Foram encontradas 39 questões.
Os servidores de uma prefeitura do interior do Rio Grande do Norte decidiram comemorar o dia do servidor com uma viagem para a cidade do Natal ou de João Pessoa. Para escolher o destino, a equipe que está organizando a viagem fez uma pesquisa com os servidores e obteve a seguinte resposta: 10 servidores não querem nenhum dos dois destinos, 30 preferem ir para Natal, 35 para João Pessoa e 15 disseram que preferem os dois destinos.
Com base nessa pesquisa, o número de servidores pesquisados foi de
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Por que somos corruptos?
Marcia Tiburi
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
Democracia é partilha do poder. É o campo da vida comum, a vida onde todos estamos juntos como numa mesma embarcação em mar aberto. Partilhamos o poder querendo ou não, mas podemos fazê-lo de modo submisso ou democrático, omisso ou presente. Estamos dentro da democracia e precisamos seguir suas consequências.
Democracia é também responsabilização pelo contexto em que vivemos: pelo resultado das eleições, pela miséria, pelo cenário inteiro que produzimos por ação ou omissão. Mas não nos detivemos em escala social para entender o que a democracia é e, por isso, falta-nos a reflexão que é capaz de orientar o seu sentido, bem como o sentido do poder e da política.
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado. Onde deveria estar a ação que constitui a política, está a crença que determina o preconceito e a inação. Nesse sentido, a compreensão disseminada no senso comum já é corrupta. Ela compactua com a corrupção ao reafirmá-la no discurso que sempre orienta a prática.
É nosso dever hoje reavaliar a experiência brasileira diante da política. A compreensão da política como campo da profissão, por definição, corrupta é ela mesma corrompida e corrupta. Ela destrói a política, cujo significado precisamos hoje refazer.
Essa é a ação política mais urgente.
Acostumamo-nos ao pré-conceito de que política é apenas governabilidade e deixamos de lado a ideia fundamental de que a política é projeto de sociedade da qual participam todos os cidadãos. Reclusos em nossas casas, acreditamos que a esfera da vida privada está imune ao político. Esquecemos que o pessoal é também político, não como espetáculo, mas como lugar de relação e modelo da esfera macroscópica da sociedade. Políticos somos porque falamos e estamos com os outros. Política é relação “entre-nós” produzida pela linguagem, pela nossa fala, por nossos discursos. O que dizemos é sempre político. Pois falar é o primeiro passo do fazer ou, mesmo, a primeira de nossas ações.
Política é a relação estabelecida no enlace inevitável entre indivíduos e sociedade. Na omissão, praticamos a antipolítica. Toda antipolítica que seja omissão e não crítica é corrupção da política por ser corrupção da ação. A mais urgente das ações políticas na atualidade, além da punição dos que transformaram nossa governabilidade em prostituição da ação, é refazermo-nos como políticos no verdadeiro sentido.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.
com.br/textos/quadro_somoscorruptos.htm>. Acesso: 30 ago. 2016. [Adaptado]
De acordo com as ideias presentes no texto, acreditar que “o poder corrompe” significa
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Em um hospital, um paciente internado foi medicado com bolsas de soro de 0,5 L. Se esse paciente recebeu ao todo 3,5 L de soro e cada bolsa demora 2 horas para ser totalmente ministrada, ele permaneceu recebendo soro por
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A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que (1) cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que (2) pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela (3) é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo (4) se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
O elemento linguístico 2 introduz oração subordinada
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Para as competições de Canoagem Slalom na Olimpíada Rio 2016, foi construído um lago artificial que recebeu um volume de 25 milhões de litros de água. Sabendo-se que a capacidade total do reservatório de um caminhão pipa é de 20 mil litros, a quantidade de viagens necessárias para que esse caminhão transportasse os 25 milhões de litros de água até o lago seria de
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Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado.
São acentuadas pela mesma regra
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Por que somos corruptos?
Marcia Tiburi
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
Democracia é partilha do poder. É o campo da vida comum, a vida onde todos estamos juntos como numa mesma embarcação em mar aberto. Partilhamos o poder querendo ou não, mas podemos fazê-lo de modo submisso ou democrático, omisso ou presente. Estamos dentro da democracia e precisamos seguir suas consequências.
Democracia é também responsabilização pelo contexto em que vivemos: pelo resultado das eleições, pela miséria, pelo cenário inteiro que produzimos por ação ou omissão. Mas não nos detivemos em escala social para entender o que a democracia é e, por isso, falta-nos a reflexão que é capaz de orientar o seu sentido, bem como o sentido do poder e da política.
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado. Onde deveria estar a ação que constitui a política, está a crença que determina o preconceito e a inação. Nesse sentido, a compreensão disseminada no senso comum já é corrupta. Ela compactua com a corrupção ao reafirmá-la no discurso que sempre orienta a prática.
