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Invenções, modas e produtos interessantes
apareceram sem parar ao longo dos quinze
anos que se seguiram à guerra. Ideias que nem
sequer podiam ser testadas na sóbria década de
1930 e na belicosa década de 1940 de repente
pareciam plausíveis. Raramente a história do
mundo viu surgirem tantas inovações ou
promessas de novidades. O lazer e a vida
cotidiana foram sacudidos e mudaram. O
gramofone se transformou em toca-discos. A
gravação por meio magnético, tão importante
para a televisão e os computadores, surgiu a
partir de uma antiga invenção dinamarquesa. A
grande tela de projeção, chamada de
cinemascope, foi instalada em vários cinemas
no início da década de 1950. Filmes coloridos
tornaram-se comuns. As lojas de roupas
renasceram quando o parisiense Christian
Dior, durante o gélido mês de fevereiro de
1947, introduziu seu New Look. As roupas
econômicas e limitadas do tempo da guerra –
desenhadas de modo que se utilizasse o
mínimo de tecido possível – foram desafiadas
pelos vestidos longos, fluidos e vincados, bem
como pelos casacos de cintura marcada do
estilista que devolveu a elegância ao vestuário
feminino. Era uma moda ousada, que deixava
à mostra braços e ombros. O Vaticano reagiu
por meio de um decreto, em 1960, que proibia
mulheres em tais trajes de receber sacramentos
na igreja. A imagem dos televisores, embora
melhorasse a cada dia, ainda não havia
conquistado o mundo inteiro. Sua chegada foi
vagarosa e deveu muito a Paul Nipkow, um
alemão de 24 anos de idade que criou um
“disco em espiral que girava” e era capaz de
captar e reproduzir imagens – a essência da
televisão. (BLAINEY, Geoffrey, Uma Breve
História do Século XX, 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 225).
I – As pessoas só começaram a se interessar por moda depois da Segunda Guerra Mundial.
II – Após a Segunda Guerra Mundial surgiram uma quantidade considerável de novidades.
III – O toca-discos transformou-se em gramofone.
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
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Invenções, modas e produtos interessantes
apareceram sem parar ao longo dos quinze
anos que se seguiram à guerra. Ideias que nem
sequer podiam ser testadas na sóbria década de
1930 e na belicosa década de 1940 de repente
pareciam plausíveis. Raramente a história do
mundo viu surgirem tantas inovações ou
promessas de novidades. O lazer e a vida
cotidiana foram sacudidos e mudaram. O
gramofone se transformou em toca-discos. A
gravação por meio magnético, tão importante
para a televisão e os computadores, surgiu a
partir de uma antiga invenção dinamarquesa. A
grande tela de projeção, chamada de
cinemascope, foi instalada em vários cinemas
no início da década de 1950. Filmes coloridos
tornaram-se comuns. As lojas de roupas
renasceram quando o parisiense Christian
Dior, durante o gélido mês de fevereiro de
1947, introduziu seu New Look. As roupas
econômicas e limitadas do tempo da guerra –
desenhadas de modo que se utilizasse o
mínimo de tecido possível – foram desafiadas
pelos vestidos longos, fluidos e vincados, bem
como pelos casacos de cintura marcada do
estilista que devolveu a elegância ao vestuário
feminino. Era uma moda ousada, que deixava
à mostra braços e ombros. O Vaticano reagiu
por meio de um decreto, em 1960, que proibia
mulheres em tais trajes de receber sacramentos
na igreja. A imagem dos televisores, embora
melhorasse a cada dia, ainda não havia
conquistado o mundo inteiro. Sua chegada foi
vagarosa e deveu muito a Paul Nipkow, um
alemão de 24 anos de idade que criou um
“disco em espiral que girava” e era capaz de
captar e reproduzir imagens – a essência da
televisão. (BLAINEY, Geoffrey, Uma Breve
História do Século XX, 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 225).
