Foram encontradas 39 questões.
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que (1) cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que (2) pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela (3) é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo (4) se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
O elemento linguístico 4 promove relação de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um serralheiro construiu um reservatório com chapas de alumínio no formato de paralelepípedo retângulo, conforme a figura ao lado. Se em 1m³ armazena-se 1000 litros de água, nesse reservatório poderão ser colocados um total de:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um treino no campo de futebol, os jogadores João e Pedro partiram cada um conduzindo uma bola em direção ao gol. João dava um toque na bola a cada 1,0 m e Pedro tocava a bola a cada 1,5 m. Se cada um deles percorreu ao todo 54 m, os dois juntos deram um total de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado.
A primeira palavra destacada tem caráter
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado.
Mantendo-se o sentido e obedecendo-se às convenções de pontuação da norma-padrão, pode-se substituir
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As paredes e o teto da casa de João que ele pretende pintar com uma demão de tinta somam 100 m2. Para tanto, o galão de tinta que ele pretende comprar rende 35 m2 por demão. A quantidade mínima de galões que João deve comprar para pintar as paredes e o teto é de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado.
De acordo com a tradição gramatical, o sujeito da primeira oração do trecho é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que (1) cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que (2) pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela (3) é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo (4) se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
No trecho, a linguagem empregada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Por que somos corruptos?
Marcia Tiburi
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
Democracia é partilha do poder. É o campo da vida comum, a vida onde todos estamos juntos como numa mesma embarcação em mar aberto. Partilhamos o poder querendo ou não, mas podemos fazê-lo de modo submisso ou democrático, omisso ou presente. Estamos dentro da democracia e precisamos seguir suas consequências.
Democracia é também responsabilização pelo contexto em que vivemos: pelo resultado das eleições, pela miséria, pelo cenário inteiro que produzimos por ação ou omissão. Mas não nos detivemos em escala social para entender o que a democracia é e, por isso, falta-nos a reflexão que é capaz de orientar o seu sentido, bem como o sentido do poder e da política.
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado. Onde deveria estar a ação que constitui a política, está a crença que determina o preconceito e a inação. Nesse sentido, a compreensão disseminada no senso comum já é corrupta. Ela compactua com a corrupção ao reafirmá-la no discurso que sempre orienta a prática.
É nosso dever hoje reavaliar a experiência brasileira diante da política. A compreensão da política como campo da profissão, por definição, corrupta é ela mesma corrompida e corrupta. Ela destrói a política, cujo significado precisamos hoje refazer.
Essa é a ação política mais urgente.
Acostumamo-nos ao pré-conceito de que política é apenas governabilidade e deixamos de lado a ideia fundamental de que a política é projeto de sociedade da qual participam todos os cidadãos. Reclusos em nossas casas, acreditamos que a esfera da vida privada está imune ao político. Esquecemos que o pessoal é também político, não como espetáculo, mas como lugar de relação e modelo da esfera macroscópica da sociedade. Políticos somos porque falamos e estamos com os outros. Política é relação “entre-nós” produzida pela linguagem, pela nossa fala, por nossos discursos. O que dizemos é sempre político. Pois falar é o primeiro passo do fazer ou, mesmo, a primeira de nossas ações.
Política é a relação estabelecida no enlace inevitável entre indivíduos e sociedade. Na omissão, praticamos a antipolítica. Toda antipolítica que seja omissão e não crítica é corrupção da política por ser corrupção da ação. A mais urgente das ações políticas na atualidade, além da punição dos que transformaram nossa governabilidade em prostituição da ação, é refazermo-nos como políticos no verdadeiro sentido.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.
com.br/textos/quadro_somoscorruptos.htm>. Acesso: 30 ago. 2016. [Adaptado]
Considerando a organização do texto, predomina o tipo
Provas
Questão presente nas seguintes provas
José recebe da Prefeitura um salário de R$ 1.500,00. Desse valor, retira R$ 400,00 para pagar aluguel e, do que sobra, usa !$ {\large 3 \over 5} !$ para alimentação. O valor que José gasta com alimentação é igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container