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___________ plataforma de streaming “Tela Brasil”, um serviço gratuito voltado exclusivamente __________ exibição de produções audiovisuais nacionais, será lançada ainda no primeiro trimestre de 2026.
O projeto é resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e funcionará como um serviço de vídeo _____________ demanda do público, reunindo centenas de conteúdos brasileiros, incluindo curtas, médias e longas-metragens, além de séries, documentários e animações. Todo o catálogo pode ser acessado __________ custos pelo público. A proposta é estimular o consumo da produção audiovisual nacional, especialmente em um momento de destaque do cinema brasileiro no cenário internacional.
(Dora Arai. “Tela Brasil: streaming gratuito do Governo Federal será lançado neste ano”. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento. 18.01.2026. Adaptado)
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___________ plataforma de streaming “Tela Brasil”, um serviço gratuito voltado exclusivamente __________ exibição de produções audiovisuais nacionais, será lançada ainda no primeiro trimestre de 2026.
O projeto é resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e funcionará como um serviço de vídeo _____________ demanda do público, reunindo centenas de conteúdos brasileiros, incluindo curtas, médias e longas-metragens, além de séries, documentários e animações. Todo o catálogo pode ser acessado __________ custos pelo público. A proposta é estimular o consumo da produção audiovisual nacional, especialmente em um momento de destaque do cinema brasileiro no cenário internacional.
(Dora Arai. “Tela Brasil: streaming gratuito do Governo Federal será lançado neste ano”. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento. 18.01.2026. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
*filme de suspense
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
*filme de suspense
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Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
*filme de suspense
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Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
*filme de suspense
Considere os trechos a seguir:
• “O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões...” (3o parágrafo)
• “... Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife...” (4o parágrafo)
Os termos destacados podem ser respectivamente substituídos, preservando o sentido do contexto em que se encontram, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
*filme de suspense
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.
Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.
O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.
No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.
(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)
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