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Foram encontradas 40 questões.

2410785 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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São propriedades do componente ClientDataSet no Delphi 7, EXCETO:
 

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2410754 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Na compra de um certo produto, um consumidor dispõe de quatro opções: pela Internet, na loja, por telefone ou direto na fábrica. Considerando todos os gastos para efetuar a compra, utilizando cada uma das opções, tal consumidor verificou que:
  • Pela Internet ficaria mais barato que na loja e mais caro que na fábrica.
  • Na fábrica ficaria mais caro que pelo telefone.
Chamando de I, L, T e F os valores totais que seriam gastos para se efetuar a compra, respectivamente pela Internet, na loja, pelo telefone e na fábrica, assinale a alternativa correta:
 

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2410098 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Considere o código desenvolvido com a ferramenta Delphi 7:
procedure TForm2.btnExibirClick(Sender: TObject);
var
Valor : integer;
begin
Valor := 1;
repeat
cdsAva.Append;
cdsAvaValor.Value := Valor;
cdsAva.Post;
inc(Valor);
until Valor<=10;
cdsAva.First;
while not(cdsAva.Eof) do
ShowMessage('Valor da posição ' + IntToStr(cdsAva.RecNo) + ': ' + cdsAvaValor.AsString);
cdsAva.Next;
end;
O resultado da execução desse código será:
 

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2409994 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Analise as afirmativas:
I. O banco de dados PostgreSQL possui compatibilidade multi-plataforma, o que permite a sua execução em diferentes Sistemas Operacionais.
II. O MySQL na versão 5.0 não possui suporte a Triggers e Stored Procedures.
III. O MySQL e o PostgreSQL são bancos de dados versáteis, seguros, gratuitos e de código fonte aberto (disponível sobre uma licença BSD).
IV. O PostgreSQL é um SGDB objeto-relacional de código aberto.
V. O MyISAM é um dos sistemas de armazenamento do MySQL.
Estão INCORRETAS apenas as afirmativas:
 

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2409748 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Em relação à topologia de redes, analise:
I. Utilizando cabo coaxial fino, o trecho máximo de uma rede linear está limitado a 100 metros.
II. O padrão mais conhecido da topologia em anel é o Token Ring (IEEE 802.3) da IBM.
III. Na topologia em estrela, todas as estações da rede são conectadas a um concentrador, por esse motivo, se uma estação apresentar problemas, todas as estações deixarão de funcionar.
IV. No concentrador HUB, a topologia física é em estrela, porém, logicamente ele opera como uma rede de topologia linear.
V. São componentes da topologia linear: Cabo Coaxial, conector em “T” e terminador resistivo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2409211 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Sejam os conjuntos A = {3, a, 6, 8, 10}, B = {2, 5, 7, b, 10, 12} e A ∩ B = {5, 8, 10}. Sobre os valores de A e B é correto afirmar:
 

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2409152 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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O 802.11 é um conjunto de padrões criados pelo IEEE para o uso em redes wireless. O padrão foi publicado em 1997 e previa taxas de transmissão de 1 e 2 megabits, usando a faixa dos 2.4 GHz, escolhida por ser uma das poucas faixas de frequência não licenciadas, de uso livre.” Publicado em outubro de 1999, o primeiro padrão wireless utilizado em grande escala foi:
 

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2407844 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga(a) lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada(b) quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca(d) provocava uma bronca(c) paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência(e) nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

No que diz respeito aos aspectos gramaticais, assinale a alternativa correta:

 

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2407737 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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A normalização de dados é o processo que examina os atributos de uma entidade com objetivo de evitar problemas que podem provocar falhas no projeto de banco de dados, eliminar mistura de assuntos e redundâncias dos dados desnecessários.” Sobre normalização de dados, assinale a afirmativa INCORRETA:
 

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2424619 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Assinale a alternativa que apresenta desvio da norma culta:

Questão Anulada e Desatualizada

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