz moldada em argila para posterior aplicação de fibra de vidro, material este mais leve e duradouro. As mãos dos bonecos permaneceram em isopor para não machucar nenhum folião durante as apresentações. Os Bonecos de Olinda possuem uma altura média de 3,90m.
Em 2009, foi realizada, na segunda-feira de carnaval, a primeira Apoteose dos Bonecos Gigantes, no Sítio Histórico de Olinda, com 30 bonecos. Em 2016, o evento contou com mais de 80 bonecos revivendo grandes personalidades da cultura e história pernambucana, brasileira e mundial.
Atualmente os bonecos permanecem em exposição o ano inteiro na Embaixada de Pernambuco – Bonecos Gigantes de Olinda.
http://www.bonecosgigantesdeolinda.com.br/historia.php - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Os Bonecos Gigantes têm sua origem em Pernambuco, no sertão do estado.
II. Artistas como Maurício de Nassau e Ariano Suassuna foram responsáveis pela criação de uma nova geração de Bonecos Gigantes.
III. A nova geração impressiona muito pelo realismo dos bonecos. Isso se deve ao uso de argila, material mais leve e duradouro.
Está(ão) CORRETO(S):
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Cada vez menores
No período histórico como Pleistoceno, que começou há 2,6 milhões de anos e durou até 11.700 anos atrás, a fauna, a flora e o clima do planeta eram completamente diferentes do que vemos e sentimos na atualidade. Há 125.000 anos, os humanos do gênero Homo, que evoluíram de seus ancestrais australopitecos, conviviam com imensos mamíferos que então habitavam a Terra. Mamutes, preguiças-gigantes e tigres-dentes-de-sabre, que agora pareceriam invenções de filmes de ficção científica, dividiam espaço com o mais antigo de nossos ancestrais na África Subsaariana. Com o transcorrer dos milênios, essas espécies enormes desapareceram gradualmente. Passaram de uma massa média de 69 quilos para os 17 quilos atuais. De acordo com um estudo publicado pela Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, o peso mais comum de um mamífero daqui a 200 anos poderá ser de singelos 7 quilos. E o maior animal terrestre não deverá mais ser um imponente elefante, como hoje, mas uma vaca.
https://veja.abril.com.br/revista-veja/cada-vez-menores/ - adaptado.
Considerando-se a ortografia, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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De acordo com as ideias expressas por FREIRE em seu livro “Pedagogia dos Sonhos Possíveis”, analisar os itens abaixo:
I. A educação é simultaneamente uma certa teoria do conhecimento posta em prática, é um ato estético e não um ato político.
II. A linguagem não é exclusivamente um meio de expressão das impressões que temos diante do mundo. A linguagem é, também, conhecimento em si.
III. A alfabetização, em sendo o processo de aprendizagem da leitura da palavra, parte da leitura do mundo. Reler o mundo depois de ter lido a palavra pode significar uma aproximação mais rigorosa da compreensão de cidadania.
Estão CORRETOS:
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Cada vez menores
No período histórico conhecido como Pleistoceno, que começou há 2,6 milhões de anos e durou até 11.700 anos atrás, a fauna, a flora e o clima do planeta eram completamente diferentes do que vemos e sentimos na atualidade. Há 125.000 anos, os humanos do gênero Homo, que evoluíram de seus ancestrais australopitecos, conviviam com imensos mamíferos que então habitavam a Terra. Mamutes, preguiças-gigantes e tigres-dentes-de-sabre, que agora pareceriam invenções de filmes de ficção científica, dividiam espaço com o mais antigo representante de nossos ancestrais na África Subsaariana. Com o transcorrer dos milênios, essas espécies enormes desapareceram gradualmente. Passaram de uma massa média de 69 quilos para os 17 quilos atuais. De acordo com um estudo publicado pela Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, o peso mais comum de um mamífero daqui a 200 anos poderá ser de singelos 7 quilos. E o maior animal terrestre não deverá mais ser um imponente elefante, como hoje, mas uma vaca.
https://veja.abril.com.br/revista-veja/cada-vez-menores/ - adaptado.
