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Com incidência de 1 em 3.600 nascidos vivos, a distrofia muscular de Duchenne é a doença neuromuscular hereditária mais comum, transmitida como um traço recessivo ligado ao cromossoma X. O quadro clínico da doença, descrito em 1861, inclui fraqueza muscular progressiva, com as conseqüentes limitações físicas. No que concerne às características dessa doença, julgue os itens que se seguem.
Cardiomiopatia é uma manifestação constante dessa doença.
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Com incidência de 1 em 3.600 nascidos vivos, a distrofia muscular de Duchenne é a doença neuromuscular hereditária mais comum, transmitida como um traço recessivo ligado ao cromossoma X. O quadro clínico da doença, descrito em 1861, inclui fraqueza muscular progressiva, com as conseqüentes limitações físicas. No que concerne às características dessa doença, julgue os itens que se seguem.
A distrofia muscular de Duchenne é mais comum em descendentes de asiáticos.
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A mielomeningocele é a forma mais severa de disrafismo envolvendo a coluna vertebral, com incidência de 1 em 4.000 nascidos vivos. A causa dessa má-formação é desconhecida, mas sabe-se que predisposição genética, fatores nutricionais e ação de algumas drogas favorecem o seu aparecimento. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Em quase 75% dos casos, a mielomeningocele ocorre na região dorsolombar da coluna vertebral.
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A mielomeningocele é a forma mais severa de disrafismo envolvendo a coluna vertebral, com incidência de 1 em 4.000 nascidos vivos. A causa dessa má-formação é desconhecida, mas sabe-se que predisposição genética, fatores nutricionais e ação de algumas drogas favorecem o seu aparecimento. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
O uso de fenobarbital, trimetropim, carbamazepina ou ácido valpróico durante a gravidez aumenta o risco de mielomeningocele.
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A mielomeningocele é a forma mais severa de disrafismo envolvendo a coluna vertebral, com incidência de 1 em 4.000 nascidos vivos. A causa dessa má-formação é desconhecida, mas sabe-se que predisposição genética, fatores nutricionais e ação de algumas drogas favorecem o seu aparecimento. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
A suplementação com ácido fólico, no período periconcepcional, pode reduzir em até 50% a incidência de defeitos congênitos do tubo neural.
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Vitorino, criança com 12 meses de idade, nasceu de parto prematuro, às 36 semanas de gestação, pesando 2.000 g e medindo 33 cm. Vitorino chorou ao nascer, não apresentou intercorrências no período perineonatal; mamou no peito até seis meses de idade e recebeu a alimentação de transição de forma correta. Preocupada com o desenvolvimento do filho, a mãe levou-o ao pediatra. Durante a consulta, relatou que o menino só engatinhou no sexto mês de vida e que ainda não andava sem auxílio. Além disso, não formava frases, apenas murmurava duas a três palavras, e dormia muito, cerca de 10 horas por dia. O pediatra, ao examinar a criança, constatou, à avaliação neurológica, que o reflexo de Babinski ainda estava presente. Com base nas informações dadas pela mãe e na presença desse reflexo, o pediatra concluiu que a criança apresentava retardo do desenvolvimento neurológico.
Considerando essa situação hipotética, julgue os seguintes itens, relativamente ao diagnóstico proposto pelo pediatra.
O reflexo de Babinski deveria ter desaparecido no quarto mês de vida.
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Vitorino, criança com 12 meses de idade, nasceu de parto prematuro, às 36 semanas de gestação, pesando 2.000 g e medindo 33 cm. Vitorino chorou ao nascer, não apresentou intercorrências no período perineonatal; mamou no peito até seis meses de idade e recebeu a alimentação de transição de forma correta. Preocupada com o desenvolvimento do filho, a mãe levou-o ao pediatra. Durante a consulta, relatou que o menino só engatinhou no sexto mês de vida e que ainda não andava sem auxílio. Além disso, não formava frases, apenas murmurava duas a três palavras, e dormia muito, cerca de 10 horas por dia. O pediatra, ao examinar a criança, constatou, à avaliação neurológica, que o reflexo de Babinski ainda estava presente. Com base nas informações dadas pela mãe e na presença desse reflexo, o pediatra concluiu que a criança apresentava retardo do desenvolvimento neurológico.
