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Foram encontradas 218 questões.

1656872 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
De acordo com FONSECA, no que se refere à deficiência mental, quanto ao papel do professor, analisar a sentença abaixo:
O professor no campo da deficiência mental tem de exercer funções de coordenador interdisciplinar, gestor de recursos humanos e materiais, organizador científico de estações de aprendizagem e criador, produtor e disseminador de currículos, de programas, de equipamentos, de material, de dispositivos tecnológicos etc. (1ª parte). O professor, no campo da deficiência mental e no da educação especial em geral, não precisa assumir a função de um sintetizador de informação para incorporar a informação de médicos, psicólogos, terapeutas e especialistas etc. em estratégias educacionais efetivas. A interação produtiva com especialistas não é fundamental (2ª parte).
A sentença está:
 

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Por que cortar o dedo com a folha de papel dói tanto?
Quem nunca se cortou com uma folha de papel? Apesar de ser um objeto aparentemente inofensivo, um corte causado por ele pode provocar dor intensa e até mesmo durar alguns dias. Mas por que isso acontece? Afinal, a laceração é, na maioria das vezes, pequena e sem profundidade. O site Science Alert decidiu investigar essa questão e descobriu que existem dois principais motivos que elucidam esse fenômeno: o primeiro está relacionado às terminações nervosas dos dedos; o segundo pode ser explicado pela superfície do papel.
Talvez você nunca tenha percebido isso, mas as pontas dos nossos dedos são mais sensíveis que qualquer outra parte do corpo. Isso porque, no processo evolutivo, elas foram sendo ajustadas para absorver a sensação do toque através das terminações nervosas. De acordo com especialistas, é nessa região do corpo que está a maior concentração de receptores de dor, também chamado de nociceptores. Os nociceptores são responsáveis por alertar o cérebro sobre possíveis perigos, como altas temperaturas, substâncias químicas perigosas e pressão, que podem romper a pele.
Apesar de, visualmente, ter uma superfície lisa, as bordas do papel são dentadas, portanto, o corte deixado na superfície da pele é irregular, o que poderia atingir mais terminações nervosas em comparação com objetos cortantes de corte preciso. Outro motivo para a causa da dor é a profundidade do ferimento: cortes profundos acionam mecanismos naturais de defesa do corpo – como a coagulação do sangue e a formação de crostas –, que ajudam no processo de reparação da área machucada. No entanto, os superficiais apenas atingem os nociceptores, então, os mecanismos de defesa levam mais tempo para serem acionados, o que deixa as terminações nervosas expostas por mais tempo. Esse atraso no processo de cicatrização também pode causar dor.
https://veja.abril.com.br/saude/por-que-os-cortes... - adaptado.
Em “Talvez você nunca tenha percebido isso, mas as pontas dos nossos dedos são mais sensíveis que qualquer outra parte do corpo.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por:
 

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1647867 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Conforme MARINHO et al., o jogo é reconhecido como uma atividade educativa. Nesse sentido, analisar os itens abaixo:
I. É uma oportunidade aberta, não determinada, para um aprender relativo, tem uma intencionalidade subjacente, e sua configuração está relacionada a valores, princípios, crenças e estruturas.
II. Tem como única finalidade estimular a competição entre os participantes.
III. É um meio de propiciar o desenvolvimento integral do ser humano e o aprimoramento de sua qualidade de vida.
IV. Possui função exclusiva de estimulação das habilidades físicas, de forma que trabalhe o aprimoramento dos reflexos corporais e das habilidades individuais.
Estão CORRETOS:
 

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Considerando-se determinado arquivo do Word na pasta “Lixeira”, disponível na área de trabalho. Ao selecionar esse arquivo e clicar com o botão direito do mouse sobre ele, NÃO será uma opção apresentada ao usuário:
 

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1629814 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
De acordo com HERNÁNDEZ e VENTURA, deve-se planejar o desenvolvimento do projeto sobre a base de uma sequência de avaliações, sendo estas:
I. Inicial: o que os alunos sabem sobre o tema, quais são suas hipóteses e referências de aprendizagem.
II. Formativa: o que estão aprendendo, como estão acompanhando o sentido do projeto.
III. Final: o que aprenderam em relação às propostas iniciais? São capazes de estabelecer novas relações?
Estão CORRETOS:
 

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1628212 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Em conformidade com ANTUNES, determinada inteligência baseia-se na capacidade nuclear de perceber distinções nos outros; particularmente, contrastes em seus estados de ânimo, suas motivações, suas intenções e seu temperamento. Em níveis mais profundos, essa inteligência permite que adultos e adolescentes identifiquem intenções, simulações e desejos em outras pessoas, mesmo que elas não os tornem muito explícitos.
Com base nisso, é CORRETO afirmar que a descrição acima se refere a qual das inteligências múltiplas?
 

