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Leia o texto a seguir.
Experiência X Tempo
___Uma reflexão: O mais bonito que vejo nesse meu tempo de vida e experiência é que: Ouvimos sempre esta frase: "Você ainda está novo(a). Tem muito o que aprender". Acho-a preconceituosa demais, pois somos eternos aprendizes. A experiência nos ensina muito, mas não quer dizer que os "novos" não têm aprendizado. Há "velhos" novos ainda para o que fazem, pois não desenvolveram o tanto o que fizeram por falta de afinco com o ofício e com a vida. Há "novos" já velhos no que fazem, não como ultrapassados, mas experientes, ainda que estejam no princípio de jornada, pois fazem com prazer, com amor, e isso os transformam muito mais ricos em conhecimento do que muitos velhos de estrada e bem inocentes em suas bagagens de sabedoria.
___Assim digo, não uso essa frase em relação à idade ou a tempo da pessoa em algum lugar ou ofício, uma vez que aprendo com tantos novos, mas já "velhos" experientes, pelo amor e dedicação naquilo que exercem, e deixo de aprender com "velhos" de estrada, mas bem inocentes de experiências, por não exercerem o ofício com prazer e não reconhecerem que somos eternos alunos de nós mesmos e da vida. A sabedoria está nos eternos aprendizes e, aqueles que já se sentem sábios o suficiente, por já estarem "velhos" no que fazem, acabam por serem engolidos pela ignorância do não precisar aprender mais.
MENDONÇA, Tulius
Segundo o texto:
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As palavras: alguém, difícil e alcoólicas, quanto à acentuação tônica, são classificadas, respectivamente, como:
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CONTO DE FANTASMAS
___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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As frases a seguir foram retiradas do texto “Conto de fantasmas”. Assinale aquela em que o verbo destacado se encontra no pretérito imperfeito do modo indicativo.
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CONTO DE FANTASMAS
___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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“Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.” Há verbos em que a regência pode mudar, dependendo do sentido expresso ou do seu complemento. O caso do verbo destacado acima, consiste numa dessas situações de regência. Considerando as frases a seguir, assinale aquela em que a regência desse verbo infringe a gramática normativa.
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CONTO DE FANTASMAS
___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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“Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos.” A oração destacada estabelece em relação às demais uma:
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CONTO DE FANTASMAS
___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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A velhinha descreve os fantasmas que apareciam em sua casa. Todas as alternativas apresentam características que não se enquadram aos fantasmas vistos por ela, EXCETO:
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___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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Enquanto a velhinha estava relatando sua história na livraria, os demais presentes estavam “rindo meio abertamente”. O motivo pelo qual eles atribuíam a atitude da velhinha era:
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CONTO DE FANTASMAS
___Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
___A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
___“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
___“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
___“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
___“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
____O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
___Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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O motivo pelo qual a velhinha estava procurando livros que ensinassem a conversar com fantasmas, pode-se afirmar que era:
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