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A população de Joinville estimada pelo IBGE em 2021 é de
aproximadamente 600.000 habitantes. 40% dessa população,
estimada pelo IBGE, está ocupada e 20% da população ocupada
recebe menos de meio salário mínimo. Considerando-se as
informações apresentadas, é correto afirmar que o total de
habitantes que estão ocupados e recebem mais de meio salário
mínimo é de
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Considere-se o seguinte sistema linear.
2x + y = 0
−x + 2y = 1
Assinale a opção que corresponde à solução do sistema linear precedente.
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Os irmãos João, Maria e Clara juntaram dinheiro para comprar
presentes de natal para seus pais. Eles conseguiram reunir o total
de R$ 669,00, sendo que a soma do dinheiro juntado por Clara e
Maria é o dobro daquele juntado por João. Sabe-se também que
João juntou R$ 46,00 a mais que Clara. Nessa situação
hipotética, é correto afirmar que Maria juntou um total de
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Assinale a opção que apresenta a quantidade mínima de pessoas
em um grupo para que nele haja ao menos duas pessoas nascidas
no mesmo dia da semana.
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A fração geratriz da dízima periódica x = 1,1338338338 … é
dada por
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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