Considerando essa situação hipotética, julgue os seguintes itens, relativamente ao diagnóstico proposto pelo pediatra.
Aos 12 meses de vida, Vitorino deveria dormir de 8 a 10 horas por dia.
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Vitorino, criança com 12 meses de idade, nasceu de parto prematuro, às 36 semanas de gestação, pesando 2.000 g e medindo 33 cm. Vitorino chorou ao nascer, não apresentou intercorrências no período perineonatal; mamou no peito até seis meses de idade e recebeu a alimentação de transição de forma correta. Preocupada com o desenvolvimento do filho, a mãe levou-o ao pediatra. Durante a consulta, relatou que o menino só engatinhou no sexto mês de vida e que ainda não andava sem auxílio. Além disso, não formava frases, apenas murmurava duas a três palavras, e dormia muito, cerca de 10 horas por dia. O pediatra, ao examinar a criança, constatou, à avaliação neurológica, que o reflexo de Babinski ainda estava presente. Com base nas informações dadas pela mãe e na presença desse reflexo, o pediatra concluiu que a criança apresentava retardo do desenvolvimento neurológico.
Considerando essa situação hipotética, julgue os seguintes itens, relativamente ao diagnóstico proposto pelo pediatra.
Um dos elementos considerados pelo pediatra em seu diagnóstico foi o fato de que uma criança normal começa a formar frases com 11 meses de vida.
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Vitorino, criança com 12 meses de idade, nasceu de parto prematuro, às 36 semanas de gestação, pesando 2.000 g e medindo 33 cm. Vitorino chorou ao nascer, não apresentou intercorrências no período perineonatal; mamou no peito até seis meses de idade e recebeu a alimentação de transição de forma correta. Preocupada com o desenvolvimento do filho, a mãe levou-o ao pediatra. Durante a consulta, relatou que o menino só engatinhou no sexto mês de vida e que ainda não andava sem auxílio. Além disso, não formava frases, apenas murmurava duas a três palavras, e dormia muito, cerca de 10 horas por dia. O pediatra, ao examinar a criança, constatou, à avaliação neurológica, que o reflexo de Babinski ainda estava presente. Com base nas informações dadas pela mãe e na presença desse reflexo, o pediatra concluiu que a criança apresentava retardo do desenvolvimento neurológico.
Considerando essa situação hipotética, julgue os seguintes itens, relativamente ao diagnóstico proposto pelo pediatra.
Vitorino deveria ter começado a engatinhar até o final do quinto mês de vida.
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Vitorino, criança com 12 meses de idade, nasceu de parto prematuro, às 36 semanas de gestação, pesando 2.000 g e medindo 33 cm. Vitorino chorou ao nascer, não apresentou intercorrências no período perineonatal; mamou no peito até seis meses de idade e recebeu a alimentação de transição de forma correta. Preocupada com o desenvolvimento do filho, a mãe levou-o ao pediatra. Durante a consulta, relatou que o menino só engatinhou no sexto mês de vida e que ainda não andava sem auxílio. Além disso, não formava frases, apenas murmurava duas a três palavras, e dormia muito, cerca de 10 horas por dia. O pediatra, ao examinar a criança, constatou, à avaliação neurológica, que o reflexo de Babinski ainda estava presente. Com base nas informações dadas pela mãe e na presença desse reflexo, o pediatra concluiu que a criança apresentava retardo do desenvolvimento neurológico.
Considerando essa situação hipotética, julgue os seguintes itens, relativamente ao diagnóstico proposto pelo pediatra.
O fato de Vitorino, aos 12 meses de idade, ainda não andar sozinho, se considerado isoladamente, não é um problema, pois a marcha normal é adquirida até a idade de 13 a 15 meses.
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