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Foram encontradas 40 questões.

367467 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Dada a função \(f(x) = \dfrac{2(x - \text{sen } x)}{-5x^3}\)o valor de \(\lim_{x \to 0} f(x)\) é:

 

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367459 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim.

Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada.

Só se compara aos santos.

Os santos querem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

Quanto ao uso correto, ou não de crase, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) aos itens e assinale a alternativa correta.


( ) Não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo meia: a meia-luz, a meia-voz, a meia altura.

( ) Não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas locuções formadas por palavras repetidas: gota a gota, cara a cara, de ponta a ponta.

( ) É facultativo o uso de sinal grave indicativo de crase antes de pronomes possessivos, já que estes são opcionalmente precedidos de artigo: O colégio fica próximo à (ou a) nossa casa.

( ) A expressão à moda de pode ser representada pelo uso simples de à, originando a possibilidade de crase diante de nome masculino: bife à Oswald Aranha, estilo à Rui Barbosa.

 

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367457 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim. Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santos querem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

No primeiro verso do poema, “É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.”, a palavra grifada tem como sinônimo:
 

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367456 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim. Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santos querem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

Relacione as duas colunas sobre figuras de linguagem e assinale a alternativa correta:

COLUNA I

A) Metáfora

B) Metonímia

C) Catacrese

D) Anáfora

E) Silepse

F) Paradoxo


COLUNA II

1 - “Como caíram tantas águas, nublou-se o horizonte, nublou-se a floresta, nublou-se o vale.” (Cecília Meireles).

2 - Estou com a barriga da perna doendo.

3 - “Quem acha vive se perdendo.” (Noel Rosa).

4 - “De repente do riso fez-se o pranto.” (Vinícius de Moraes).

5 - “E pela minha lei / A gente era obrigado a ser feliz.” (Chico Buarque).

6 - “Lua de São Jorge / lua soberana / nobre porcelana / sobre a seda azul.” (Caetano Veloso).

 

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367454 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim.

Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundosdesejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada.

Só se compara aos santos.

Os santosquerem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

Assinale a alternativa onde temos sequencialmente ditongo, hiato e tritongo.
 

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367450 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim. Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundosdesejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santosquerem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

No terceiro verso do texto, “... mas só a poesia é verdadeira.”, temos:
 

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367449 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Livro sobre nada (Manoel de Barros)


É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim.

Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada.

Só se compara aos santos.

Os santos querem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

Marque a alternativa onde temos uma oração subordinada adverbial concessiva.
 

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367447 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei para me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir.

Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem para pescar.

Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.

Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.

Peixe não tem honras nem horizontes.

Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.

Eu queria ser lido pelas pedras.

As palavras me escondem sem cuidado.

Aonde eu não estou as palavras me acham.

Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.

Uma palavra abriu o roupão para mim. Ela deseja que eu a seja.

A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.

Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.

Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.

Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santos querem ser os vermes de Deus.

Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.

O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.

Por pudor sou impuro.

O branco me corrompe.

Não gosto de palavra acostumada.

A minha diferença é sempre menos.

Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.

Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

É um romance narrado por seu protagonista, Luís da Silva, funcionário público, escritor apenas por gosto e não como profissional. Luís vive revivendo suas frustrações intelectuais, memórias de infância, desejo pela vizinha Marina e ódio de Julião Tavares que lhe rouba a mulher amada. O romance mergulha no estado psicológico do narrador-personagem visto como um homem complexo e atormentado que vira refém do ciúme e do ressentimento até que comete o homicídio. Luís ao saber que Marina, sua amada, havia sido seduzida por Julião, abandonada grávida, e que o malandro já estava com outra mulher, começa a imaginar o crime e o realiza estrangulando Julião com uma corda, posteriormente, o pendura no galho de uma árvore para representar um suicídio. A obra tem como principal característica a descrição dos estados de alma dos indivíduos que se questionam o tempo todo sobre si e o mundo. Tal comentário refere-se ao romance:
 

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367438 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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O trecho a seguir faz parte da notícia publicada pela revista Veja em 21 de fevereiro de 2019.
Brasileira está entre os 10 melhores professores do mundo

Débora Garofalo é finalista do Global Teacher Prize, considerado o 'Nobel' da Educação, com iniciativa que transforma lixo em protótipos de sucata

enunciado 367439-1

A professora Débora Garofalo (Foto/Divulgação)