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1624760 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Considerando-se as matrizes A e B abaixo, o resultado da multiplicação entre elas é igual a:
!$ \mathsf{A}=\begin{bmatrix}0&4\\2&3 \end{bmatrix} !$ e !$ \mathsf{B}=\begin{bmatrix}1&-2\\3&2 \end{bmatrix} !$
 

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1611959 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Considerando-se a Base Nacional Comum Curricular: Educação é a Base, sobre a BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, analisar a sentença abaixo:
A BNCC, ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto a progressiva sistematização dessas experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e formular hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos (1ª parte) . Ampliam-se também as experiências para o desenvolvimento da oralidade e dos processos de percepção, compreensão e representação, elementos importantes para a apropriação do sistema de escrita alfabética e de outros sistemas de representação, como os signos matemáticos, os registros artísticos, midiáticos e científicos e as formas de representação do tempo e do espaço. Os alunos se deparam com uma variedade de situações que envolvem conceitos e fazeres científicos, desenvolvendo observações, análises, argumentações e potencializando descobertas (2ª parte) .
A sentença está:
 

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Incêndios destroem um patrimônio cultural por ano no Brasil
As imagens que tomaram o Brasil em setembro, do Museu Nacional do Rio de Janeiro consumido pelas chamas, infelizmente, não são uma exceção. Incêndios são os grandes vilões do patrimônio cultural brasileiro, como aponta José Luiz Pedersoli Júnior, especialista em gestão de risco do Centro Internacional para o Estudo da Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural, na Itália.
“Os incêndios são um grande fator de risco para museus não só no Brasil, mas em todo o mundo, pela combinação de fatores como grande quantidade de materiais orgânicos inflamáveis e prédios históricos antigos com falta de estrutura e de manutenção, além da legislação inadequada, gestores com curto período de mandato e descaso com a cultura. A soma final resulta em desastres incalculáveis como este.” diz.
Segundo levantamento apresentado por Perdersoli, pelo menos uma instituição cultural brasileira é destruída pelo fogo anualmente. Analisando a década atual, em 2010, foi a vez do Instituto Butantan, tragédia científica que destruiu 70.000 espécies de cobras conservadas no local. Em 2011, o fogo consumiu a Capela São Pedro Alcântara, outro prédio tombado sob administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a mesma instituição responsável pelo Museu Nacional.
“Essas tragédias poderiam ter sido evitadas”, afirma o especialista. E muitos outros acervos continuam em risco. “A maioria dos museus brasileiros não têm sistema de prevenção de incêndio. É a regra”, diz.
Na maioria dos casos, a dificuldade está na mudança da estrutura das construções, que têm parte elétrica obsoleta e revestimentos de madeira, que são rapidamente consumidos pelo fogo, além da falta de mecanismos de supressão automática do fogo – como os sprinklers, sistema ativado pelo calor que solta água a partir de dutos no teto, ou o combate com gases limpos, que impedem que o fogo se propague, resfriando o ambiente. Outra solução é a compartimentação corta-fogo, que isola o incêndio na área em que ele começa, dando tempo para que os bombeiros se preparem antes que ele se espalhe. “A legislação brasileira não exige essas medidas em prédios históricos, ao contrário dos Estados Unidos e Canadá”, diz Perdersoli.
“O que aconteceu com o Museu Nacional é um caso de negligência. Só depois da tragédia é que aparece a verba para a reconstrução. Por que, então, não usaram o dinheiro antes? É o barato que sai caro. E é nosso patrimônio que se perde”, finaliza Perdersoli.
https://veja.abril.com.br/brasil/incendios - adaptado.
No trecho “Na maioria dos casos, a dificuldade está na mudança da estrutura das construções, que têm parte elétrica obsoleta e revestimentos de madeira” (quinto parágrafo), o pronome relativo “que”, sublinhado, se refere a que termo anterior?
 

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1593810 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Com base no Caderno de Reflexões, Jovens de 15 a 17 Anos no Ensino Fundamental, sobre a organização de tempo e espaço, analisar a sentença abaixo:
Um caminho para que os alunos de 15 a 17 anos do Ensino Fundamental se tornem mais protagônicos é envolvê-los na tarefa de pensar a organização dos tempos e espaços da escola (1ª parte). O compromisso para com os jovens de 15 a 17 anos que estão no Ensino Fundamental implica não só a atenção de professores, mas também de diretores, coordenadores e supervisores pedagógicos que, juntamente com os docentes, precisam desenvolver posturas e estratégias que possibilitem aprimorar o olhar sobre esses alunos e buscar compreendê-los no seu mundo, na sua cultura e experiência cotidiana (2ª parte).
A sentença está:
 

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