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Há no segundo e quarto compasso duas notas que apresentam sustenido, como acidente musical, elas são, respectivamente:
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Definimos Andamento Musical como:
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A forma de uma música é o esquema na qual ela pode ser dividida, e organizada. É a estrutura total da música, sob a qual agrupamos ideias semelhantes, e dividimos seções diferentes. Toda composição musical parte de pequenas ideias que podem ser repetidas, desenvolvidas ou abandonadas em função de outra ideia. Ou seja, podemos classificar os gestos musicais como _____ de um gesto anterior, ______ de algum gesto anterior, ou _____ em relação ao gesto anterior.
Os elementos que podem completar as lacunas são:
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C Eb G Bb são notas que compõe o seguinte acorde:
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Sobre a inversão de intervalos, podemos afirmar que:
I - Todo intervalo de segunda invertido dá um intervalo de sétima. E vice-versa.
II - Todo intervalo de terça invertido dá um intervalo de sexta. E vice-versa.
III - Todo intervalo de quarta invertido dá um intervalo de quinta. E vice-versa.
Está correto o que se afirma em:
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Com relação aos intervalos na Escala Cromática, é correto afirmar que:
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Em um intervalo de sexta menor temos:
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Em um intervalo de sexta maior temos:
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Indica-se o Dó Central como:
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Memória e excesso de estímulos
Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,
reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.
Drauzio Varella – 30/04/21
Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.
[...]
Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória.
Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.
Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?
Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto.
Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.
A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano.
A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem.
A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.
Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.
No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia.
Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.
Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
De acordo com o texto, são causas das queixas de falta de memória, exceto:
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