É nosso dever hoje reavaliar a experiência brasileira diante da política. A compreensão da política como campo da profissão, por definição, corrupta é ela mesma corrompida e corrupta. Ela destrói a política, cujo significado precisamos hoje refazer.
Essa é a ação política mais urgente.
Acostumamo-nos ao pré-conceito de que política é apenas governabilidade e deixamos de lado a ideia fundamental de que a política é projeto de sociedade da qual participam todos os cidadãos. Reclusos em nossas casas, acreditamos que a esfera da vida privada está imune ao político. Esquecemos que o pessoal é também político, não como espetáculo, mas como lugar de relação e modelo da esfera macroscópica da sociedade. Políticos somos porque falamos e estamos com os outros. Política é relação “entre-nós” produzida pela linguagem, pela nossa fala, por nossos discursos. O que dizemos é sempre político. Pois falar é o primeiro passo do fazer ou, mesmo, a primeira de nossas ações.
Política é a relação estabelecida no enlace inevitável entre indivíduos e sociedade. Na omissão, praticamos a antipolítica. Toda antipolítica que seja omissão e não crítica é corrupção da política por ser corrupção da ação. A mais urgente das ações políticas na atualidade, além da punição dos que transformaram nossa governabilidade em prostituição da ação, é refazermo-nos como políticos no verdadeiro sentido.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.
com.br/textos/quadro_somoscorruptos.htm>. Acesso: 30 ago. 2016. [Adaptado]
Considerando suas características, o texto configura-se como
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Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado.
Alterando-se apenas a pessoa do discurso nos três períodos iniciais e mantendo-se o sentido do trecho, a reescrita correta seria:
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Por que somos corruptos?
Marcia Tiburi
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
Democracia é partilha do poder. É o campo da vida comum, a vida onde todos estamos juntos como numa mesma embarcação em mar aberto. Partilhamos o poder querendo ou não, mas podemos fazê-lo de modo submisso ou democrático, omisso ou presente. Estamos dentro da democracia e precisamos seguir suas consequências.
Democracia é também responsabilização pelo contexto em que vivemos: pelo resultado das eleições, pela miséria, pelo cenário inteiro que produzimos por ação ou omissão. Mas não nos detivemos em escala social para entender o que a democracia é e, por isso, falta-nos a reflexão que é capaz de orientar o seu sentido, bem como o sentido do poder e da política.
Acreditamos que o poder é mau. Que a política é ação para espíritos corruptíveis. Construímos a noção de que política não combina com ética, com moral, com princípios. Quem acredita nisso já contribui para a manutenção do estado geral da política, pois afirmamos uma essência em lugar errado. Onde deveria estar a ação que constitui a política, está a crença que determina o preconceito e a inação. Nesse sentido, a compreensão disseminada no senso comum já é corrupta. Ela compactua com a corrupção ao reafirmá-la no discurso que sempre orienta a prática.
É nosso dever hoje reavaliar a experiência brasileira diante da política. A compreensão da política como campo da profissão, por definição, corrupta é ela mesma corrompida e corrupta. Ela destrói a política, cujo significado precisamos hoje refazer.
Essa é a ação política mais urgente.
Acostumamo-nos ao pré-conceito de que política é apenas governabilidade e deixamos de lado a ideia fundamental de que a política é projeto de sociedade da qual participam todos os cidadãos. Reclusos em nossas casas, acreditamos que a esfera da vida privada está imune ao político. Esquecemos que o pessoal é também político, não como espetáculo, mas como lugar de relação e modelo da esfera macroscópica da sociedade. Políticos somos porque falamos e estamos com os outros. Política é relação “entre-nós” produzida pela linguagem, pela nossa fala, por nossos discursos. O que dizemos é sempre político. Pois falar é o primeiro passo do fazer ou, mesmo, a primeira de nossas ações.
Política é a relação estabelecida no enlace inevitável entre indivíduos e sociedade. Na omissão, praticamos a antipolítica. Toda antipolítica que seja omissão e não crítica é corrupção da política por ser corrupção da ação. A mais urgente das ações políticas na atualidade, além da punição dos que transformaram nossa governabilidade em prostituição da ação, é refazermo-nos como políticos no verdadeiro sentido.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.
com.br/textos/quadro_somoscorruptos.htm>. Acesso: 30 ago. 2016. [Adaptado]
O propósito comunicativo dominante no texto é
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Numa escola que tinha 300 estudantes, a razão entre o número de alunos do sexo masculino e feminino é de um para dois. Se saíram dessa escola 50 alunas, a nova razão entre alunos do sexo masculino e feminino passou a ser de
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