Quanto ao significado das palavras no texto, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
| (1) Fauna. | (---) Conjunto de condições atmosféricas que caracterizam uma região, pela influência que exercem sobre a vida na Terra. |
| (2) Flora. | (---) Conjunto das espécies animais características de determinada área, época ou meio ambiente específico. |
| (3) Clima. | (---) Conjunto das espécies vegetais características de determinada área, época ou meio ambiente. |
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Sendo o professor como orientador, o aluno deve ser avaliado sob a forma de acompanhamento orientativo. De acordo com DEMO, orientar significa:
I. Motivar o aluno a questionar e a reconstruir conhecimento, cada vez com maior originalidade e autonomia.
II. Indicar pistas de pesquisa, chamar a atenção para alternativas teóricas e práticas, discutir literatura.
III. Oferecer respostas facilitadas, leituras resumidas, receitas prontas e respostas feitas, para permitir melhor controle e avaliação.
IV. Avaliar sobretudo pela capacidade produtiva, mesmo que não seja concluída de todo, mas denotativa de competência em visível formação.
Estão CORRETOS:
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Os Bonecos Gigantes de Olinda
Os Bonecos Gigantes surgem na Europa, provavelmente na Idade Média, sob a influência dos mitos pagãos escondidos pelos temores da inquisição. Chegam a Pernambuco através da pequena cidade de Belém do São Francisco, no sertão do estado.
Em 2008, o empresário e produtor cultural Leandro Castro criou uma nova geração dos Bonecos Gigantes. Uma equipe montada com diversos artistas, como Antônio Bernardo, Aluísio de Nazaré da Mata e a estilista Sineide Castro, responsável pelos figurinos dos bonecos, materializou grandes ícones da história e cultura brasileira e personalidades mundiais como: Maurício de Nassau, D. Pedro I, Lampião, Michael Jackson, Luiz Gonzaga, Ariano Suassuna, Dominguinhos, Chacrinha, Alceu Valença, Chico Science, Elba Ramalho, Pelé, Jô Soares, Neymar, Os Beatles, Rita Lee, Roberto Carlos, David Bowie, Elvis Presley, entre outros.
A nova geração dos bonecos tem impressionado bastante a todos pelo grande realismo das expressões faciais e pelos figurinos, o que originou o título de museu de cera popular itinerante. Este maior realismo foi obtido na inovação dos materiais utilizados, a matriz moldada em argila para posterior aplicação de fibra de vidro, material este mais leve e duradouro. As mãos dos bonecos permaneceram em isopor para não machucar nenhum folião durante as apresentações. Os Bonecos de Olinda possuem uma altura média de 3,90m.
Em 2009, foi realizada, na segunda-feira de carnaval, a primeira Apoteose dos Bonecos Gigantes, no Sítio Histórico de Olinda, com 30 bonecos. Em 2016, o evento contou com mais de 80 bonecos revivendo grandes personalidades da cultura e história pernambucana, brasileira e mundial.
Atualmente os bonecos permanecem em exposição o ano inteiro na Embaixada de Pernambuco – Bonecos Gigantes de Olinda.
http://www.bonecosgigantesdeolinda.com.br/historia.php - adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta o significado da palavra “itinerante”:
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De acordo com BEYER, analisar os itens abaixo:
I. Vygotsky, em relação à criança com deficiência mental, observa que uma ação danosa é aquela em que ela é inserida em grupos homogêneos, como é comum ocorrer em classes e escolas especiais. Ela é privada da possibilidade de beneficiar-se das competências cognitivas de outras crianças, que poderiam desempenhar o papel de mediadoras junto às suas zonas de desenvolvimento.
II. Para a criança com deficiência visual, Vygotsky defende o acesso aos signos culturais. Para ele, a falta de visão não é impedimento para que ela desenvolva domínios conceituais genuínos. São os exercícios táteis que possibilitarão a construção das representações mentais.
III. Quanto à criança surda, Vygotsky considera um fator fundamental o acesso à linguagem, devendo haver a tentativa de dotá-la de diferentes vias de acesso. Afirma ser importante evitar que esta criança se isole na comunidade dos surdos. A língua de sinais é a via de comunicação preferencial para crianças surdas. Não exclui a necessidade de que a criança surda aprenda a dominar outros recursos de comunicação, inclusive o da via oral, para facilitar seu trânsito na comunidade dos ouvintes.
Estão CORRETOS:
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