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2000966
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Provas:
As cruzadas pelos direitos das mulheres, dos
negros, dos jovens e até mesmo da flora e da
fauna ameaçadas estavam discretamente
interligadas. Eram todos movimentos a favor
de minorias negligenciadas. Entretanto, a
campanha para aumentar os direitos femininos
foi levemente diferente – elas já podiam votar,
mas ainda faltava alguma coisa. Após receber
estímulo na Nova Zelândia e na Austrália, o
apoio ao sufrágio feminino varreu o mundo
ocidental – em 1950, Grécia e Suíça estavam
entre os poucos países democráticos que não
permitiam às mulheres votar. Mesmo assim, a
esperança, tão intensa no início do século, de
que elas pudessem se tornar líderes em
parlamentos, tribunais e no mercado de
trabalho raramente se concretizava. A maioria,
após o casamento, mergulhava nos assuntos
caseiros e familiares. O movimento feminista,
como se observava com frequência, tinha
perdido a força. Betty Friedan era uma
talentosa aluna formada pelo Smith College
que trabalhava como psicóloga antes de aceitar
parcialmente sua nova vida como mãe de três
filhos em Grandsview, Nova York. Na década
de 1950, ela começou a perceber que as suas
alternativas eram menos diversificadas que
aquelas de que dispunham as mulheres
soviéticas de sua idade. Uma norte-americana
casada deveria ser, acima de tudo, mãe e
esposa; se desejasse seguir uma carreira, seria
como se estivesse optando por um celibato
vitalício. Friedan descobriu que o
aproveitamento dos talentos femininos havia
diminuído a partir de 1920 nos Estados
Unidos; durante os trinta e cinco anos
seguintes, a proporção de títulos de doutorado
obtidos por mulheres entrou em declínio, bem
como a quantidade daquelas que frequentavam
faculdades e universidades. Ela notou um
vazio na vida cotidiana de muitas mulheres de
sua geração. (BLAINEY, Geoffrey. Uma
Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 253)
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2000965
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Provas:
As cruzadas pelos direitos das mulheres, dos
negros, dos jovens e até mesmo da flora e da
fauna ameaçadas estavam discretamente
interligadas. Eram todos movimentos a favor
de minorias negligenciadas. Entretanto, a
campanha para aumentar os direitos femininos
foi levemente diferente – elas já podiam votar,
mas ainda faltava alguma coisa. Após receber
estímulo na Nova Zelândia e na Austrália, o
apoio ao sufrágio feminino varreu o mundo
ocidental – em 1950, Grécia e Suíça estavam
entre os poucos países democráticos que não
permitiam às mulheres votar. Mesmo assim, a
esperança, tão intensa no início do século, de
que elas pudessem se tornar líderes em
parlamentos, tribunais e no mercado de
trabalho raramente se concretizava. A maioria,
após o casamento, mergulhava nos assuntos
caseiros e familiares. O movimento feminista,
como se observava com frequência, tinha
perdido a força. Betty Friedan era uma
talentosa aluna formada pelo Smith College
que trabalhava como psicóloga antes de aceitar
parcialmente sua nova vida como mãe de três
filhos em Grandsview, Nova York. Na década
de 1950, ela começou a perceber que as suas
alternativas eram menos diversificadas que
aquelas de que dispunham as mulheres
soviéticas de sua idade. Uma norte-americana
casada deveria ser, acima de tudo, mãe e
esposa; se desejasse seguir uma carreira, seria
como se estivesse optando por um celibato
vitalício. Friedan descobriu que o
aproveitamento dos talentos femininos havia
diminuído a partir de 1920 nos Estados
Unidos; durante os trinta e cinco anos
seguintes, a proporção de títulos de doutorado
obtidos por mulheres entrou em declínio, bem
como a quantidade daquelas que frequentavam
faculdades e universidades. Ela notou um
vazio na vida cotidiana de muitas mulheres de
sua geração. (BLAINEY, Geoffrey. Uma
Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 253)
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Invenções, modas e produtos interessantes
apareceram sem parar ao longo dos quinze
anos que se seguiram à guerra. Ideias que nem
sequer podiam ser testadas na sóbria década de
1930 e na belicosa década de 1940 de repente
pareciam plausíveis. Raramente a história do
mundo viu surgirem tantas inovações ou
promessas de novidades. O lazer e a vida
cotidiana foram sacudidos e mudaram. O
gramofone se transformou em toca-discos. A
gravação por meio magnético, tão importante
para a televisão e os computadores, surgiu a
partir de uma antiga invenção dinamarquesa. A
grande tela de projeção, chamada de
cinemascope, foi instalada em vários cinemas
no início da década de 1950. Filmes coloridos
tornaram-se comuns. As lojas de roupas
renasceram quando o parisiense Christian
Dior, durante o gélido mês de fevereiro de
1947, introduziu seu New Look. As roupas
econômicas e limitadas do tempo da guerra –
desenhadas de modo que se utilizasse o
mínimo de tecido possível – foram desafiadas
pelos vestidos longos, fluidos e vincados, bem
como pelos casacos de cintura marcada do
estilista que devolveu a elegância ao vestuário
feminino. Era uma moda ousada, que deixava
à mostra braços e ombros. O Vaticano reagiu
por meio de um decreto, em 1960, que proibia
mulheres em tais trajes de receber sacramentos
na igreja. A imagem dos televisores, embora
melhorasse a cada dia, ainda não havia
conquistado o mundo inteiro. Sua chegada foi
vagarosa e deveu muito a Paul Nipkow, um
alemão de 24 anos de idade que criou um
“disco em espiral que girava” e era capaz de
captar e reproduzir imagens – a essência da
televisão. (BLAINEY, Geoffrey, Uma Breve
História do Século XX, 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 225).