A professora paulistana Débora Garofalo é uma das dez finalistas do Global Teacher Prize, da Varkey Foundation, associada à Fundação Victor Civita no Prêmio Educador Nota 10. Considerado o “Nobel” da educação, a premiação internacional elege, anualmente, o melhor professor do mundo. O vencedor receberá 1 milhão de dólares em uma cerimônia nos Emirados Árabes Unidos, em março. Embora sua formação original seja em Letras e Pedagogia, a professora de 39 anos conquistou os alunos da Escola Municipal Almirante Ary Parreiras, na periferia de São Paulo, construindo helicópteros, máquinas de refrigerante e carrinhos automáticos — um deles, inclusive, capaz de tocar a canção tema da animação Frozen. Em 2014, percebendo a carência dos estudantes na área da tecnologia, candidatou-se para lecionar Informática Educativa para crianças do 1º ao 9º ano e, com recursos próprios, aprendeu a transformar lixo em protótipos de sucata. Daí nasceu a ideia de aliar sua disciplina à urgência local de combate às enchentes, em uma região marcada pela pobreza. “Percebi que muitos alunos não iam à escola em dia de chuva, e que as enchentes eram agravadas pela quantidade de dejetos nas ruas. Pedi que eles observassem onde as pessoas descartavam e trouxessem os eletrônicos e objetos recicláveis”, conta Débora. Desde então, uma tonelada de lixo saiu das ruas, graças ao projeto que mobilizou a comunidade inteira. A iniciativa lhe garantiu um lugar entre os finalistas da premiação. [...] Para a escolha do vencedor, que será anunciado no dia 24 de março, em Dubai, o comitê de premiação leva em consideração o emprego de práticas educacionais escalonáveis, inovadoras, que tenham resultados visíveis, causem impacto na comunidade, melhorem a profissão docente e ajudem os alunos a tornarem-se cidadãos. [...] O Global Teacher Prize já teve entre seus finalistas dois brasileiros vencedores do prêmio Educador Nota 10, realizado pela Fundação Victor Civita (FVC). No ano passado, chegou à última etapa do “Nobel” da educação o professor Diego Mahfouz Faria, Educador do Ano de 2015. Em 2017, esteve entre os indicados do prêmio global o capixaba Wemerson da Silva Nogueira, Educador do Ano de 2016. [...]

(Fonte: https://veja.abril.com.br/educacao/brasileira-esta-entre-os-10-melhores-professores-do-mundo/ - acesso em 01/03/2019.)

A notícia também informa que:

 

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367433 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Juti-MS
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Leia o trecho a seguir, da notícia publicada por BBC News em 20 de fevereiro de 2019.


Tragédia em Brumadinho: Após quase um mês, Vale aceita pagar salário mínimo mensal a todos os adultos


A Justiça de Minas Gerais determinou nesta quarta-feira que a Vale pague uma verba de manutenção para todos os moradores de Brumadinho, como medida emergencial para reparar danos causados pela a ruptura da barragem do Córrego do Feijão, que deixou 171 mortos e 139 desaparecidos.


Segundo a resolução, todos os adultos que vivem em Brumadinho receberão um salário mínimo mensal (R$ 998), enquanto todas os adolescentes receberão metade de um salário (R$ 499) e as crianças terão direito a um quarto do salário: R$ 249,50 mensais. Os valores serão pagos por um ano, retroativos até a data da tragédia - 25 de janeiro.


A Vale também concordou com o pagamento de multas administrativas cobradas pelo governo do Estado no valor aproximado de R$ 99 milhões. [...] Segundo o IBGE, a população estimada da cidade em 2018 era de 39.520 pessoas. (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47293756 - acesso em 01/03/2019.)


Também é informado na notícia que:

I- Além de representantes da Vale, participaram da reunião membros do Ministério Público Federal e do Estado, Defensorias Públicas e representantes das comunidades de Córrego do Feijão e Parque das Cachoeiras, as principais atingidas pela lama.

II- O critério usado na decisão para determinar os beneficiários da verba emergencial estipula que todos os moradores que vivem entre Brumadinho e a Usina Retiro de Baixo, entre as cidades de Pompéu e Felixlândia, na faixa de aproximadamente 1 quilômetro do rio, têm direito a receber o valor mensalmente.

III- A área é cortada pelo rio Paraopeba, fortemente atingido pelos rejeitos da barragem destruída em 25 de janeiro.

Está(ão) correto(s):

 

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