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Segundo o documento Política Nacional de Educação
Especial na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa
todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os serviços e recursos próprios desse atendimento e orienta os
alunos e seus professores quanto à sua utilização nas
turmas comuns do ensino regular. Estabelece a Política
Nacional de Educação Especial que o atendimento educacional especializado deve
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O Decreto nº 9.765, de 11 de abril de 2019, institui a Política Nacional de Alfabetização, que visa à promoção da
alfabetização baseada em evidências científicas, com a
finalidade de melhorar a qualidade da alfabetização no
território nacional e de combater o analfabetismo absoluto e o analfabetismo funcional, no âmbito das diferentes
etapas e modalidades da educação básica e da educação não formal. Dessa forma, segundo o artigo 5º, a Política Nacional de Alfabetização
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O documento Parâmetros Nacionais de Qualidade da
Educação Infantil define os parâmetros de qualidade com
o objetivo de estabelecer os requisitos necessários para
uma Educação Infantil que possibilite o desenvolvimento
integral e integrado da criança até os 5 anos de idade, em
seus aspectos físico, motor, psicológico, intelectual, cognitivo, socioemocional e comportamental. Dessa forma,
define parâmetros como sendo
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Segundo o Parecer CNE/CEB nº 20/2009 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil), as propostas curriculares da educação infantil devem garantir que
as crianças tenham experiências variadas com as diversas linguagens, reconhecendo que o mundo no qual estão inseridas, por força da própria cultura, é amplamente
marcado por imagens, sons, falas e escritas. Nesse processo, afirma o Parecer, é preciso
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Ao se fazer a seguinte afirmação: “é um documento
de caráter normativo que define o conjunto orgânico e
progressivo de aprendizagens essenciais que todos os
alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo que tenham
assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento,” está-se referindo
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Segundo o documento Guia de aprendizagem ao ar livre
em Jundiaí, para mudar as práticas educativas e conceber o uso dos espaços, é preciso tempo e estudo de
referências que ajudem a mudar o olhar sobre os espaços fora da sala de aula. Entre eles, destacam-se as concepções de educação integral e os territórios educativos.
Conforme o Guia, um território educativo é composto
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A Lei Complementar nº 511, de 29.03.2012, que reformula o Estatuto do Magistério Público Municipal, ao tratar
da evolução funcional, determina que ela se dará pelos
institutos da progressão e da promoção. A respeito da
progressão, é correto afirmar que
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás...
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
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