I – O dinamarquês Christian Dior introduziu em Paris uma moda ousada.
II – O Vaticano excomungou todas as mulheres que se vestiam à nova moda.
III – Os filmes coloridos passaram a ser exibidos a partir da década de 1930.
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2000963
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Provas:
As cruzadas pelos direitos das mulheres, dos
negros, dos jovens e até mesmo da flora e da
fauna ameaçadas estavam discretamente
interligadas. Eram todos movimentos a favor
de minorias negligenciadas. Entretanto, a
campanha para aumentar os direitos femininos
foi levemente diferente – elas já podiam votar,
mas ainda faltava alguma coisa. Após receber
estímulo na Nova Zelândia e na Austrália, o
apoio ao sufrágio feminino varreu o mundo
ocidental – em 1950, Grécia e Suíça estavam
entre os poucos países democráticos que não
permitiam às mulheres votar. Mesmo assim, a
esperança, tão intensa no início do século, de
que elas pudessem se tornar líderes em
parlamentos, tribunais e no mercado de
trabalho raramente se concretizava. A maioria,
após o casamento, mergulhava nos assuntos
caseiros e familiares. O movimento feminista,
como se observava com frequência, tinha
perdido a força. Betty Friedan era uma
talentosa aluna formada pelo Smith College
que trabalhava como psicóloga antes de aceitar
parcialmente sua nova vida como mãe de três
filhos em Grandsview, Nova York. Na década
de 1950, ela começou a perceber que as suas
alternativas eram menos diversificadas que
aquelas de que dispunham as mulheres
soviéticas de sua idade. Uma norte-americana
casada deveria ser, acima de tudo, mãe e
esposa; se desejasse seguir uma carreira, seria
como se estivesse optando por um celibato
vitalício. Friedan descobriu que o
aproveitamento dos talentos femininos havia
diminuído a partir de 1920 nos Estados
Unidos; durante os trinta e cinco anos
seguintes, a proporção de títulos de doutorado
obtidos por mulheres entrou em declínio, bem
como a quantidade daquelas que frequentavam
faculdades e universidades. Ela notou um
vazio na vida cotidiana de muitas mulheres de
sua geração. (BLAINEY, Geoffrey. Uma
Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 253)
I – Em 1950, Grécia e Suécia estavam entre os poucos países democráticos em que as mulheres não podiam votar. II – As iniciativas em prol dos direitos dos negros foi mais expressiva que a dos direitos das mulheres. III – Áustria e Nova Zelândia incentivaram o voto feminino.
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Invenções, modas e produtos interessantes
apareceram sem parar ao longo dos quinze
anos que se seguiram à guerra. Ideias que nem
sequer podiam ser testadas na sóbria década de
1930 e na belicosa década de 1940 de repente
pareciam plausíveis. Raramente a história do
mundo viu surgirem tantas inovações ou
promessas de novidades. O lazer e a vida
cotidiana foram sacudidos e mudaram. O
gramofone se transformou em toca-discos. A
gravação por meio magnético, tão importante
para a televisão e os computadores, surgiu a
partir de uma antiga invenção dinamarquesa. A
grande tela de projeção, chamada de
cinemascope, foi instalada em vários cinemas
no início da década de 1950. Filmes coloridos
tornaram-se comuns. As lojas de roupas
renasceram quando o parisiense Christian
Dior, durante o gélido mês de fevereiro de
1947, introduziu seu New Look. As roupas
econômicas e limitadas do tempo da guerra –
desenhadas de modo que se utilizasse o
mínimo de tecido possível – foram desafiadas
pelos vestidos longos, fluidos e vincados, bem
como pelos casacos de cintura marcada do
estilista que devolveu a elegância ao vestuário
feminino. Era uma moda ousada, que deixava
à mostra braços e ombros. O Vaticano reagiu
por meio de um decreto, em 1960, que proibia
mulheres em tais trajes de receber sacramentos
na igreja. A imagem dos televisores, embora
melhorasse a cada dia, ainda não havia
conquistado o mundo inteiro. Sua chegada foi
vagarosa e deveu muito a Paul Nipkow, um
alemão de 24 anos de idade que criou um
“disco em espiral que girava” e era capaz de
captar e reproduzir imagens – a essência da
televisão. (BLAINEY, Geoffrey, Uma Breve
História do Século XX, 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 225).
I – Ele vai à Brasília.
II – Ele vai à Bahia.
III – Ele vai à Londres.
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2000961
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Provas:
As cruzadas pelos direitos das mulheres, dos
negros, dos jovens e até mesmo da flora e da
fauna ameaçadas estavam discretamente
interligadas. Eram todos movimentos a favor
de minorias negligenciadas. Entretanto, a
campanha para aumentar os direitos femininos
foi levemente diferente – elas já podiam votar,
mas ainda faltava alguma coisa. Após receber
estímulo na Nova Zelândia e na Austrália, o
apoio ao sufrágio feminino varreu o mundo
ocidental – em 1950, Grécia e Suíça estavam
entre os poucos países democráticos que não
permitiam às mulheres votar. Mesmo assim, a
esperança, tão intensa no início do século, de
que elas pudessem se tornar líderes em
parlamentos, tribunais e no mercado de
trabalho raramente se concretizava. A maioria,
após o casamento, mergulhava nos assuntos
caseiros e familiares. O movimento feminista,
como se observava com frequência, tinha
perdido a força. Betty Friedan era uma
talentosa aluna formada pelo Smith College
que trabalhava como psicóloga antes de aceitar
parcialmente sua nova vida como mãe de três
filhos em Grandsview, Nova York. Na década
de 1950, ela começou a perceber que as suas
alternativas eram menos diversificadas que
aquelas de que dispunham as mulheres
soviéticas de sua idade. Uma norte-americana
casada deveria ser, acima de tudo, mãe e
esposa; se desejasse seguir uma carreira, seria
como se estivesse optando por um celibato
vitalício. Friedan descobriu que o
aproveitamento dos talentos femininos havia
diminuído a partir de 1920 nos Estados
Unidos; durante os trinta e cinco anos
seguintes, a proporção de títulos de doutorado
obtidos por mulheres entrou em declínio, bem
como a quantidade daquelas que frequentavam
faculdades e universidades. Ela notou um
vazio na vida cotidiana de muitas mulheres de
sua geração. (BLAINEY, Geoffrey. Uma
Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 253)
I – Betty Friedan notou que as alternativas na União Soviética para as mulheres eram mais diversificadas que nos Estados Unidos. II – Na década de 1950, nos Estados Unidos, apenas mulheres casadas podiam votar. III – O número de títulos de doutorados entre as mulheres foi sempre superior à dos homens.
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2000960
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
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As cruzadas pelos direitos das mulheres, dos
negros, dos jovens e até mesmo da flora e da
fauna ameaçadas estavam discretamente
interligadas. Eram todos movimentos a favor
de minorias negligenciadas. Entretanto, a
campanha para aumentar os direitos femininos
foi levemente diferente – elas já podiam votar,
mas ainda faltava alguma coisa. Após receber
estímulo na Nova Zelândia e na Austrália, o
apoio ao sufrágio feminino varreu o mundo
ocidental – em 1950, Grécia e Suíça estavam
entre os poucos países democráticos que não
permitiam às mulheres votar. Mesmo assim, a
esperança, tão intensa no início do século, de
que elas pudessem se tornar líderes em
parlamentos, tribunais e no mercado de
trabalho raramente se concretizava. A maioria,
após o casamento, mergulhava nos assuntos
caseiros e familiares. O movimento feminista,
como se observava com frequência, tinha
perdido a força. Betty Friedan era uma
talentosa aluna formada pelo Smith College
que trabalhava como psicóloga antes de aceitar
parcialmente sua nova vida como mãe de três
filhos em Grandsview, Nova York. Na década
de 1950, ela começou a perceber que as suas
alternativas eram menos diversificadas que
aquelas de que dispunham as mulheres
soviéticas de sua idade. Uma norte-americana
casada deveria ser, acima de tudo, mãe e
esposa; se desejasse seguir uma carreira, seria
como se estivesse optando por um celibato
vitalício. Friedan descobriu que o
aproveitamento dos talentos femininos havia
diminuído a partir de 1920 nos Estados
Unidos; durante os trinta e cinco anos
seguintes, a proporção de títulos de doutorado
obtidos por mulheres entrou em declínio, bem
como a quantidade daquelas que frequentavam
faculdades e universidades. Ela notou um
vazio na vida cotidiana de muitas mulheres de
sua geração. (BLAINEY, Geoffrey. Uma
Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo:
Fundamento, 2011, p. 253)
Provas
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2000959
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
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No dia 22 de novembro de 2019, o Brasil
perdeu um de seus maiores talentos artísticos
televisivos. Trata-se de Antônio Augusto
Moraes Liberato, popularmente conhecido
como “Gugu”. Assinale a alternativa que
aponta a cidade em que referido apresentador
faleceu:
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